Foram encontradas 560 questões.
Homem de 49 anos, com sobrepeso (IMC 29 kg/m²), relata pirose
e regurgitação há oito meses, piorando após as refeições e ao
deitar-se.
Nega hematêmese, mas refere desconforto
retroesternal diário. Endoscopia digestiva alta demonstra
esofagite erosiva grau C pela classificação de Los Angeles, sem
sinais de metaplasia intestinal.
De acordo com as diretrizes mais atuais para o manejo da doença do refluxo gastroesofágico, a conduta mais adequada nesse caso é:
De acordo com as diretrizes mais atuais para o manejo da doença do refluxo gastroesofágico, a conduta mais adequada nesse caso é:
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Mulher de 43 anos, sem comorbidades, realizou ultrassonografia
de tireoide solicitada por sua ginecologista após palpação
cervical. O exame revelou nódulo sólido hipoecoico de 1,4 cm no
terço médio do lobo direito, com margens irregulares e
microcalcificações, sem linfonodomegalias cervicais. TSH: 1,9
mUI/L. A paciente nega sintomas compressivos ou exposição
prévia a radiação.
Considerando as recomendações clínicas mais atuais para o manejo de nódulos tireoidianos em adultos, a próxima conduta mais adequada é:
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Homem de 47 anos apresenta congestão nasal, rinorreia
purulenta, dor facial em região maxilar bilateral e febre de
38,5 °C há 12 dias. Refere piora dos sintomas nas últimas
48 horas, após breve melhora no sétimo dia. Ao exame,
observa-se sensibilidade à palpação dos seios maxilares, secreção
purulenta em meato médio bilateral e ausência de sinais
orbitários ou neurológicos. O paciente é imunocompetente e não
apresenta comorbidades conhecidas.
De acordo com as recomendações atuais das diretrizes internacionais para rinossinusite aguda, a conduta terapêutica inicial mais adequada é:
De acordo com as recomendações atuais das diretrizes internacionais para rinossinusite aguda, a conduta terapêutica inicial mais adequada é:
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Mulher de 28 anos, sem comorbidades, apresenta episódios
recorrentes de cefaleia pulsátil hemicraniana, acompanhada de
fenômenos visuais cintilantes e parestesia em membro superior
direito, com duração média de 40 minutos. No episódio atual, há
5 dias, desenvolveu turvação visual bilateral e dificuldade para
nomear objetos, seguidas de cefaleia intensa e náuseas. Refere
que os sintomas visuais e da fala persistem parcialmente até o
momento. O exame neurológico mostra discreta anomia e
lentificação da leitura.
Considerando o quadro clínico e os mecanismos fisiopatológicos envolvidos, a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta imediata indicada são:
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Homem de 49 anos, IMC 36 kg/m², hipertenso e dislipidêmico, faz
uso regular de semaglutida há oito meses com perda ponderal
estável. Durante revisão terapêutica, cogita-se troca para
tirzepatida, análogo duplo GIP/GLP-1. O paciente refere náuseas
leves nas primeiras semanas de tratamento anterior, sem outros
eventos.
Considerando os mecanismos farmacológicos e o perfil de segurança dos agonistas de GLP-1 e dos agonistas duplos de GIP/GLP-1, a opção que representa a conduta e a orientação mais adequadas é:
Considerando os mecanismos farmacológicos e o perfil de segurança dos agonistas de GLP-1 e dos agonistas duplos de GIP/GLP-1, a opção que representa a conduta e a orientação mais adequadas é:
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Homem de 34 anos procura atendimento por dor abdominal em
cólica, predominante em fossa ilíaca direita, e evacuações
diarreicas com muco e raias de sangue há 10 dias. Refere que os
sintomas iniciaram de forma súbita após refeição em restaurante.
Apresenta períodos de melhora espontânea seguidos de piora,
com intensificação noturna dos sintomas. Ao exame físico:
sensibilidade à palpação profunda em quadrante inferior direito,
sem defesa ou sinais de irritação peritoneal; ausência de
visceromegalias. Nega imunodeficiências, comorbidades ou uso
prévio de antibióticos. Exame parasitológico de fezes (método
direto a fresco) evidencia presença de trofozoítos com inclusões
citoplasmáticas
compatíveis com hemácias fagocitadas.
