Foram encontradas 60 questões.
Analise o texto abaixo e responda à questão.
Texto II
Dizem que a separação nunca é um núcleo,
uma urgência. Dizem que ela começa em seu
avesso. E que é justamente no momento mais
suave, o primeiro encontro, o primeiro olhar, que a
separação começa a existir. Eu prefiro acreditar
que a separação nunca termina, e que o último dia,
a última noite, é um instante que se repete, a cada
espera, a cada volta, cada vez que sinto a tua falta,
cada vez que pronuncio teu nome. Eu acredito
que, ao te chamar, uma estratégia, um encanto, eu
seja capaz de fazer com que você se vire e olhe,
e, sem perceber, estenda entre nós um atalho,
uma ponte.
Mas como a gente chama alguém que foi
embora? Alguém que está longe, alguém que não
está? A distância deveria imediatamente impor um
tom mais solene, ou menos íntimo, afinal há a
distância. Mas como a gente trata com
distanciamento alguém que acabou de estar tão
perto? [...]
(SAAVEDRA, Carola. Flores Azuis. São Paulo: Companhia das
Letras, 2008)
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Texto II
Dizem que a separação nunca é um núcleo,
uma urgência. Dizem que ela começa em seu
avesso. E que é justamente no momento mais
suave, o primeiro encontro, o primeiro olhar, que a
separação começa a existir. Eu prefiro acreditar
que a separação nunca termina, e que o último dia,
a última noite, é um instante que se repete, a cada
espera, a cada volta, cada vez que sinto a tua falta,
cada vez que pronuncio teu nome. Eu acredito
que, ao te chamar, uma estratégia, um encanto, eu
seja capaz de fazer com que você se vire e olhe,
e, sem perceber, estenda entre nós um atalho,
uma ponte.
Mas como a gente chama alguém que foi
embora? Alguém que está longe, alguém que não
está? A distância deveria imediatamente impor um
tom mais solene, ou menos íntimo, afinal há a
distância. Mas como a gente trata com
distanciamento alguém que acabou de estar tão
perto? [...]
(SAAVEDRA, Carola. Flores Azuis. São Paulo: Companhia das
Letras, 2008)
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Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
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Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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Analise o texto abaixo e responda à questão.
Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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Analise o texto abaixo e responda à questão.
Texto I
Quando começou a enterrar os seus mortos,
quando de algum modo construiu um ritual funeral,
o homo sapiens há cem mil anos já tinha
consciência de sua finitude, de sua presença
provisória no mundo. E este ritual funeral marca
um novo estágio na vida da espécie homo, a
consciência: nasce o homo sapiens sapiens,
aquele que tem consciência do próprio saber,
aquele que sabe que sabe. Foi esta consciência
da fragilidade da vida, foi este choque que nos fez
ver a nós mesmos, que nos fez ter a vida em alta
conta: a vida é rara, deve ser cuidada, cultivada,
mantida.
Foi a necessidade de expansão da vida
humana no mundo, foi o seu fortalecimento que
nos fez de algum modo pensar: “Preciso me
precaver, conhecer as estações, preciso plantar o
próprio alimento, cultivar as ervas que curam,
preciso fabricar armas, ferramentas, preciso
festejar o que ainda tenho e brindar à vida porque
a vida é curta e eu quero viver”.
Foi a consciência da fragilidade da vida, do
quanto tudo é provisório e instável, que
impulsionou os humanos em direção à cultura,
mas esta relação entre a vida pensada como
natureza, e a cultura no sentido de ação, de
intervenção humana no mundo, sempre foi uma
relação difícil. É esta relação entre o
conhecimento, produto da linguagem e da
consciência, e a vida, como a totalidade que nos é
dada, que interessa a Nietzsche, e do modo como
a espécie humana se relaciona com a natureza, o
mundo, a exterioridade que a cerca, mas também
com a natureza que traz em seu próprio corpo e
que a constitui.
O que Nietzsche faz é propor um exercício de
autognose, ou seja, de autoconhecimento da
humanidade, como se a própria espécie se
colocasse em questão e pensasse: O que temos
feito? Que caminhos trilhamos? O que enfim nos
tornamos? É com este objetivo que Nietzsche
percorre a história da humanidade procurando não
aquilo que aparece, mas aquilo que a cultura
esconde: O que de fato move a nossa ação no
mundo? Que valores reproduz?
(MOSÉ, Viviane. Nietzsche hoje: sobre os desafios da vida
contemporânea. Petrópolis, RJ: Vozes. 2018, p.11)
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A respeito da suspensão e extinção da
execução, considerando a legislação aplicável
a esse tema, analise as afirmativas abaixo.
I. As hipóteses gerais de suspensão do processo previstas no Código de Processo Civil não se aplicam à execução, pois as normas especiais revogam as normas gerais.
II. As partes são proibidas de convencionar a suspensão da execução.
III. O devedor pode renunciar ao crédito.
IV. A prescrição intercorrente é uma das hipóteses de extinção da execução.
Estão corretas as afirmativas:
I. As hipóteses gerais de suspensão do processo previstas no Código de Processo Civil não se aplicam à execução, pois as normas especiais revogam as normas gerais.
II. As partes são proibidas de convencionar a suspensão da execução.
III. O devedor pode renunciar ao crédito.
IV. A prescrição intercorrente é uma das hipóteses de extinção da execução.
Estão corretas as afirmativas:
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