Foram encontradas 420 questões.
De: Maria da Silva <maria.silva@jfse.jus.br>
Para: Gab. Direção Administrativo <adm@jfse.jus.br>
Enviadas: Quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016 13:32:27
Assunto: Re: OFÍCIO CIRCULAR Nº 001/2016-CR-TRF5
Senhor Diretor,
Atualmente a 7ª Vara da SJSE utiliza regularmente o CNIB. A adesão ao sistema foi simples e o acesso é fácil para todos os usuários.
Anteriormente, a vara mantinha uma lista com os endereços de e-mail de todos os cartórios extrajudiciais e cada servidor enviava e-mail para todos da lista quando era necessária alguma consulta. A inserção dos dados no sistema tornou a consulta muito mais célere.
Como o cadastramento se deu apenas no segundo semestre de 2015, ainda não se tem dados numéricos sobre a eficácia do CNIB, com relação ao método utilizado antes.
Com a evolução do sistema, espera-se que se possa realizar a constrição do bem pelo próprio sistema, tal como o BACENJUD e RENAJUD, considerando que atualmente se trata apenas de uma ferramenta de consulta, por meio da qual se solicita a penhora do bem, se houver, diretamente ao cartório extrajudicial.
Grata, Maria da Silva Adaptado de: https://arquivos.trf5.jus.br/TRF5/Legislacao %20Corregedoria
%20Of%20Circulares/2016/01/27/20160127 OficioCircularn0012016Comasrespostasde
SEALPBRNeCE.PDF. Acesso em: 14 out. 2022.
O termo “Como”, no parágrafo do texto, indica que
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De: Maria da Silva <maria.silva@jfse.jus.br>
Para: Gab. Direção Administrativo <adm@jfse.jus.br>
Enviadas: Quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016 13:32:27
Assunto: Re: OFÍCIO CIRCULAR Nº 001/2016-CR-TRF5
Senhor Diretor,
Atualmente a 7ª Vara da SJSE utiliza regularmente o CNIB. A adesão ao sistema foi simples e o acesso é fácil para todos os usuários.
Anteriormente, a vara mantinha uma lista com os endereços de e-mail de todos os cartórios extrajudiciais e cada servidor enviava e-mail para todos da lista quando era necessária alguma consulta. A inserção dos dados no sistema tornou a consulta muito mais célere.
Como o cadastramento se deu apenas no segundo semestre de 2015, ainda não se tem dados numéricos sobre a eficácia do CNIB, com relação ao método utilizado antes.
Com a evolução do sistema, espera-se que se possa realizar a constrição do bem pelo próprio sistema, tal como o BACENJUD e RENAJUD, considerando que atualmente se trata apenas de uma ferramenta de consulta, por meio da qual se solicita a penhora do bem, se houver, diretamente ao cartório extrajudicial.
Grata, Maria da Silva Adaptado de: https://arquivos.trf5.jus.br/TRF5/Legislacao %20Corregedoria
%20Of%20Circulares/2016/01/27/20160127 OficioCircularn0012016Comasrespostasde
SEALPBRNeCE.PDF. Acesso em: 14 out. 2022.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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CRÔNICA DO COTIDIANO – UM TAL DE VOUCHER
Auridan Dantas
Época de férias é uma onda. Tem de tudo um pouco: excursões, farofeiros, cruzeiros e simples viagens.
Numa dessas viagens, um colega beradeiro aprontou uma, pois jamais tinha ido a um hotel. No máximo, uma hospedagem numa Kombi – (não vou dizer o nome, senão ganho um inimigo). Ajudado por colegas, fez a reserva em um hotel, pela internet, e levou a família: esposa e dois filhos. Os colegas fizeram todos os demais procedimentos e entregaram a ele a confirmação da reserva.
Ao chegar ao hotel, o recepcionista perguntou se ele tinha trazido o VOUCHER. Ele de pronto respondeu: não. Só veio eu, a Gorete – minha esposa, o VALTER e o VOLBER – meus filhos. Não sei nem quem é esse tal de Voucher, e tenho pena dele, pois o cabra só nascer uma vez, e ainda ter um nome desses. É sacanagem dos pais.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas
de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Em relação ao excerto “[...] um colega beradeiro aprontou uma [...]”, assinale a alternativa correta.
