Foram encontradas 1.219 questões.
QUE VENHA O E-MAIL 2
Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.
Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.
O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.
E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.
Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.
O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.
Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.
(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)
Glossário:
spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.
upgrade – atualização ou modernização
“Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como?”
Assinale a opção que apresenta as palavras ou expressões que substituem as destacadas no trecho acima, mantendo-se o mesmo sentido.
Provas
QUE VENHA O E-MAIL 2
Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.
Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.
O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.
E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.
Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.
O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.
Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.
(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)
Glossário:
spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.
upgrade – atualização ou modernização
A relação que existe entre “carta comum” e “sedex” é a mesma que existe entre “correio” e:
Provas
QUE VENHA O E-MAIL 2
Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.
Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.
O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.
E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.
Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.
O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.
Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.
(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)
Glossário:
spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.
upgrade – atualização ou modernização
“Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.”.
Assinale a opção que mantém o sentido original do período acima.
Provas
QUE VENHA O E-MAIL 2
Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.
Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.
O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.
E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.
Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.
O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.
Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.
(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)
Glossário:
spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.
upgrade – atualização ou modernização
Indique a opção que NÃO apresenta uma idéia do texto.
Provas
Com relação à modulação PCM (Pulse Code Modulation) utilizada em centrais telefônicas digitais, considere as seguintes operações:
I - Amostragem;
II - Quantificação;
III - Codificação;
É correto afirmar que o sinal de voz, na entrada do canal, passa pela seguinte seqüência de operações:
Provas
A informação sobre o número do assinante destino pode ser enviada para a central telefônica pública através de Pulsos ou Tons Multifreqüenciais (DTMF). No caso dos pulsos, cada dígito do teclado telefônico, quando acionado, emitirá um número correspondente de pulsos.
Com relação à opção por Tom, o número de tons freqüenciais emitidos a cada dígito acionado é:
Provas
Sobre a comparação entre os dois tipos de multiplexação − FDM e TDM − considere as afirmativas a seguir:
I - o FDM é menos imune ao ruído que o TDM;
II - o TDM permite a regeneração do sinal e o FDM, não;
III - o FDM não exige as conversões A/D e D/A e o TDM, sim.
A(s) afirmativa(s) correta(s) é(são) apenas:
Provas
Há um aparelho, usado na comutação telefônica, que opera com teclas eletromecânicas, demanda muitos fios em sua instalação, está caindo em desuso atualmente e, entre todos, é o que tem menor capacidade.
Ele é conhecido pela sigla:
Provas
Considere a figura abaixo.

O componente eletrônico cuja curva característica V x I é mostrada na figura trata-se de um:
Provas
Nas conexões entre centrais telefônicas locais de uma rede, quando duas delas só podem se conectar por intermédio de uma outra central, conhecida como CENTRAL TANDEM, esta rota é denominada:
Provas
Caderno Container