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Foram encontradas 50 questões.

2454856 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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A questão tem como base a interpretação do quadrinho abaixo, de Bill Watterson, que coloca em cena os personagens Calvin e Haroldo.
Enunciado 2791916-1
Um dos recursos mobilizados por Bill Watterson para produzir o efeito de humor é a argumentação de Calvin.
Assinale a alternativa que apresenta uma argumentação análoga à do quadrinho.
 

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2454829 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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O gráfico a seguir faz parte do relatório da pesquisa “Tolerância social à violência contra as mulheres”, realizada pelo IPEA, versão retificada publicada em 04/04/2014.
Gráfico 23
Mulher que é agredida e continua com o parceiro gosta de apanhar. Brasil
(maio/junho 2013)
(Em %)
Enunciado 2791479-1
Fonte: Ipea/SIPS Tolerância social à violência contra as mulheres.
Assumindo o pressuposto de que o IPEA tenha analisado uma amostra significativa da população brasileira e tendo como referência as informações contidas no gráfico, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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2454561 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dados e os novos jornalismos
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando, neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de comunicação “muitos para muitos”.
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural que já existe.
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma história, ou que todos a construam conjuntamente.
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Este texto foi publicado sob a rubrica “coluna” na revista Galileu. Essa caracterização de gênero o coloca no grupo dos textos de opinião da mídia impressa.
A partir dessa perspectiva, a inserção em discurso direto observada após o quarto parágrafo tem como funções:
1. indicar que parte do texto é transcrição de uma entrevista.
2. simular a intervenção de um leitor fictício, que espera encontrar no texto o tema anunciado no início do primeiro parágrafo.
3. demarcar no texto o início de um diálogo mais efetivo com o leitor, que se manifesta nos últimos parágrafos.
4. fazer a transição entre uma linguagem escrita, formal, e uma linguagem coloquial, que passa a ser dominante nos parágrafos finais do texto.
Estão corretas as funções caracterizadas nos itens:
 

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2453909 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dados e os novos jornalismos
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando, neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de comunicação “muitos para muitos”.
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural que já existe.
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma história, ou que todos a construam conjuntamente.
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Assinale a alternativa correta sobre algumas expressões usadas no texto.
 

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2452701 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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A questão tem como base a interpretação do quadrinho abaixo, de Bill Watterson, que coloca em cena os personagens Calvin e Haroldo.
Enunciado 2755691-1
Os elementos verbais e não verbais do quadrinho permitem afirmar que, segundo Calvin:
1. se os seres humanos fossem realmente inteligentes se preocupariam com a preservação ambiental.
2. seres inteligentes procuram fazer contato com outros seres inteligentes.
3. o desmatamento pode ser um atrativo para os extraterrestres, pois poderia facilitar o pouso de suas naves na Terra.
4. as formas de vida inteligente fora da Terra sabem que os humanos são seres perigosos.
Assinale a alternativa correta.
 

