Foram encontradas 339 questões.
Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder às questões de números 7 a 9.
A estrela
Gatinho, meu amigo,
fazes ideia do que seja uma estrela?
Dizem que todo este nosso imenso planeta
coberto de oceanos e montanhas
é menos que um grão de poeira
se comparado a uma delas
Estrelas são explosões nucleares em cadeia
numa sucessão que dura bilhões de anos
O mesmo que a eternidade
Não obstante, Gatinho, confesso
que pouco me importa
quanto dura uma estrela
Importa-me quanto duras tu,
querido amigo,
e esses teus olhos azul-safira
com que me fitas
(Adaptado de: GULLAR, Ferreira. Boa companhia: Poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2003)
Retoma uma expressão anteriormente mencionada o que se sublinha em:
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Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder às questões de números 7 a 9.
A estrela
Gatinho, meu amigo,
fazes ideia do que seja uma estrela?
Dizem que todo este nosso imenso planeta
coberto de oceanos e montanhas
é menos que um grão de poeira
se comparado a uma delas
Estrelas são explosões nucleares em cadeia
numa sucessão que dura bilhões de anos
O mesmo que a eternidade
Não obstante, Gatinho, confesso
que pouco me importa
quanto dura uma estrela
Importa-me quanto duras tu,
querido amigo,
e esses teus olhos azul-safira
com que me fitas
(Adaptado de: GULLAR, Ferreira. Boa companhia: Poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2003)
Evidencia-se no poema
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Atenção: Leia o trecho a seguir do poema de Ferreira Gullar para responder às questões de números 7 a 9.
A estrela
Gatinho, meu amigo,
fazes ideia do que seja uma estrela?
Dizem que todo este nosso imenso planeta
coberto de oceanos e montanhas
é menos que um grão de poeira
se comparado a uma delas
Estrelas são explosões nucleares em cadeia
numa sucessão que dura bilhões de anos
O mesmo que a eternidade
Não obstante, Gatinho, confesso
que pouco me importa
quanto dura uma estrela
Importa-me quanto duras tu,
querido amigo,
e esses teus olhos azul-safira
com que me fitas
(Adaptado de: GULLAR, Ferreira. Boa companhia: Poesia. São Paulo: Companhia das Letras, 2003)
No verso Não obstante, Gatinho, confesso, a locução conjuntiva introduz, no contexto, uma
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Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 1 a 6.
A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
Mantendo as relações de sentido estabelecidas no contexto, o trecho sublinhado em Entidades diversas subsidiam pesquisas científicas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações pode ser substituído por:
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Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 1 a 6.
A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
No trecho mas avisou-a para nunca a abrir, pois sena melhor deixá-la intocada (2º parágrafo), os pronomes sublinhados referem-se, respectivamente, a:
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Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 1 a 6.
A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
O autor propõe que, para que se estabeleçam “novas formas de estar no mundo”, é preciso, entre outros:
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Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 1 a 6.
A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
O trecho que apresenta palavra formada a partir de prefixo de negação está em:
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Atenção: Leia o texto para responder às questões de números 1 a 6.
A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
A redação alternativa de um comentário baseado em trecho do texto, em que se mantém a correção gramatical, está em:
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A “caixa de Pandora” é uma metáfora usada para caracterizar ações que, menosprezando o princípio da precaução, desencadeiam consequências maléficas, terríveis e irreversíveis. O mito de Pandora origina-se nos poemas épicos de Hesíodo (a Teogonia), escritos durante o século VII a.C. e considerados uma das mais antigas versões sobre a origem do Universo.
Zeus deu a Pandora, como presente de casamento, uma caixa (na Grécia antiga, um jarro), mas avisou-a para nunca a abrir, pois seria melhor deixá-la intocada. A vontade de abri-la superou qualquer precaução: coisas horríveis voaram para fora, incluindo ganância, inveja, ódio, dor, doença, fome, pobreza, guerra e morte.
Hoje em dia, a caixa de Pandora continua sendo aberta, não por pessoas desavisadas, mas por personagens que prestam serviços em nome da ciência, da política e da economia.
Aí estão os agravos à saúde da população, à biodiversidade, ao habitat dos demais seres vivos, à preservação dos ecossistemas, à própria Terra como um todo. A confiança na tecnologia como panaceia para todos os males resultou em considerar a “inteligência artificial” como opção para o declínio da “inteligência natural”.
Efeitos adversos relativos ao ultraprocessamento dos alimentos, às transformações genéticas, às radiações eletromagnéticas continuam ainda pouco explorados. Entidades diversas subsidiam pesquisas cientificas, desde que seus resultados respaldem, a priori, o que afirmam sobre seus métodos, produtos e ações.
Jornalistas, influenciadores e meios de comunicação social teriam que destacar os objetivos desejáveis e colocar em debate os caminhos para alcançá-los.
O resgate da Terra e o resgate da humanidade são aspectos complementares e devem ser tratados simultaneamente, no Espaço e no tempo, para seu apoio mútuo.
A questão é que as mudanças dependem da adoção de novas formas de estar no mundo. Elas implicam o apoio de dimensões interdependentes: intima (mundo pessoal); interativa (relações grupais): social (política, econômica); e biofísica (condições ambientais).
Existe uma sinergia entre todas essas dimensões: elas podem se congregar em torno de objetivos comuns (ecossistemas), ou se repelirem (ruptura e caos).
Eis aqui a caixa de Pandora.
(Adaptado de: André Francisco Pilon. Disponível em: https://jornal.usp.br. Acesso em 06/2025)
Por meio da frase Eis aqui a caixa de Pandora, o autor alerta, sobretudo, contra
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