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84968 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570527-1

Assinale a opção que apresenta os tipos de documentos que podem ser descritos, respectivamente, como:

!$ \bullet !$ atestado ou ato pelo qual se dá testemunho de um fato;

!$ \bullet !$ documento que indica fato que deve ser divulgado pela imprensa para conhecimento das pessoas interessadas;

!$ \bullet !$ relatório escrito do que se disse ou se fez em uma reunião ou assembléia.

 

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84967 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570526-1

O aviso, o ofício e o memorando devem conter as partes corretamente especificadas nas opções a seguir, EXCETO em uma.

Indique-a.

 

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84966 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570525-1

Avalie se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) A principal diferença entre ofício, aviso e memorando é a finalidade.

( ) Os documentos do padrão ofício devem apresentar linguagem impessoal e fecho de acordo com a relação hierárquica existente entre emissor e destinatário.

( ) A forma dos documentos do tipo ofício devem ter as seguintes características: fonte do tipo Arial, início de parágrafo com 3,0cm de distância da margem esquerda e margem lateral esquerda com, no mínimo, 2,5cm.

A seqüência correta é:

 

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84965 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570524-1

Sobre arquivos, é correto afirmar que:

I - o arquivo ativo mantém documentos e papéis de consulta e referência correntes;

II - o arquivo permanente contém obras que são objeto de consulta constante;

III - o arquivo morto deve ser organizado do mesmo modo que o arquivo ativo;

IV - o arquivo morto guarda documentos que podem ser descartados.

São corretas, somente, as afirmações:

 

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84964 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570523-1

A linguagem do Texto II é caracteristicamente oral porque:

 

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84963 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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Texto II

Enunciado 3570522-1

Marque a opção que NÃO estabelece corretamente a relação dos elementos da comunicação na tira “Ócios do Ofício” (Texto II).

 

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84962 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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QUE VENHA O E-MAIL 2

Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.

Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.

O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.

E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.

Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.

O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.

Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.

(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)

Glossário:

spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.

upgrade – atualização ou modernização

Indique a opção em que o verbo responder está usado INCORRETAMENTE, no que tange à regência.

 

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84961 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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QUE VENHA O E-MAIL 2

Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.

Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.

O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.

E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.

Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.

O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.

Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.

(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)

Glossário:

spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.

upgrade – atualização ou modernização

Classifique cada afirmação abaixo, sobre relações entre palavras, como V (verdadeira) ou F (falsa).

( ) “matéria” é sinônimo de notícia, assim como “levantamento” é sinônimo de arrolamento.

( ) Impedir e imprecisões são antônimos, respectivamente, de “bloquear” e “inutilidades”.

( ) As palavras “bem” e “justo” apresentam homônimos de classes diferentes.

A seqüência correta é:

 

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84960 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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QUE VENHA O E-MAIL 2

Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.

Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.

O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.

E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.

Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.

O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.

Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.

(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)

Glossário:

spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.

upgrade – atualização ou modernização

Assinale a opção em que o verbo está corretamente flexionado.

 

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Questão presente nas seguintes provas
84959 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESGRANRIO
Orgão: Transpetro
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QUE VENHA O E-MAIL 2

Chega de piadinhas. O fenômeno do spam perdeu a graça. Está na hora de criar um novo tipo de mensagem eletrônica. O e-mail, do jeito que está, já foi. De vez em quando, leio uma matéria ou outra citando que a correspondência eletrônica não autorizada já representa mais de 50% do volume de e-mails em circulação. 50%?! Fiz um levantamento estatístico no meu endereço particular e separei toda a correspondência “não autorizada”.

Procurei ser bem justo. Qualquer correspondência que tivesse origem reconhecida, mesmo que indesejada, saía da lista dos spams. Só entrou e-mail sem a mínima relação comigo. Parei de contar quando a estatística passava de 80%. Oito em cada dez é lixo. No e-mail público, o do trabalho, 95% das mensagens são spam.

O e-mail é a maior invenção da comunicação humana por escrito desde que criaram o correio (há 4 mil anos!). Mas o spam acaba com essa festa. Chegamos ao ponto em que a correspondência útil virou detalhe no meio do entulho. Nenhum recurso consegue bloquear a avalanche de inutilidades. Mais grave: o e-mail é a avenida por onde os malditos vírus trafegam com mais conforto.

E se as pessoas que enviam spam e as que criam vírus fossem mandadas para uma ilha deserta e se dedicassem a infernizar a vida umas das outras? Como isso não é possível, é preciso reinventar o e-mail. Como? O atual poderia continuar como endereço público, aquela caixa de correio que fica “lá fora”, sujeita a receber qualquer coisa. Mas haveria outra classe de e-mail, digamos o e-mail 2. Seria um upgrade – como o Sedex foi para a carta comum. Esse e-mail2 poderia ter uma relação mais controlada de seus clientes. Para atingir um destinatário, seria preciso mais do que uma série de palavras separadas por um sinal de @. Cada mensagem teria, além da identificação clara das duas partes, uma chave, um código aleatório de permissão. Hoje isso já é possível, mas no e-mail2 seria padrão. Não é questão de controlar.

Só remetente e destinatário teriam acesso ao conteúdo.

O e-mail, com seus recursos simples e eficientes, é fundamental. Talvez até possa melhorar alguns detalhes: sua apresentação gráfica às vezes é feia de doer.

Mas queremos o e-mail como ele é – só que melhor.

(MARQUEZI, Dagomir. Info, out. 2002 (com adaptações)

Glossário:

spam – correspondência enviada por correio eletrônico, contendo publicidade, pedidos, piadas, etc.

upgrade – atualização ou modernização

A expressão “duas partes” se refere a:

 

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