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2450945 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Dados e os novos jornalismos
A internet não mudou apenas a forma como absorvemos a informação, mudou a própria informação. E continua mudando, neste exato momento, até o que entendemos por jornalismo. Não se trata mais apenas daquela história de chuva de informação, da morte do jornal, da liberdade e aprisionamento online. Trata-se do fato de que as companhias de comunicação, com atraso, estão começando a entender que esse novo tempo pede um novo tipo de jornalismo.
O escritor Clay Shirky contextualiza bem esse cenário, quando diz que há apenas quatro períodos nos últimos 500 anos em que os meios de comunicação social mudaram suficientemente para se qualificarem à denominação de Revolução (palavra tão adorada e mal usada por colegas jornalistas). “O primeiro é a imprensa. Depois, há cerca de duzentos anos houve inovação na comunicação bilateral (telégrafo, depois o telefone). No terceiro, há cerca de 150 anos houve uma revolução nos meios de comunicação gravados com fotos, depois o som gravado, depois os filmes codificados em objetos físicos. E finalmente, o aproveitamento do espectro eletromagnético para enviar som e imagens através do ar, rádio e televisão”.
Como pontua Shirky, todas as tecnologias que motivaram essas revoluções têm uma assimetria: quando são boas em gerar conversas, não são boas em gerar grupos, e vice-versa. Se o telefone possibilitou que duas pessoas fossem emissoras e receptoras de informação ao mesmo tempo, não conseguia gerar comunicação com um grupo grande. Do outro lado, se livros, jornais, TV e rádio conseguem passar uma mensagem a milhões, a mensagem tem apenas um emissor, não há idas e vindas, diálogo.
É aqui que entraria o que alguns chamam de quinto período de revolução das comunicações: a internet. Se antes o padrão era a comunicação “um pra um” (telefone) ou “um pra muitos” (televisão, rádio, jornais), a web chega e institui um padrão nativo de comunicação “muitos para muitos”.
– Tá bom, Tiago. Mas e aí? O que isso tem a ver com as mudanças no jornalismo?
Se a comunicação é de muitos para muitos, é natural aparecer um jornalismo nativamente de muitos para muitos. Onde a figura do jornalista em si não fique com o monopólio da informação à qual você, leitor, também tem condições de chegar. Tão natural que já existe.
Uma das vertentes que começa a mostrar outros potenciais na comunicação “muitos para muitos” é o chamado “jornalismo de dados”, onde o jornalista, muitas vezes, não cria a história, mas cria maneiras de fazer com que qualquer um construa uma história, ou que todos a construam conjuntamente.
Você pode parar neste ponto e perguntar “mas a maneira de criar essas ferramentas, essas interações, não continua direcionando a interpretação do leitor?”. Sim, continua. Mas o leitor tem a liberdade para baixar as bases de dados, criticar, fazer a sua própria interpretação e espalhar. Isso diminui a necessidade da figura do jornalista? Isso é você quem vai me dizer. Não estou certo de que todos tenham tempo e disposição para fazer a sua própria história. Provavelmente essa investigação e construção de uma narrativa do jornalista não seja dispensável. Só não será mais exclusiva dele.
(MALI, Tiago. Galileu. 29 mar. 2013. Adaptado.)
Segundo o texto, a mudança fundamental introduzida no jornalismo a partir da internet foi:
 

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2450304 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
Por que tanta pressa?
A primeira palavra que me vem em mente quando penso na vida moderna é dispersão. Existe uma competição constante pela nossa atenção entre os produtores de novas tecnologias, de comida, de roupas; há uma necessidade crescente de estarmos "ligados" com o que está acontecendo, e já não basta rádio e televisão; tem que ser pelo Facebook, pelo Twitter, pelo Google Plus e um bando de outras redes sociais.
Cada instante é ocupado por algo que vemos numa tela, pequena ou grande. A informação vem em torrentes incessantes. Se esquecemos nosso celular em casa, é como se tivéssemos perdido um dedo ou outra parte do corpo. Os celulares tornaram-se parte integral de nossa existência, um apêndice tecnológico que nos define como indivíduos. Tornaram-se um vício, como verificamos assim que pousa um avião e todo mundo se precipita para ligar seu iPhone ou seu Galaxy, como se naquele voo de 45 minutos a história do mundo tivesse se transformado de forma profunda e aquele e-mail que mudará a sua vida tivesse finalmente chegado.
Não nos permitimos mais espaço para a contemplação.
Sei que isso está parecendo papo de velho, atravancado com os avanços tecnológicos. Mas não é nada disso; eu mesmo tenho todos os brinquedos tecnológicos que existem e os uso como todo mundo, com muito prazer. Portanto, essa reflexão é para mim também, mesmo se digitada em meu laptop.
Muita gente me pergunta se o tempo está mudando, passando mais rápido. Essa é uma percepção psicológica da passagem do tempo, que nada tem a ver com a passagem física do tempo. A duração do dia muda muito lentamente, e muda no sentido inverso, aumentando e não diminuindo, devido à fricção gravitacional das marés causadas pelas atração entre Terra, Lua e Sol.
O tempo está passando mais rapidamente, ou assim o percebemos, porque cada vez temos menos controle sobre ele. O ócio é algo que consideramos quase que pecaminoso (esquecendo os pecados capitais); qualquer brecha de tempo nós enchemos com uma leitura no Twitter, do Facebook, de e-mail, um videozinho no YouTube, ou um podcast qualquer.
Uma das maiores vítimas dessa correria moderna é nossa conexão com a natureza.
Na ânsia pela informação, pouco desviamos os olhos das telas. Olhar para o céu é algo que raramente fazemos, especialmente nas grandes cidades. Para a maioria das pessoas a natureza é um conceito, algo que existe lá longe, nas fotos que vemos nas revistas, ou nos vídeos do YouTube e especiais de TV.
Para resgatarmos nosso controle sobre o tempo é necessário retornarmos à natureza, criarmos espaço para a contemplação das formas de vida, das árvores, das flores e animais; é necessário olharmos para o céu noturno, longe das luzes da cidade. Assim conseguiremos desacelerar, buscando outro tipo de informação que nos liga ao que temos de mais essencial: nossa relação com os ciclos e ritmos do Cosmo.
(GLEISER, Marcelo. Folha de S. Paulo, 08 dez 2013. Adaptado.)
Considere as seguintes afirmativas sobre expressões empregadas como recursos coesivos para a continuidade do texto:
1. “Como se” introduz uma afirmação que se contrapõe ao anteriormente dito.
2. “Mesmo se” introduz uma afirmação que complementa e confirma o anteriormente dito.
3. “Ou” introduz uma retificação, que coloca em evidência o conceito de tempo psicológico.
4. “Assim” equivale a “ dessa forma” e introduz uma afirmação que complementa e conclui o anteriormente dito.
Assinale a alternativa correta.
 

