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3692552
Ano: 2025
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FCC
Orgão: TRT-15
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FCC
Orgão: TRT-15
Nos termos da Lei nº 13.146/2015, hotéis, pousadas e similares devem ser construídos observando-se os princípios do desenho
universal, além de adotar todos os meios de acessibilidade, conforme legislação em vigor. Os estabelecimentos já existentes
devem disponibilizar, pelo menos, dez por cento de seus dormitórios acessíveis, garantida, no mínimo, uma unidade acessível.
De acordo com essa lei, considerando que o hotel já existente “XYZ Paradise” não pode cumprir o percentual narrado, por
impossibilidade técnica decorrente de riscos estruturais da edificação,
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3692551
Ano: 2025
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FCC
Orgão: TRT-15
Disciplina: Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei 13.146/2015
Banca: FCC
Orgão: TRT-15
Considere a seguinte situação hipotética: Em janeiro de 2005, o Govemo Federal reformou determinada edificação de uso
público já existente para atender aos requisitos de acessibilidade às pessoas portadoras de deficiência ou com modalidade
reduzida, previstos no Decreto nº 5.296/2004. De acordo com esse Decreto, que regulamenta as Leis nº 10.048/2000 e
10.098/2000, especificamente no que diz respeito aos sanitários acessíveis, a mencionada edificação teve que garantir, pelo
menos,
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Ana, Bruno e Carta organizaram uma rifa para arrecadar dinheiro para a viagem de formatura. Os três venderam 94 bilhetes ao
todo e arrecadaram um total de R$ 2.350,00. Carla vendeu 20 bilhetes a mais do que Bruno, e Bruno vendeu 10 bilhetes a mais
do que Ana. O valor que Bruno arrecadou, em reais, foi
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Para preencher um álbum são necessárias 320 figurinhas. Ontem, Camila completou metade do álbum. Hoje, Camila adquiriu 12
pacotes de 6 figurinhas cada um e, depois de colar todas as figurinhas que ainda não tinha, restaram 33 figurinhas repetidas. O
número de figurinhas que ainda faltam para completar o álbum é
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Duzentas crianças foram entrevistadas e disseram qual era sua fruta preferida. Os resultados estão apresentados no gráfico de
setores. Sabe-se que, dentre as crianças que preferem banana, 40% comem a fruta com aveia e mel e as demais a comem
pura.
O número de crianças que preferem comer banana com aveia e mel é
O número de crianças que preferem comer banana com aveia e mel é
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Heitor coleciona apenas moedas inglesas, espanholas e japonesas. O número de moedas japonesas que ele tem é o dobro do
número de moedas inglesas. Se comprar 10 moedas inglesas e vender 10 moedas japonesas, ficará com o mesmo número de
moedas de cada nacionalidade. O número de moedas espanholas que Heitor tem é
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Em um encontro de 20 amigos havia alguns aniversariantes. Eles encomendaram pizzas no valor total de R$ 425,00 e decidiram
que os aniversariantes não pagariam nada. Com isso, a conta foi dividida entre os demais, e cada um deles pagou R$ 25,00. O
número de aniversariantesra
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as
viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em
algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito
longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente,
pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e
suas dificuldades com a lingua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto
do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não
encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de
contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)
Transposto para o discurso indireto, o trecho acima assume a seguinte redação:
Ele disse que até aquele dia não
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as
viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em
algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito
longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente,
pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e
suas dificuldades com a lingua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto
do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não
encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de
contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as
viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em
algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito
longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente,
pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e
suas dificuldades com a lingua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto
do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não
encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de
contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)
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