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TEXTO 9.
Referência para as questões 18 e 19.
PROVOCAÇÕES EM VERSOS II
"Se o remédio para a aids for descoberto Nos Estados Unidos, decerto muita gente, em mais um de seus giros, vai tomar o partido do vírus."
(Poeta Nelson Ascher)
Marque a alternativa correta.
No texto 9 o poeta Nelson Ascher:
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TEXTO 9.
Referência para as questões 18 e 19.
PROVOCAÇÕES EM VERSOS II
"Se o remédio para a aids for descoberto Nos Estados Unidos, decerto muita gente, em mais um de seus giros, vai tomar o partido do vírus."
(Poeta Nelson Ascher)
Assinale a alternativa cuja afirmação nela contida esteja correta, de acordo com o texto 9.
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TEXTO 8.
Referência para a questão 17.
PROVOCAÇÕES EM VERSOS... Direitos humanos já não perturbam tirano algum, pois os slogans dos seus guardiães agora são como o de Durban: Abaixo o racismo e morte aos judeus.
(Poeta Nelson Ascher, Revista Veja 30/03/05)
Assinale a alternativa correta, em relação ao texto 8
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TEXTO 7.
Referência para as questões 14, 15 e 16.
Examine a afirmação de cada alternativa e marque a correta, tendo o texto 7 como referência.
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TEXTO 7.
Referência para as questões 14, 15 e 16.
Assinale a alternativa, na qual concordância e conjugação verbal estejam gra- maticalmente corretas.
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TEXTO 7.
Referência para as questões 14, 15 e 16.
Assinale a alternativa INCORRETA.
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TEXTO 6.
Referência para as questões 11, 12 e 13.
NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI
Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.
(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)
Assinale a alternativa correta.
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TEXTO 6.
Referência para as questões 11, 12 e 13.
NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI
Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.
(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)
Assinale a alternativa correta, considerando-se a afirmação nela contida, de a- cordo com o texto 6.
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TEXTO 6.
Referência para as questões 11, 12 e 13.
NINGUÉM MAIS DIZ NÃO SEI
Com a internet, orkut e céleres estruturas de informação, apesar de tantas vir- tudes comunicativas e de convivência que geraram, criou-se uma geração de palpitei- ros, mais do que formadores de opinião. A vivência foi substituída pela vidência. Pior que enganar os outros é se enganar. Na verdade, dura verdade, a cultura não se ad- quire sem esforço, inquietações, ensaios e exercícios, vacilos e resistência. A memória não se dá bem com facilidades. A afetividade se desenvolve na dúvida, na absorção amadurada do raciocínio. Inteligência é também a humildade de se calar e de se reti- rar para estudar mais, ao contrário do que vem sendo alardeado aos quatro cantos do cérebro: de falar a todo momento para mostrar erudição. Ninguém mais leva tema para casa. Até as crianças estão ansiosas demais para escutar histórias e repetem "eu sei" no início delas. Não é um sintoma da pressa essa conversa fiada sem a devida contrapartida da lentidão de ouvir e aprender? A necessidade de aceitação social não estaria matando a honestidade da solidão? Acredito que é o momento de preservar a ignorância, de instaurar uma "Re- nascença às avessas". Se a Renascença valorizou o homem completo, o Leonardo da Vinci, a multiplicidade dos talentos em um único indivíduo (pintor, inventor, fabulis- ta, cientista, poeta, pensador), deve-se entusiasmar agora o "homem incompleto", in- suficiente, que admite desconhecer temas e assuntos para não atrofiar sua curiosida- de. Sem curiosidade, não há nem motivo para estar aqui lendo este artigo.
(Fragmento extraído da Superinteressante 209, jan.2005)
Marque a alternativa correta, considerando-se as afirmações, baseando-se no texto 6.
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Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao texto 5.
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