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2470930 Ano: 2013
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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No Brasil, o período dos últimos vinte anos tem sido caracterizado por transformações representativas em vários âmbitos da sociedade.
A respeito dos acontecimentos que marcaram o país nas duas últimas décadas, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) A implantação do Plano Real, durante o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso, foi uma medida de controle inflacionário e estabilização econômica.
( ) Em 2007 foi descoberto o Pré-Sal brasileiro, descoberta que foi bastante noticiada, pois essa região se configura como a maior província petrolífera descoberta no mundo, nos últimos anos.
( ) Em razão do fortalecimento da economia brasileira, em 2008, o Brasil exerceu a presidência do G-20, grupo que reúne países economicamente avançados e países emergentes importantes.
( ) O país foi escolhido como sede de dois megaeventos esportivos: a Copa do Mundo, com início em junho de 2014, e os Jogos Olímpicos de Inverno, a serem realizados em 2016, na cidade do Rio de Janeiro.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Questão Anulada

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2470921 Ano: 2013
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
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Sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente, a Lei 8.069/1990, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F):
( ) Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes.
( ) Aos pais incumbe o dever de sustento, guarda e educação dos filhos menores, cabendo-lhes ainda, no interesse destes, a obrigação de cumprir e fazer cumprir as determinações judiciais, salvo se as considerar injustas ou contrárias ao desenvolvimento da criança.
( ) A adoção, em causa própria ou por procuração, é medida excepcional e irrevogável, à qual se deve recorrer apenas quando esgotados os recursos de manutenção da criança ou adolescente na família natural ou extensa.
( ) A adoção será deferida quando apresentar reais vantagens para o adotando e fundar-se em motivos legítimos.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Questão Desatualizada

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2470917 Ano: 2013
Disciplina: Legislação dos Tribunais de Justiça (TJs)
Banca: UFPR
Orgão: TJ-PR
Provas:
Sobre os deveres e as proibições do servidor do Poder Judiciário, na letra do Estatuto dos Funcionários do Poder Judiciário, considere as seguintes afirmativas:
1. É dever do funcionário frequentar os cursos instituídos pela administração do Tribunal de Justiça para aperfeiçoamento ou especialização, e sua frequência e aproveitamento serão considerados para a progressão e a promoção funcional.
2. É dever do funcionário levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo, salvo se quem deu causa à irregularidade tenha sido seu superior hierárquico direto.
3. É proibido ao funcionário participar de gerência ou administração de sociedade privada, personificada ou não personificada, salvo a participação em sociedade cooperativa constituída para prestar serviços a seus membros, e exercer o comércio, exceto na qualidade de acionista ou cotista.
4. É proibido ao funcionário manter domicílio ou residência fora da localidade de sua lotação.
Assinale a alternativa correta.
Questão Desatualizada

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