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2706256 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES
Thomas, de dois anos de idade, apresenta atraso de fala, irritabilidade, autoagressividade, apego a objetos aparentemente sem significado e insônia. A sua genitora começou a estranhar o comportamento dele depois de ele ter completado um ano de idade. Inicialmente, recorreu à atenção primária, mas foi orientada a aguardar o desenvolvimento e procurar uma creche para que a criança pudesse ter contato com outras crianças, especialmente por morar apenas com a mãe e não ter outro cuidador de referência na cidade. Sem melhora no quadro do filho, a genitora buscou novamente atendimento, conforme relatou: “Resolvi voltar ao postinho. Foi aí que me mandaram procurar um lugar especializado para avaliarem meu filho e começarem o tratamento” (sic). O genitor é dependente químico, passando por internações recorrentes. De acordo com o relato da genitora, “Ele é muito doido. Nunca me ajudou em nada. Conheci limpo. Uma vez, começou a não dizer coisa com coisa, quebrar tudo em casa, conversar sozinho, dizer que tinha gente atrás dele, que estava sem controle dos próprios membros. Fiquei muito assustada. Corri com ele pro hospital e avisei um colega a respeito da situação — o único que ainda está com ele. Só descobri isso depois! Ele me revelou a história da droga. Fui fraca. Não suportei. Mas foi a saída que encontrei pra criar meu filho, já que sou só aqui e não teria condições de cuidar dos dois. Preciso me policiar pra não abarcar tudo com as pernas. Minha depressão grave desde a época de adolescente é muito em função disso” (sic).
A respeito da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir, com base nas contribuições da psicopatologia e da psicologia da saúde, no DSM-5 e nas ações básicas de saúde.
O quadro de Thomas está necessariamente relacionado à dependência química paterna, por isso uma política de redução de danos seria benéfica para toda a família, uma vez que proporcionaria melhora na condição de vida de Thomas e de seus genitores e minimização dos efeitos globais do uso da droga.
 

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2706255 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES
Thomas, de dois anos de idade, apresenta atraso de fala, irritabilidade, autoagressividade, apego a objetos aparentemente sem significado e insônia. A sua genitora começou a estranhar o comportamento dele depois de ele ter completado um ano de idade. Inicialmente, recorreu à atenção primária, mas foi orientada a aguardar o desenvolvimento e procurar uma creche para que a criança pudesse ter contato com outras crianças, especialmente por morar apenas com a mãe e não ter outro cuidador de referência na cidade. Sem melhora no quadro do filho, a genitora buscou novamente atendimento, conforme relatou: “Resolvi voltar ao postinho. Foi aí que me mandaram procurar um lugar especializado para avaliarem meu filho e começarem o tratamento” (sic). O genitor é dependente químico, passando por internações recorrentes. De acordo com o relato da genitora, “Ele é muito doido. Nunca me ajudou em nada. Conheci limpo. Uma vez, começou a não dizer coisa com coisa, quebrar tudo em casa, conversar sozinho, dizer que tinha gente atrás dele, que estava sem controle dos próprios membros. Fiquei muito assustada. Corri com ele pro hospital e avisei um colega a respeito da situação — o único que ainda está com ele. Só descobri isso depois! Ele me revelou a história da droga. Fui fraca. Não suportei. Mas foi a saída que encontrei pra criar meu filho, já que sou só aqui e não teria condições de cuidar dos dois. Preciso me policiar pra não abarcar tudo com as pernas. Minha depressão grave desde a época de adolescente é muito em função disso” (sic).
A respeito da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir, com base nas contribuições da psicopatologia e da psicologia da saúde, no DSM-5 e nas ações básicas de saúde.
Não há instrumentos diagnósticos disponíveis para crianças com menos de três anos de idade, restando, portanto, apenas a observação clínica de Thomas.
 

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2706254 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES
Thomas, de dois anos de idade, apresenta atraso de fala, irritabilidade, autoagressividade, apego a objetos aparentemente sem significado e insônia. A sua genitora começou a estranhar o comportamento dele depois de ele ter completado um ano de idade. Inicialmente, recorreu à atenção primária, mas foi orientada a aguardar o desenvolvimento e procurar uma creche para que a criança pudesse ter contato com outras crianças, especialmente por morar apenas com a mãe e não ter outro cuidador de referência na cidade. Sem melhora no quadro do filho, a genitora buscou novamente atendimento, conforme relatou: “Resolvi voltar ao postinho. Foi aí que me mandaram procurar um lugar especializado para avaliarem meu filho e começarem o tratamento” (sic). O genitor é dependente químico, passando por internações recorrentes. De acordo com o relato da genitora, “Ele é muito doido. Nunca me ajudou em nada. Conheci limpo. Uma vez, começou a não dizer coisa com coisa, quebrar tudo em casa, conversar sozinho, dizer que tinha gente atrás dele, que estava sem controle dos próprios membros. Fiquei muito assustada. Corri com ele pro hospital e avisei um colega a respeito da situação — o único que ainda está com ele. Só descobri isso depois! Ele me revelou a história da droga. Fui fraca. Não suportei. Mas foi a saída que encontrei pra criar meu filho, já que sou só aqui e não teria condições de cuidar dos dois. Preciso me policiar pra não abarcar tudo com as pernas. Minha depressão grave desde a época de adolescente é muito em função disso” (sic).
A respeito da situação hipotética precedente, julgue o item a seguir, com base nas contribuições da psicopatologia e da psicologia da saúde, no DSM-5 e nas ações básicas de saúde.
O encaminhamento para a atenção secundária justifica-se pela gravidade do caso e pela impossibilidade de realizar-se avaliação com fins diagnósticos em unidade básica de saúde.
 