Leucograma: 11.200/mm³ (neutrófilos 72%, linfócitos 20%,
eosinófilos 3%). Proteína C reativa: 42 mg/L. O paciente
questiona a necessidade de “tomar dois remédios diferentes” e
solicita “o mínimo de medicação necessário para ficar bom”.
Com base nas recomendações atuais, o tratamento mais adequado para esse caso é:
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Mulher de 38 anos, personal trainer, procura atendimento
ambulatorial por fadiga progressiva e dispneia aos esforços leves
há oito meses. Mantém dieta balanceada, com consumo
adequado de carnes vermelhas e vegetais. Menstruações
regulares (ciclos de 28 dias, fluxo moderado por 6 dias). Refere
episódios ocasionais de distensão abdominal pós-prandial e fezes
amolecidas 2-3 vezes por semana, que atribui a “intestino
sensível”. Nega sangramentos digestivos evidentes ou perda
ponderal significativa. Já realizou três ciclos de sulfato ferroso
oral (40 mg de ferro elementar, 3x/dia) nos últimos 6 meses, com
melhora discreta e transitória da hemoglobina (máximo: 10,2
g/dL). Ao exame físico: palidez cutaneomucosa ++/4+ e glossite
atrófica.
Exames laboratoriais:
• hemoglobina 9,6 g/dL,
• VCM 72 fL,
• HCM 24 pg,
• RDW 18% (aumentado),
• ferro sérico 32 mcg/dL (VR: 50-170),
• ferritina 8 ng/mL (VR: 15-150),
• saturação de transferrina 12% (VR: 20-50%)
• sangue oculto nas fezes negativo (três amostras).
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, o diagnóstico e a conduta inicial mais adequados, conforme as diretrizes atuais, são:
Exames laboratoriais:
• hemoglobina 9,6 g/dL,
• VCM 72 fL,
• HCM 24 pg,
• RDW 18% (aumentado),
• ferro sérico 32 mcg/dL (VR: 50-170),
• ferritina 8 ng/mL (VR: 15-150),
• saturação de transferrina 12% (VR: 20-50%)
• sangue oculto nas fezes negativo (três amostras).
Com base nos achados clínicos e laboratoriais, o diagnóstico e a conduta inicial mais adequados, conforme as diretrizes atuais, são:
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Mulher de 63 anos foi investigada por osteopenia e níveis séricos
de cálcio no limite superior da normalidade. Apresentava
deficiência de vitamina D, tratada com suplementação adequada
e ajuste dietético. Após normalização da vitamina D e
manutenção da ingestão adequada de cálcio, observou-se
persistência da elevação do paratormônio (PTH).
Com base no quadro descrito, o(s) exame(s) fundamental(is) para esclarecer o diagnóstico e a conduta mais apropriada são:
Com base no quadro descrito, o(s) exame(s) fundamental(is) para esclarecer o diagnóstico e a conduta mais apropriada são:
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Homem de 20 anos, previamente hígido, procurou atendimento
dez minutos após ingerir biscoito com castanhas, apresentando
prurido generalizado, urticária, dor abdominal e sensação de
aperto na garganta. Na admissão, apresentava sibilos expiratórios
e leve desconforto respiratório. Após tratamento adequado,
houve regressão completa dos sintomas em menos de 30
minutos.
Considerando o quadro clínico descrito e as recomendações atuais para o manejo de reações alérgicas graves, deve-se:
Considerando o quadro clínico descrito e as recomendações atuais para o manejo de reações alérgicas graves, deve-se:
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Mulher de 51 anos, com histórico familiar de câncer colorretal
(irmão diagnosticado aos 40 anos), foi submetida a colonoscopia
de rastreamento. O exame evidenciou um pólipo de 0,8 × 0,4 cm
localizado no cólon sigmoide, que foi completamente removido.
O exame histopatológico demonstrou adenoma tubuloviloso com
displasia epitelial de baixo grau.
Com base nas recomendações atuais para o seguimento de pacientes após polipectomia e considerando o histórico familiar descrito, a conduta quanto ao intervalo para nova colonoscopia de acompanhamento é repetir a colonoscopia em:
Com base nas recomendações atuais para o seguimento de pacientes após polipectomia e considerando o histórico familiar descrito, a conduta quanto ao intervalo para nova colonoscopia de acompanhamento é repetir a colonoscopia em:
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