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CRÔNICA DO COTIDIANO – UM TAL DE VOUCHER
Auridan Dantas
Época de férias é uma onda. Tem de tudo um pouco: excursões, farofeiros, cruzeiros e simples viagens.
Numa dessas viagens, um colega beradeiro aprontou uma, pois jamais tinha ido a um hotel. No máximo, uma hospedagem numa Kombi – (não vou dizer o nome, senão ganho um inimigo). Ajudado por colegas, fez a reserva em um hotel, pela internet, e levou a família: esposa e dois filhos. Os colegas fizeram todos os demais procedimentos e entregaram a ele a confirmação da reserva.
Ao chegar ao hotel, o recepcionista perguntou se ele tinha trazido o VOUCHER. Ele de pronto respondeu: não. Só veio eu, a Gorete – minha esposa, o VALTER e o VOLBER – meus filhos. Não sei nem quem é esse tal de Voucher, e tenho pena dele, pois o cabra só nascer uma vez, e ainda ter um nome desses. É sacanagem dos pais.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas
de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Assinale a alternativa em que a reescrita fornecida entre parênteses está correta gramaticalmente e mantém o mesmo significado e grau de formalidade que o excerto original.
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CRÔNICA DO COTIDIANO – UM TAL DE VOUCHER
Auridan Dantas
Época de férias é uma onda. Tem de tudo um pouco: excursões, farofeiros, cruzeiros e simples viagens.
Numa dessas viagens, um colega beradeiro aprontou uma, pois jamais tinha ido a um hotel. No máximo, uma hospedagem numa Kombi – (não vou dizer o nome, senão ganho um inimigo). Ajudado por colegas, fez a reserva em um hotel, pela internet, e levou a família: esposa e dois filhos. Os colegas fizeram todos os demais procedimentos e entregaram a ele a confirmação da reserva.
Ao chegar ao hotel, o recepcionista perguntou se ele tinha trazido o VOUCHER. Ele de pronto respondeu: não. Só veio eu, a Gorete – minha esposa, o VALTER e o VOLBER – meus filhos. Não sei nem quem é esse tal de Voucher, e tenho pena dele, pois o cabra só nascer uma vez, e ainda ter um nome desses. É sacanagem dos pais.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas
de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
A partir da leitura do texto, é correto afirmar que
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CRÔNICA DO COTIDIANO – UM TAL DE VOUCHER
Auridan Dantas
Época de férias é uma onda. Tem de tudo um pouco: excursões, farofeiros, cruzeiros e simples viagens.
Numa dessas viagens, um colega beradeiro aprontou uma, pois jamais tinha ido a um hotel. No máximo, uma hospedagem numa Kombi – (não vou dizer o nome, senão ganho um inimigo). Ajudado por colegas, fez a reserva em um hotel, pela internet, e levou a família: esposa e dois filhos. Os colegas fizeram todos os demais procedimentos e entregaram a ele a confirmação da reserva.
Ao chegar ao hotel, o recepcionista perguntou se ele tinha trazido o VOUCHER. Ele de pronto respondeu: não. Só veio eu, a Gorete – minha esposa, o VALTER e o VOLBER – meus filhos. Não sei nem quem é esse tal de Voucher, e tenho pena dele, pois o cabra só nascer uma vez, e ainda ter um nome desses. É sacanagem dos pais.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas
de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Referente ao excerto “Só veio eu, a Gorete – minha esposa, o VALTER e o VOLBER – meus filhos.”, assinale a alternativa correta.
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O texto a seguir refere-se às questões 1 a 6.
CRÔNICA DO COTIDIANO – CEGUEIRA DAS CORES
Auridan Dantas
Sorte ou falta de sorte? Sei lá. Acromatopsia? Você sabe o que é? Popularmente é conhecida como a cegueira das cores. Cientificamente é um problema de num sei que lá, num sei que lá, num sei que lá, bem invocado. E, didaticamente, é uma situação em que o sujeito não identifica determinadas cores, em especial as cores pardas.
Esse troço só acomete 7% da população masculina mundial. E adivinhe quem foi “premiado” com isso? O leso aqui. Um mundo tão grande, com tanta gente, e essa porcaria vir me achar aqui em Natal.
