Foram encontradas 676 questões.
Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as
viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em
algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito
longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente,
pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e
suas dificuldades com a lingua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto
do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não
encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de
contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as
viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em
algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito
longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente,
pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e
suas dificuldades com a lingua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto
do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não
encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de
contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
O pronome sublinhado refere-se, no contexto, ao ter
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Atenção: Considere o texto abaixo para responder à questão.
Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
Considerado o contexto, a palavra sublinhada aproxima-se, pelo sentido, de:
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contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
O pronome sublinhado refere-se, no contexto,
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Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
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Em O fim da teoria, Chris Anderson afirma que quantidades inimagináveis de dados (o Big Data) tornariam as teorias
completamente obsoletas: "Hoje, empresas que cresceram em uma era de dados massivamente abundantes não precisam se
contentar com modelos errados. Na verdade, elas não precisam mais se contentar com modelos”. A psicologia ou sociologia orientada
por dados torna possível prever e controlar com precisão o comportamento humano. As teorias estão sendo substituídas por dados
diretos.
O Big Data, na verdade, não explica nada. Apenas revela correlações entre as coisas. Mas as correlações são a forma mais
primitiva de conhecimento. Nada é compreendido nas correlações. O Big Data não é capaz de explicar por que as coisas se
comportam da maneira como se comportam. Não são estabelecidas conexões causais nem conceituais.
A teoria como narração cria uma ordem de coisas, relacionando-as umas com as outras e explicando por que elas se
comportam da maneira como se comportam. Em contraste com o Big Data, ela nos oferece a forma mais elevada de conhecimento,
qual seja, a compreensão. O Big Data, por outro lado, é totalmente aberto.
A teoria na forma de desfecho prende as coisas em uma estrutura conceitual e as toma, com isso, apreensíveis. O fim da teoria
significa, em última instância, dizer adeus ao conceito como espírito. A inteligência artificial funciona muito bem sem o conceito.
Inteligência não é espirito. Somente o espírito é capaz de uma nova ordem das coisas, de uma nova narração. A inteligência calcula.
O espírito, todavia, narra. Em um mundo saturado de dados e informações, a capacidade de narrar se atrofia. Com isso, a construção
de teorias se torna algo mais raro, até mesmo arriscado.
A inteligência artificial não pode pensar porque não pode se apaixonar, porque não é capaz de uma narração apaixonada. Os
diálogos de Platão já deixam claro que a filosofia é uma narração. A filosofia como ciência renega seu caráter narrativo originário. Ela
se priva de sua linguagem. Emudece. Assim, a atual crise da narração também está se apoderando da filosofia e lhe pondo um fim.
No instante em que a filosofia reivindica ser uma ciência, ser uma ciência exata, seu declínio começa.
(HAN, Byung-Chul. A crise da narração. Trad. Daniel Guilhermino. Petrópolis: Editora Vozes. edição digital, 2023)
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Um sistema de gestão de processos judiciais está sendo desenvolvido para um Tribunal Regional do Trabalho e deve permitir o
cadastro de processos, a definição de fluxos de trabalho, a gestão de documentos e a geração de relatórios estatísticos. A
equipe de desenvolvimento está utilizando a UML 2.5 para modelar a interação entre os diversos objetos do sistema, como
processos, documentos e usuários, enfatizando a troca de mensagens e a ordem temporal das ações. Para isso, o mais adequado é utilizar o diagrama de
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