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Foram encontradas 78 questões.

2394059 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto ao delito de violação de sigilo funcional (art. 325, CP).
 

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2393615 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Considere as afirmativas abaixo com relação à intimação e ao comparecimento da testemunha residente na Comarca do Tribunal do Júri à sessão do julgamento.
I - Como regra geral, o julgamento não será adiado por não comparecimento de uma das testemunhas.
II - O julgamento poderá ser adiado se uma testemunha deixar de comparecer, desde que uma das partes tenha, anteriormente, requerido sua intimação por mandado, indicando sua localização, independentemente da imprescindibilidade do depoimento.
III - Havendo o oficial de justiça certificado que a testemunha não foi localizada no local indicado, o julgamento será adiado, para oportunizar uma segunda tentativa de intimação da testemunha.
IV - Se, intimada, a testemunha não comparecer, o juiz presidente poderá suspender os trabalhos, determinando a condução da testemunha, ou adiar o julgamento, ordenando, também, a condução da testemunha.
Quais estão corretas?
 

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2393563 Ano: 2010
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Quanto à competência do Juizado Especial Criminal, nos termos da Lei 9.099/95, qual das afirmações abaixo está correta?
 

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2393382 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Recentemente, Helene Hegemann, uma jovem alemã de apenas 17 anos, fez grande sucesso de crítica com seu primeiro romance, intitulado "Axolotl Roadkill". O problema é que logo se descobriu que longos trechos haviam sido copiados da obra de um autor menos conhecido. Pois bem, longe de pedir desculpas pelo plágio, a moça afirmou que "não existe originalidade(II); o que existe é autenticidade(II)". Ao que um crítico comentou, com razão: "De fato, trata-se de um autêntico roubo(I)".

É evidente que o fato de não haver originalidade absoluta não significa que não haja originalidade relativa ou que esta não possa em princípio ser conferida. Do contrário, o que justificaria chamar a própria Helene Hegemann de AUTORA de "Axolotl Roadkill"?

Contudo, a falsa tese de que simplesmente não existe originalidade tornou-se trivial nesses tempos de internet e de "cópia e cola", e é freqüentemente invocada, nos Estados Unidos (será diferente no Brasil?), por alunos universitários acusados de plágio. Essas idéias parecem-me remontar ao ensaio "A Morte do Autor", escrito por Roland Barthes no ano de 1968. "A escritura", lê-se ali, "é a destruição(II) de toda voz, de toda origem".

O sentido mais legítimo da retórica da "morte do autor" é o de programaticamente afirmar a autonomia do objeto dos estudos literários - a autonomia do texto - contra a sua redução à psicologia, à história, à filosofia etc. Hegemann se sente capaz de empregar a mesma retórica para justificar o plágio porque, independentemente das intenções de Barthes, ela, como tantos outros, apropriou-se de tal figura para os seus próprios fins. Afinal, ele mesmo declarava que "o nascimento do leitor deve pagar-se com a morte do autor".

De todo modo, ao contrário do que Barthes pretende, não é verdade que o autor seja uma figura moderna, um produto de nossa sociedade, que, ao emergir da Idade Média, descobriu o prestígio do indivíduo. A figura do autor é indissociável(III) do próprio emprego(I) da escritura e já se encontra inteiramente definida na Antigüidade Clássica. Só as culturas orais primárias não a conheciam. Assim, é possível, por exemplo, que "Homero" fosse, na cultura oral primária, um nome genérico para determinado tipo de bardo, porém seria absurdo dizer algo semelhante de poetas líricos como Píndaro, Safo, Teógnis etc.

Normalmente, copiar uma obra ou um trecho de uma obra ipsis litteris, sem nada lhe modificar ou adicionar, e pretender ser o seu autor é inadmissível em qualquer sociedade letrada, pois não passa de impostura.

Contudo, usar, no interior de uma obra, um texto que, tendo sido escrito por outro autor, seja universalmente conhecido não constitui plágio, mesmo que a fonte não seja citada. Assim podiam na Antigüidade Clássica ser usados, por exemplo, os poemas atribuídos a Homero. Assim também podem ser usados os versos "No meio do caminho da nossa vida" e "E agora, José", no Brasil contemporâneo.

Já copiar uma obra pouco conhecida, como Helene Hegemann fez, é inaceitável, pois lesa o seu autor. A bem da verdade, o crítico francês Roger Caillois admite uma possibilidade legítima de fazê-lo. Para ele, sempre se justifica a apropriação de uma obra medíocre, caso o resultado seja uma obra-prima; mas as obras primas são muito raras.

Adaptado de: CÍCERO, A. Originalidade e Plágio. Folha de S. Paulo, sábado, 21/08/2010, p. E12.

As afirmações abaixo referem-se à estruturação de palavras no texto.

I - Pode-se considerar que os substantivos roubo e emprego sejam formados a partir dos verbos roubar e empregar, respectivamente, pelo processo conhecido como derivação regressiva.

II - São formados a partir de adjetivos os substantivos originalidade, autenticidade e destruição.

III - O adjetivo indissociável é formado a partir do adjetivo sociável.