E é por isso que faço parte da história da educação mundial, pois sou o único cidadão do mundo que repetiu o jardim de infância. Isso mesmo, repeti o jardim de infância. Fico pensando naquelas coleções de lápis coloridos em cima da mesa (que têm umas 200 cores), a professora me mandando usar a cor verde, e eu tateando todos os lápis, e pegando exatamente os que não eram verdes. Castigo na certa.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
O excerto “Castigo na certa.”
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O texto a seguir refere-se às questões 1 a 6.
CRÔNICA DO COTIDIANO – CEGUEIRA DAS CORES
Auridan Dantas
Sorte ou falta de sorte? Sei lá. Acromatopsia? Você sabe o que é? Popularmente é conhecida como a cegueira das cores. Cientificamente é um problema de num sei que lá, num sei que lá, num sei que lá, bem invocado. E, didaticamente, é uma situação em que o sujeito não identifica determinadas cores, em especial as cores pardas.
Esse troço só acomete 7% da população masculina mundial. E adivinhe quem foi “premiado” com isso? O leso aqui. Um mundo tão grande, com tanta gente, e essa porcaria vir me achar aqui em Natal.
E é por isso que faço parte da história da educação mundial, pois sou o único cidadão do mundo que repetiu o jardim de infância. Isso mesmo, repeti o jardim de infância. Fico pensando naquelas coleções de lápis coloridos em cima da mesa (que têm umas 200 cores), a professora me mandando usar a cor verde, e eu tateando todos os lápis, e pegando exatamente os que não eram verdes. Castigo na certa.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Assinale a alternativa em que a palavra “gente” é empregada com o mesmo sentido e a mesma classificação morfológica que em “Um mundo tão grande, com tanta gente [...]”.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 6.
CRÔNICA DO COTIDIANO – CEGUEIRA DAS CORES
Auridan Dantas
Sorte ou falta de sorte? Sei lá. Acromatopsia? Você sabe o que é? Popularmente é conhecida como a cegueira das cores. Cientificamente é um problema de num sei que lá, num sei que lá, num sei que lá, bem invocado. E, didaticamente, é uma situação em que o sujeito não identifica determinadas cores, em especial as cores pardas.
Esse troço só acomete 7% da população masculina mundial. E adivinhe quem foi “premiado” com isso? O leso aqui. Um mundo tão grande, com tanta gente, e essa porcaria vir me achar aqui em Natal.
E é por isso que faço parte da história da educação mundial, pois sou o único cidadão do mundo que repetiu o jardim de infância. Isso mesmo, repeti o jardim de infância. Fico pensando naquelas coleções de lápis coloridos em cima da mesa (que têm umas 200 cores), a professora me mandando usar a cor verde, e eu tateando todos os lápis, e pegando exatamente os que não eram verdes. Castigo na certa.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Assinale a alternativa que fornece uma reescrita gramatical e semanticamente adequada para o excerto “Esse troço só acomete 7% da população masculina mundial.”.
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O texto a seguir refere-se às questões 1 a 6.
CRÔNICA DO COTIDIANO – CEGUEIRA DAS CORES
Auridan Dantas
Sorte ou falta de sorte? Sei lá. Acromatopsia? Você sabe o que é? Popularmente é conhecida como a cegueira das cores. Cientificamente é um problema de num sei que lá, num sei que lá, num sei que lá, bem invocado. E, didaticamente, é uma situação em que o sujeito não identifica determinadas cores, em especial as cores pardas.
Esse troço só acomete 7% da população masculina mundial. E adivinhe quem foi “premiado” com isso? O leso aqui. Um mundo tão grande, com tanta gente, e essa porcaria vir me achar aqui em Natal.
E é por isso que faço parte da história da educação mundial, pois sou o único cidadão do mundo que repetiu o jardim de infância. Isso mesmo, repeti o jardim de infância. Fico pensando naquelas coleções de lápis coloridos em cima da mesa (que têm umas 200 cores), a professora me mandando usar a cor verde, e eu tateando todos os lápis, e pegando exatamente os que não eram verdes. Castigo na certa.
Adaptado de: ARAÚJO, A. D.; DUMARESQ, M. A. M. C. Crônicas do cotidiano: as sagas de um beradeiro e uma enfermeira. Natal: IFRN, 2014. Acesso em: 14 out. 2022.
Referente aos recursos linguísticos empregados no texto, assinale a alternativa correta.
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