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- Ação penal e ação civil ex delictoAção Penal
- Ação penal de iniciativa privada: definição, princípios e espécies
Foi instaurado inquérito policial para apurar a suposta prática de
crime de estelionato, figurando Valéria como vítima e Júlio César
como indiciado. Após a realização de diversas diligências e a
apresentação de relatório conclusivo por parte da autoridade
policial, o Ministério Público analisou os elementos informativos
e encaminhou ao Judiciário promoção de arquivamento,
entendendo pela inexistência de justa causa. Ao tomar
conhecimento, Valéria fica revoltada com a conduta do órgão
ministerial, pois está convicta de que Júlio César seria o autor do
delito. Diante disso, apresenta queixa, iniciando ação penal
privada subsidiária da pública.
Quando iniciada a análise da ação penal privada subsidiária da pública, deverá o órgão do Poder Judiciário competente:
Quando iniciada a análise da ação penal privada subsidiária da pública, deverá o órgão do Poder Judiciário competente:
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Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo
ofereceu queixa-crime em face de João, perante Vara Criminal da
Comarca de Maceió, imputando-lhe a prática do crime de calúnia
com causa de aumento, já que João teria lhe imputado, nesta
comarca, falsamente, fato definido como crime de ação penal
pública, para demonstrar que o crime efetivamente foi praticado
pelo Desembargador, na presença de diversas pessoas. Ao tomar
conhecimento da queixa, João, querelado, apresenta exceção da
verdade, que é recebida e processada pelo órgão competente.
Considerando apenas as informações narradas no enunciado, o
julgamento da exceção da verdade será de competência do(a):
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David, reincidente, foi denunciado pela prática de crime de furto
qualificado. No curso da instrução, uma testemunha afirma que
David tinha a posse regular e anterior daquele bem que teria sido
subtraído, razão pela qual o Ministério Público, ao final da
produção probatória, adita a denúncia, altera os fatos narrados e
imputa ao réu a prática do crime de apropriação indébita. Após
ratificação das provas, o Ministério Público apresentou alegações
finais, requerendo a condenação do réu nas sanções do delito de
apropriação indébita. O magistrado, porém, ao analisar as provas,
conclui que, na verdade, o crime praticado foi de furto
qualificado, conforme descrito na denúncia antes do aditamento.
Diante da hipótese narrada, o juiz, de imediato:
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- Princípios fundamentais do direito processual penal
- Direito à não autoincriminação (nemo tenetur se detegere)
Carlos conduzia seu veículo automotor de maneira tranquila,
quando foi parado em uma operação que verificava a condução
de veículo automotor em via pública sob a influência de álcool.
Apesar de estar totalmente consciente de seus atos, Carlos havia
ingerido 07 (sete) latas de cerveja, razão pela qual temia que o
teste do “bafômetro” identificasse percentual acima do
permitido em lei.
De acordo com a jurisprudência majoritária dos Tribunais
Superiores, Carlos:
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Por meio de instrumento particular, Maria e Carlos pactuaram a
venda de um imóvel pelo preço de R$ 200.000,00. Na ocasião da
assinatura do contrato, Carlos, comprador, imitiu-se na posse do
bem. Ao levar o pacto para registro no ofício de imóveis, o
tabelionato comunicou a Carlos que se recusaria a praticar o ato,
visto que o negócio jurídico padecia de invalidade.
Diante dessa situação, é correto afirmar que:
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Janaína, divorciada e mãe de três filhos maiores, estabelece
união homoafetiva com Jurema, sem, contudo, regulamentar a
relação por escrito. Ao longo do período de convivência, Janaína
adquiriu pequeno apartamento, onde estabeleceu residência
com sua companheira.
Diante do recente falecimento de Janaína, aos 58 anos, que apenas deixou o imóvel em que residia, Jurema fará jus:
Diante do recente falecimento de Janaína, aos 58 anos, que apenas deixou o imóvel em que residia, Jurema fará jus:
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A Associação dos Amantes do Turismo (AAT) recebeu, a título de
usufruto instituído pelo associado Jorge, um imóvel de sua
propriedade. As partes convencionaram, no título de instituição,
que o usufruto seria pelo prazo de vinte anos. Decorridos dez
anos da instituição, os associados, sem a participação de Jorge,
que morrera há dois anos, deliberaram, em assembleia, ceder
gratuitamente o usufruto do imóvel à Associação de Agentes de
Viagem (AAV), em reconhecimento a serviços recebidos pela AAT.
A cessão, feita sem prazo determinado, é considerada:
A cessão, feita sem prazo determinado, é considerada:
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Em 31 de janeiro de 2018, Renato, avisado por amigos, acessou
sua rede social e verificou que Felipe, seu desafeto, dirigiu-lhe
palavras de baixo calão, desonrando-o, mediante postagem
pública ocorrida em 22 de janeiro de 2018. Em 05 de fevereiro do
mesmo ano, Felipe recebe notificação de Renato, solicitando que
fosse apagada a mensagem desonrosa. Ante a inércia de Felipe,
Renato ajuíza, em 09 de março de 2018, ação pleiteando a
retirada da mensagem, bem como a condenação de Felipe ao
pagamento de indenização pelos danos morais sofridos.
A mora da obrigação de indenizar é verificada:
A mora da obrigação de indenizar é verificada:
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Alessandra, ao passar ao lado do prédio em que se encontra
estabelecido o Condomínio do Edifício Praia Bonita, é atingida
por um carrinho de brinquedo, proveniente do alto da edificação.
Ao olhar para cima, vê crianças saindo da janela do apartamento
502, mas não pode afirmar ao certo de onde veio o objeto.
Nessas circunstâncias, responde pelos danos sofridos por
Alessandra:
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- Teoria Geral das PenasPunibilidadeCausas de Extinção da PunibilidadePrescriçãoPrescrição da Pretensão PunitivaPrescrição da Pretensão Punitiva pela Pena em Abstrato
- Teoria Geral das PenasPunibilidadeCausas de Extinção da PunibilidadePrescriçãoPrescrição da Pretensão Executória
De maneira geral, a doutrina define prescrição como a perda do
direito do Estado de punir ou de executar determinada pena em
razão da inércia estatal com o decurso do tempo.
Tradicionalmente, o instituto é classificado em prescrição da
pretensão punitiva e prescrição da pretensão executória.
Sobre essa causa de extinção da punibilidade, é correto afirmar que:
Sobre essa causa de extinção da punibilidade, é correto afirmar que:
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