Quais estão corretas?

 

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2393292 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Recentemente, durante uma conversa com um amigo, ele me contou que desejava voltar a correr. E o que mais me chamou a atenção foi o relato de suas experiências com a corrida: sempre que retornava aos treinos, alguma lesão surgia. Então eu perguntei: “Você respeitava a regra dos 5%?” E ele me respondeu com outra pergunta: “Que regra é essa?”

Não sou o Arnaldo Cezar Coelho, mas não resisti: “A regra é clara! Precisamos aumentar a duração ou a intensidade (nunca as duas variáveis ao mesmo tempo) dos treinos em no máximo 5% por semana.”

Exemplifiquei: um corredor que faz três sessões de 30min semanais poderá na semana seguinte fazer, no máximo, três treinos de 31min30seg. Ele ficou pasmo e se deu conta do exagero que havia cometido em cada vez que retornava à prática da corrida.

A grande maioria nem percebe, mas há fortes evidências de que boa parte das lesões acontecem justamente porque desrespeitamos esta regra. Afinal, se um dia corremos 30 minutos, por que não fazer uma sessão de 45 minutos? O que são “só quinze minutos” a mais? Do ponto de vista matemático, fica bem mais fácil entender: isso corresponde a um aumento de 50% na carga de treinamento!

Infelizmente, a grande maioria das lesões que ocorrem nos corredores é descrita pelos especialistas como de overuse, isto é, geradas pelo excesso de uso. Em outras palavras, são ocasionadas pelo acúmulo de treinos que excedem a nossa capacidade de adaptação. Ao longo do tempo, o corpo simplesmente não agüenta, e o resultado é a dor, geralmente acompanhada de uma lesão.

Os praticantes de outras modalidades esportivas também cometem exageros, principalmente os “atletas de final de semana”, que tentam compensar a semana inteira sem atividade. Vejo nos clubes, por exemplo, pessoas que passam o dia na quadra de tênis. Escuto muita gente culpando a raquete, a chuteira, mas o verdadeiro culpado é o aumento exagerado da carga física.

Em resumo, se o objetivo for manter-se saudável e exercitando-se sempre, então, a regra é clara!

Adaptado de: DUTRA, Renato. A regra é clara. Veja On-line Blogs. Treinamento. Disponível em <http://veja.abril.com.br /blog/saude-chegada/>. 1º/12/2010, 21h28min.

Considere as seguintes propostas de reescrita do trecho

Então eu perguntei: “Você respeitava a regra dos 5%?” E ele me respondeu com outra pergunta: “Que regra é essa?”.

I - Então eu perguntei se ele respeitava a regra dos 5%. Ele me respondeu com outra pergunta. Indagou-me acerca de que regra seria essa.

II - Então eu lhe perguntei se ele respeitava a regra dos 5%, e ele respondeu com outra pergunta: “De que regra se trata?”

III - Então eu lhe perguntei se ele respeitava a regra dos 5%, e ele retrucou questionando essa regra.

Quais propostas conservam o sentido original e estão corretas do ponto de vista da norma gramatical?

 

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2393200 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Recentemente, Helene Hegemann, uma jovem alemã de apenas 17 anos, fez grande sucesso de crítica com seu primeiro romance, intitulado "Axolotl Roadkill". O problema é que logo se descobriu que longos trechos haviam sido copiados da obra de um autor menos conhecido. Pois bem, longe de pedir desculpas pelo plágio, a moça afirmou que "não existe originalidade; o que existe é autenticidade". Ao que um crítico comentou, com razão: "De fato, trata-se de um autêntico roubo".

É evidente que o fato de não haver originalidade absoluta não significa que não haja originalidade relativa ou que esta não possa em princípio ser conferida. Do contrário, o que justificaria chamar a própria Helene Hegemann de AUTORA de "Axolotl Roadkill"?

Contudo, a falsa tese de que simplesmente não existe originalidade tornou-se trivial nesses tempos de internet e de "cópia e cola", e é freqüentemente invocada, nos Estados Unidos (será diferente no Brasil?), por alunos universitários acusados de plágio. Essas idéias parecem-me remontar ao ensaio "A Morte do Autor", escrito por Roland Barthes no ano de 1968. "A escritura", lê-se ali, "é a destruição de toda voz, de toda origem".

O sentido mais legítimo da retórica da "morte do autor" é o de programaticamente afirmar a autonomia do objeto dos estudos literários - a autonomia do texto - contra a sua redução à psicologia, à história, à filosofia etc. Hegemann se sente capaz de empregar a mesma retórica para justificar o plágio porque, independentemente das intenções de Barthes, ela, como tantos outros, apropriou-se de tal figura para os seus próprios fins. Afinal, ele mesmo declarava que "o nascimento do leitor deve pagar-se com a morte do autor".

