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A empresa pública estadual Alfa, que exerce exclusivamente
atividade econômica sem monopólio e com finalidade de lucro,
foi condenada em processo judicial à obrigação de pagar a
quantia de duzentos mil reais a João. Iniciada a fase de
cumprimento de sentença, os advogados da empresa pública Alfa
pleitearam ao juízo a aplicação do regime de precatório, na forma
do Art. 100, da Constituição da República de 1988, o que foi
deferido. Inconformado, João recorreu da decisão.
Consoante entendimento do Supremo Tribunal Federal sobre a
matéria, a decisão judicial recorrida:
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Diante dos princípios e regras constitucionais da seguridade
social brasileira, é correto afirmar que:
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- CPCDa Tutela Provisória (arts. 294 a 311)Tutela Provisória e Tutela de Urgência
- CPCDa Tutela Provisória (arts. 294 a 311)Tutela de Evidência
Sobre as tutelas provisórias, é correto afirmar que:
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- Direitos PolíticosDireitos Políticos Passivos - Capacidade Eleitoral Passiva: Condições de Elegibilidade
- Inelegibilidade
João requereu o registro de sua candidatura, perante a Justiça
Eleitoral, para concorrer a cargo eletivo no âmbito da União.
Maria ingressou com ação de impugnação ao registro, sob o
argumento de que João estaria com a sua cidadania passiva
restringida, por estar cumprindo pena restritiva de direitos, em
substituição à pena privativa de liberdade, aplicada, pela Justiça
Estadual, em processo penal no qual fora condenado com
sentença transitada em julgado.
A tese de Maria:
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João construiu uma suntuosa mansão de veraneio ao lado do
leito de um rio e em Área de Preservação Permanente (APP), com
considerável supressão de vegetação. Constando a ocorrência de
graves danos ambientais e de ilegal atividade causadora de
impacto ambiental, o Ministério Público ajuizou ação civil pública,
pleiteando a demolição da edificação ilegal e o reflorestamento
da área degradada. Na contestação, João alegou que, inobstante
não tenha obtido prévia licença para a construção, o Município
tinha ciência da construção de sua casa, eis que fiscais de meio
ambiente estiveram no local e não lavraram auto de infração.
Assim, argumenta o réu que o poder público quedou-se inerte,
devendo ser aplicada a teoria do fato consumado, pois a
construção já ocorreu há dez anos.
Consoante jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça, a tese
defensiva:
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- Sujeitos do processoJuiz
- Do juiz, do ministério público, do acusado e defensor, dos assistentes e auxiliares da justiça
Os acordos penais ou processuais já eram conhecidos do sistema
de justiça criminal brasileiro, mas assumiram um destaque
notável a partir da amplitude que se deu ao instituto da
colaboração premiada. O formato consensual traz para o
processo penal a possibilidade de uma atuação resolutiva que
afasta uma perspectiva demandista. O resultado disso é um
nítido empoderamento do Ministério Público. No entanto, o
Magistrado, até então protagonista no modelo de processo penal
conflitivo, continua com papel relevante na sistemática do acordo
de não persecução penal.
Nesse particular, compete ao juiz de direito do processo de
conhecimento:
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2030417
Ano: 2021
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FGV
Orgão: TJ-PR
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: FGV
Orgão: TJ-PR
Provas:
João, aprovado em concurso público para ingresso na carreira da
magistratura do Estado do Paraná, foi instado, quando de sua
nomeação, a apresentar, no ato de posse, declaração pública de
seus bens. Tendo em vista que nunca havia exercido qualquer
função pública preteritamente, João entendeu que a exigência de
tal declaração violava seu direito à intimidade. Sabe-se, ainda,
que João, seja diretamente como pessoa natural, seja por meio
de qualquer pessoa jurídica, nunca firmou com o poder público
qualquer negócio jurídico, nem recebeu verba pública a qualquer
título, sempre tendo atuado profissionalmente como advogado
autônomo.
De acordo com o Código de Organização e Divisão Judiciárias do
Estado do Paraná (Lei Estadual nº 14.277/2003), no ato de posse,
João:
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Ana teve a sua fotografia estampada em uma revista. A matéria
elogiava as suas qualidades físicas e morais, mas não houve
autorização por parte da retratada. Diante dessa situação, Ana
pleiteia em juízo compensação pecuniária por dano moral.
O pedido deve ser julgado:
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Em sede de processo administrativo disciplinar (PAD) instaurado
após sindicância patrimonial em face de servidor público federal,
foi-lhe aplicada a penalidade de demissão do serviço público,
tendo em vista a constatação de variação patrimonial a
descoberto.
Inconformado, o servidor demitido impetra mandado de
segurança visando a anular o ato demissório e argumenta,
preliminarmente, a nulidade do PAD por ter sido instaurado com
base em denúncia anônima; por não lhe ter sido assegurada
defesa técnica; e por ter havido a posterior alteração da
capitulação legal. Além disso, o impetrante também sustenta a
inexistência de provas inequívocas das irregularidades e a
incongruência entre a conduta apurada e a pena de demissão.
Considerando a narrativa fática hipotética acima, é correto
afirmar que:
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Antônio, 4 anos de idade, passou a figurar como credor de
alimentos de seu pai Bernardo, que vinha honrando a prestação
fixada em juízo de três salários mínimos. Bernardo veio a falecer
no dia do aniversário de 7 anos de idade do alimentando. A
representante legal está cobrando do espólio de Bernardo os
alimentos que deixaram de ser pagos a partir do falecimento
deste.
Diante do exposto, é correto afirmar que:
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