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2706253 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Ainda em relação à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue os seguintes itens, considerando as abordagens teóricas da psicologia, a avaliação psicológica, as técnicas de entrevista e o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Na situação apresentada, em consonância com o Código de Ética Profissional do Psicólogo, é facultativa a convocação de Jonas para participar do processo psicológico.

 

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2706252 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Ainda em relação à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue os seguintes itens, considerando as abordagens teóricas da psicologia, a avaliação psicológica, as técnicas de entrevista e o Código de Ética Profissional do Psicólogo.

Haja vista a negativa paterna em relação ao atendimento psicológico, é vedado ao psicólogo fazer a avaliação e o acompanhamento de Maria.

 

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2706251 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Ainda em relação à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue os seguintes itens, considerando as abordagens teóricas da psicologia, a avaliação psicológica, as técnicas de entrevista e o Código de Ética Profissional do Psicólogo.
As características da comunicação temática são um dos critérios de análise da entrevista, que poderá ser utilizada pelo psicólogo responsável pela avaliação de Maria.
 

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2706250 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Ainda em relação à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue os seguintes itens, considerando as abordagens teóricas da psicologia, a avaliação psicológica, as técnicas de entrevista e o Código de Ética Profissional do Psicólogo.
De acordo com as contribuições psicanalíticas, o psicólogo responsável pela avaliação de Maria deverá observar os fenômenos psíquicos presentes tanto no momento lúdico quanto na maneira como a criança utiliza os materiais no setting terapêutico.
 

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2706249 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Ainda em relação à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue os seguintes itens, considerando as abordagens teóricas da psicologia, a avaliação psicológica, as técnicas de entrevista e o Código de Ética Profissional do Psicólogo.
A anamnese constitui uma entrevista diretiva que possibilita a investigação de aspectos relevantes do desenvolvimento.
 

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2706248 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Com referência à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com as teorias e técnicas psicoterápicas, o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e a psicopatologia.

Maria apresenta transtorno de estresse pós-traumático ocasionado pela separação dos seus pais.

 

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2706247 Ano: 2023
Disciplina: Psicologia
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: TJ-ES

Texto 18A1-I


Maria, de três anos de idade, fruto do relacionamento entre Jonas e Antonela, está em acompanhamento psicológico há um ano, desde o início do processo de separação do par parental. Com encaminhamento da pediatra, Antonela procurou especialista em atendimento infantil. A queixa inicial consistia em dores abdominais, labilidade emocional, terror noturno, irritabilidade, dificuldade de acatar regras e limites, regressão comportamental, ansiedade de separação e ganho de peso. Na entrevista inicial, ao ser indagada a respeito do cenário familiar, Antonela informou a respeito do processo judicial em curso, que definirá a modalidade de guarda e pensão alimentícia. Comentou sobre a relação conturbada vivenciada no último ano por todos os envolvidos, apontando o comprometimento na comunicação e decisões divergentes quanto ao cuidado integral da criança. Afirmou, ainda, que Jonas não concordava com o encaminhamento feito pela pediatra: “Ele diz que nossa filha não precisa de psicólogo porque a louca sou eu. Disse, ainda, que não concorda, não será conivente nem participará dessa palhaçada. Fala logo que isso é coisa da minha cabeça e que sou eu quem crio tudo pra atrapalhar a relação deles. Se você quiser chamar ele pra uma conversa, não há problemas pra mim. Mas ele já disse que não trará Maria para sessões nem participará de modo efetivo desse trabalho” (sic).

Com referência à situação hipotética apresentada no texto 18A1-I, julgue o item a seguir, de acordo com as teorias e técnicas psicoterápicas, o Manual Diagnóstico e Estatístico dos Transtornos Mentais (DSM-5) e a psicopatologia.

As condições familiares de Maria favoreceram o desenvolvimento de quadro neurótico, marcado pelo recalque, conforme a perspectiva de Luria.
 

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