De todo modo, ao contrário do que Barthes pretende, não é verdade que o autor seja uma figura moderna, um produto de nossa sociedade, que, ao emergir da Idade Média, descobriu o prestígio do indivíduo. A figura do autor é indissociável do próprio emprego da escritura e já se encontra inteiramente definida na Antigüidade Clássica. Só as culturas orais primárias não a conheciam. Assim, é possível, por exemplo, que "Homero" fosse, na cultura oral primária, um nome genérico para determinado tipo de bardo, porém seria absurdo dizer algo semelhante de poetas líricos como Píndaro, Safo, Teógnis etc.

Normalmente, copiar uma obra ou um trecho de uma obra ipsis litteris, sem nada lhe modificar ou adicionar, e pretender ser o seu autor é inadmissível em qualquer sociedade letrada, pois não passa de impostura.

Contudo, usar, no interior de uma obra, um texto que, tendo sido escrito por outro autor, seja universalmente conhecido não constitui plágio, mesmo que a fonte não seja citada. Assim podiam na Antigüidade Clássica ser usados, por exemplo, os poemas atribuídos a Homero. Assim também podem ser usados os versos "No meio do caminho da nossa vida" e "E agora, José", no Brasil contemporâneo.

Já copiar uma obra pouco conhecida, como Helene Hegemann fez, é inaceitável, pois lesa o seu autor. A bem da verdade, o crítico francês Roger Caillois admite uma possibilidade legítima de fazê-lo. Para ele, sempre se justifica a apropriação de uma obra medíocre, caso o resultado seja uma obra-prima; mas as obras primas são muito raras.

Adaptado de: CÍCERO, A. Originalidade e Plágio. Folha de S. Paulo, sábado, 21/08/2010, p. E12.

Considere as seguintes afirmações sobre o emprego de palavras ou expressões no texto.

I - Nas linha 20, a construção sem nada lhe modificar ou adicionar contribui para a compreensão da expressão latina ipsis litteris.

II - A utilização do verso “E agora, José” (l.24), embora não remeta a texto literário de autor conhecido, retoma a tradição das quadrinhas folclóricas.

III - Ao iniciar-se a frase da linha 10 com O sentido mais legítimo, fica evidente que o autor, Antônio Cícero, considera que um texto tem um sentido genuíno, pretendido pelo seu redator.

IV - A expressão sociedade letrada (l. 21) contrapõe- se a cultura oral primária (l. 18).

Quais estão corretas?

 

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2393132 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Um oficial de justiça solicitou a João, denunciado pelo Ministério Público pela prática do delito de lavagem de dinheiro, a quantia de R$ 100.000,00 (cem mil reais) para não proceder à sua citação pessoal. João, todavia, não aceitando a proposta, acabou sendo devidamente citado pelo oficial de justiça. Nesse caso, o oficial de justiça responderá pela prática do crime de
 

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2393109 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Assinale a alternativa correta no que se refere às medidas protetivas de urgência previstas na Lei Maria da Penha.
 

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2393051 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

A Casa Branca anunciou há(a) poucos dias que o campo controverso da biologia sintética ou da manipulação de DNA de organismos para criar novas formas de vida traz riscos calculáveis e que seu avanço deve ser permitido.

Um painel de especialistas reunido pelo presidente americano, Barack Obama, recomendou vigilância e auto-regulação enquanto os cientistas procuram formas de criar novos organismos que possam resultar em inovações úteis em energia limpa, controle da poluição e medicina.

A Comissão Presidencial para o Estudo de Questões Bioéticas concluiu: "A biologia sintética é capaz de feitos significativos, mas(b) limitados, com riscos limitados." "Os desenvolvimentos futuros podem despertar novas objeções, mas a comissão não encontrou razões para endossar regulações federais adicionais ou uma moratória no trabalho neste campo por enquanto", acrescentou o relatório.

O painel com 13 cientistas, especialistas em ética e em políticas públicas, foi criado por Obama no ano passado. Sua primeira missão foi considerar a questão da biologia sintética, depois que o Instituto J. Craig Venter anunciou, em maio, ter desenvolvido(c) a primeira bactéria auto-replicável controlada por um genoma sintético.

Para os críticos, a descoberta era o equivalente a(d) "brincar de Deus", criando organismos sem o entendimento adequado sobre as conseqüências, perturbando a ordem natural.

Ao anunciar a criação da "primeira célula sintética", o chefe das pesquisas, Craig Venter, disse na época: "Certamente mudou minha visão sobre as(e) definições da vida e de como ela funciona." Mas a Comissão informou que a equipe de Venter não criou vida realmente, já que o trabalho envolveu, sobretudo, a alteração de uma forma de vida já existente.

Adaptado de: Casa Branca dá sinal verde à pesquisa de vida artificial. Folha.com. Ciência. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/846793-casabranca- da-sinal-verde-a-pesquisa-de-vida-artificial.shtml>. 16/12/2010, 16h02min.

A seguir são apresentadas alternativas de substituição de segmentos do texto. Assinale a que, se aplicada ao texto, caracterizaria ERRO na perspectiva da norma gramatical.

 

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2392924 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFRGS
Orgão: TJ-RS
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Entre os direitos e deveres individuais e coletivos previstos no artigo 5º da Constituição da República Federativa do Brasil, NÃO consta, expressamente,

 

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