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3845959
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
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- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Guarda (Art. 33 a 35)
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
Ex-companheiros, pretendendo adotar conjuntamente
uma criança, devem estar de acordo sobre a guarda e o
regime de visitas. Desde que demonstrado efetivo benefício ao adotando, será assegurada a guarda compartilhada. Também se constituem condições para a adoção da
criança ter comprovada a existência de vínculos de afinidade e afetividade com aquele não detentor da guarda
que justifiquem a excepcionalidade da concessão e que o
estágio de convivência tenha sido iniciado
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Na Justiça de Família, constitui-se demanda para
atuação do assistente social as disputas de guarda de
filhos advindas de separação conjugal. Em se tratando da
Perícia Social para instruir tais processos, o legado histórico da abordagem individual psicologizante e da metodologia de casos marca as análises e a emissão de juízos de valores pelos assistentes sociais. Mesmo na linha
da proteção de direitos, a perspectiva punitiva presente
na legislação coloca o profissional diante da polaridade
entre a proteção e a responsabilização. Na perspectiva
da defesa do direito da criança e do adolescente à convivência familiar com os dois ramos de sua origem, as
reflexões de Oliveira (in FÁVERO [Org.], 2020) sobre a
guarda compartilhada e a alienação parental apontam
como importante subsídio para a realização do Estudo/
Perícia Social para instruir processos de guarda as análises fundamentadas
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Em caso de os pais decaírem do poder familiar ou com o
falecimento desses ou ainda sendo julgados ausentes, os
filhos menores são postos em tutela. Compete aos pais,
em conjunto, nomear tutor, devendo constar de testamento ou de qualquer outro documento autêntico. De acordo
com o artigo 1731 (I e II) do Código Civil brasileiro, em
falta de tutor nomeado pelos pais, incumbe a tutela aos
parentes consanguíneos do menor, ou seja, aos seus
ascendentes. Em seguida, estão os colaterais, até o terceiro grau, com prioridade aos mais próximos e, no mesmo grau, aos mais velhos. Em qualquer dos casos, em
benefício do menor, o juiz escolherá entre eles
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3845956
Ano: 2024
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
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Orientação, apoio e acompanhamento temporários são
medidas específicas de proteção à pessoa idosa. Outras
medidas também são aplicáveis sempre que os direitos
reconhecidos na Lei nº
10.741/2003 forem ameaçados
ou violados, por ação ou omissão da sociedade ou do
Estado; por falta, omissão ou abuso da família, curador
ou entidade de atendimento; ou em razão de sua condição pessoal. De acordo com o artigo 44 da referida
Lei, tais medidas levarão em conta o fortalecimento dos
vínculos familiares e comunitários e
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A legislação vigente, ao implementar formas específicas
para a escuta de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência, determina sua realização em local
apropriado e acolhedor e que prevaleça sempre seu melhor
interesse. Compondo procedimento administrativo (policial)
ou processo judicial, o Depoimento Especial é regido por
protocolos e tem por finalidade colher provas para responsabilização do agressor. De outro modo, a Escuta Especializada é o procedimento realizado por órgão da rede de proteção, no sentido de compreender como a violência sofrida
impactou a criança ou o adolescente, permitindo elaborar
as estratégias de intervenção, para fins de sua proteção.
O necessário compartilhamento das informações coletadas
na escuta especializada, entre os serviços da rede, deve se
dar de forma integrada, coordenada e sigilosa,
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Posicionamentos teóricos diferentes ora colocam a família no centro do processo de produção da violência, ora
colocam os comportamentos violentos como decorrentes
da estrutura social. Em ambas as posições, a família vai
se transformando cada vez mais em objeto de intervenção de um número cada vez maior de profissionais das
mais diferentes áreas. Duas grandes correntes teóricas
interpretam esse fenômeno, uma ancorada no eixo da
normatividade/estabilidade e outra no eixo do conflito/
transformação. A perspectiva que deriva desse segundo
eixo e considera a violência como um processo radicado
nos sistemas sociais, sem perder de vista os aspectos
culturais e psicológicos, é denominada por Mioto (2003)
como
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- Políticas SociaisPolíticas Setoriais e Transversais
- Proteção SocialAspectos Jurídicos
- Proteção SocialViolência
Cessar a violência doméstica de gênero é um objetivo,
em geral, alcançado na esfera criminal, mas são as decisões firmadas na esfera cível que sustentam o rompimento com um cotidiano dessa violência. Parizotto (2018),
ao problematizar a utilização da modalidade jurídica da
mediação de conflitos em processos cíveis relacionados
à violência doméstica de gênero, destaca a centralidade
da conciliação desse modelo. Nessa perspectiva, a discussão em torno da justiça é substituída pela retórica da
harmonia das relações interpessoais, devolvendo o conflito ao âmbito familiar. Para a autora, a compatibilidade do
modelo de solução de conflitos, com as particularidades
da violência doméstica de gênero, gira em torno de um
elemento essencial à mediação, ou seja,
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Os números acerca da violência sexual contra crianças e
adolescentes no território brasileiro demonstram que, nos
últimos anos, houve uma constante na quantidade de casos
notificados, com mais de 70 mil denúncias todos os anos.
No entanto, esses dados não representam a totalidade
dos casos, tendo em vista a histórica subnotificação em
razão do segredo familiar, das ameaças de retaliação por
parte do agressor, do estigma e da reduzida confiança nas
autoridades ou serviços disponíveis. O abuso sexual não
se constitui um fato único, podendo durar anos; trata-se de
uma sequência de fatos, em um processo com fases em
escalada, desde a sedução até o abuso propriamente dito.
A relação abusiva pode ser classificada em
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3845951
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
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A Lei nº
13.431/2017, que estabelece o Sistema de Direitos da Criança e do Adolescente Vítima ou Testemunha
de Violência, prevê que as informações prestadas sejam
tratadas confidencialmente, sendo vedados a utilização
ou o repasse a terceiro das declarações feitas pela criança e pelo adolescente vítima, salvo para os fins de assistência à saúde e de persecução penal. Ainda, de acordo
com a referida lei (art. 24), violar sigilo processual, permitindo que depoimento de criança ou adolescente seja
assistido por pessoa estranha ao processo, sem autorização judicial e sem o consentimento do depoente ou de
seu representante legal, é considerado
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3845950
Ano: 2024
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: VUNESP
Orgão: TJ-SP
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A Lei nº
8.069/1990, Estatuto da Criança e do Adolescente,
alterou a abordagem ao ato infracional praticado por adolescentes, reformulando a própria definição do que seja tal
ato e tornando-o uma categoria jurídica precisa. O ECA
manteve a inimputabilidade penal aos (às) menores de 18
anos, garantiu o devido processo legal e a ampla defesa e
previu um conjunto de medidas que podem ser aplicadas
ao(à) jovem que pratica o ato infracional. Previu que a medida aplicada deve observar as condições do(a) adolescente
para cumpri-la, as circunstâncias e a gravidade da infração,
bem como preconizou o atendimento especializado para
jovens com transtorno mental e/ou deficiência mental. Ainda, assegurou que a internação provisória não deve exceder
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