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Conforme preceitua o Decreto nº 5.296/2004, que regulamenta as Leis nº 10.098/2000 e nº 10.048/2000, as características do desenho e a instalação do mobiliário urbano devem garantir a aproximação segura e o uso por pessoa com deficiência visual, mental ou auditiva, a aproximação e o alcance visual e manual para as pessoas com deficiência física, em especial aquelas em cadeira de rodas, e a circulação livre de barreiras, atendendo às condições estabelecidas nas normas técnicas de acessibilidade da ABNT. Incluem-se nas condições narradas, dentre outras,
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O Município de São Paulo pretende construir um passeio público em área importante da cidade, de forma a garantir a segurança e a acessibilidade da população paulistana. No que concerne às características do passeio público, previsto expressamente na Lei nº 10.098/2000,
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Pedro tem 5 porcos. A balança que tem disponível consegue pesar 4 porcos juntos. Pedro agrupou os porcos em grupos distintos de 4 porcos, pesou cada grupo e obteve os seguintes valores: 289,5 kg; 291,5 kg, 293,0 kg, 294,0 kg e 296,0 kg. O peso médio dos 5 porcos, em kg, é
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Maria investiu R$ 5.000,00 em ações e perdeu 20% do valor investido. Para que Maria recupere a quantia investida inicialmente, a variação positiva necessária deve ser, em %, de
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Alguns números naturais distintos entre si e maiores do que 1 foram escritos na lousa. O produto dos menores é 8 e o produto dos maiores é 45. A soma dos números escritos na lousa é
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Em uma aula de dança formam-se duplas em que exatamente 1/3 dos rapazes estão com moças e exatamente metade das moças estão com rapazes. Se há 12 rapazes, o número total de alunos dessa aula é
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Atenção: Para responder às questões de números 6 a 9, baseie-se no texto abaixo.
A longa caminhada do nosso cérebro
Ao longo de milhões de anos de caminhada aleatória, a evolução natural no planeta Terra costurou uma rede tridimensional, composta de feixes, folhas e bobinas de substância branca neural. Conduzindo e acelerando cargas eletrobiológicas diminutas, geradas por dezenas de bilhões de neurônios, esse arcabouço orgânico pariu um tipo de interação eletromagnética única, a qual dotou o cérebro de primatas de um precioso presente: o seu próprio ponto de vista.
De dentro da sinfonia recursiva e imprevisível produzida por esse computador orgânico analógico-digital, o cérebro nosso emergiu e dominou com requintes de virtuosidade o mecanismo biológico essencial da vida, que consiste em dissipar energias inúteis para embutir informações ricas em significado na própria carne.
A partir dessa receita de sobrevivência, nosso cérebro fez muito mais que simplesmente viver: ele construiu O universo humano usando a sopa de informação potencial generosamente oferecida pelo cosmos. Esse trabalho hercúleo só foi possível devido ao acúmulo cada vez maior de informação útil, de modo a que nosso cérebro desse acesso a formas de conhecimento, tecnologias, linguagens, interações sociais e construção da nossa realidade.
O que o futuro reserva para tanto trabalho cerebral? Autoaniquilação, uma nova espécie humana feita de zumbis biológicos digitais, ou o ansiado triunfo perene da condição humana? Seja qual for o destino reservado para essa trabalhosa jornada, certamente não haverá máquina capaz de superar as mais íntimas e doidivanas alegorias criadas por nosso cérebro. Muito menos de substituir o espantoso universo que ele criou.
(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel, O Verdadeiro Criador de Tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 373-374)
Considere as seguintes orações:
I. Nosso cérebro se formou ao longo de milhões de anos.
II. Nosso cérebro gerou bilhões de neurônios.
III. Nosso cérebro nos dotou de um ponto de vista.
Essas orações organizam-se com correção e coerência neste período único:
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Atenção: Para responder às questões de números 6 a 9, baseie-se no texto abaixo.
A longa caminhada do nosso cérebro
Ao longo de milhões de anos de caminhada aleatória, a evolução natural no planeta Terra costurou uma rede tridimensional, composta de feixes, folhas e bobinas de substância branca neural. Conduzindo e acelerando cargas eletrobiológicas diminutas, geradas por dezenas de bilhões de neurônios, esse arcabouço orgânico pariu um tipo de interação eletromagnética única, a qual dotou o cérebro de primatas de um precioso presente: o seu próprio ponto de vista.
De dentro da sinfonia recursiva e imprevisível produzida por esse computador orgânico analógico-digital, o cérebro nosso emergiu e dominou com requintes de virtuosidade o mecanismo biológico essencial da vida, que consiste em dissipar energias inúteis para embutir informações ricas em significado na própria carne.
A partir dessa receita de sobrevivência, nosso cérebro fez muito mais que simplesmente viver: ele construiu O universo humano usando a sopa de informação potencial generosamente oferecida pelo cosmos. Esse trabalho hercúleo só foi possível devido ao acúmulo cada vez maior de informação útil, de modo a que nosso cérebro desse acesso a formas de conhecimento, tecnologias, linguagens, interações sociais e construção da nossa realidade.
O que o futuro reserva para tanto trabalho cerebral? Autoaniquilação, uma nova espécie humana feita de zumbis biológicos digitais, ou o ansiado triunfo perene da condição humana? Seja qual for o destino reservado para essa trabalhosa jornada, certamente não haverá máquina capaz de superar as mais íntimas e doidivanas alegorias criadas por nosso cérebro. Muito menos de substituir o espantoso universo que ele criou.
(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel, O Verdadeiro Criador de Tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 373-374)
Chegará o dia em que haveremos de compor uma horda de zumbis a que venha a faltar uma real criatividade?
Uma adequada articulação entre os tempos e os modos verbais da frase acima persistirá caso se substituam os elementos sublinhados, na ordem dada, por:
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Atenção: Para responder às questões de números 6 a 9, baseie-se no texto abaixo.
A longa caminhada do nosso cérebro
Ao longo de milhões de anos de caminhada aleatória, a evolução natural no planeta Terra costurou uma rede tridimensional, composta de feixes, folhas e bobinas de substância branca neural. Conduzindo e acelerando cargas eletrobiológicas diminutas, geradas por dezenas de bilhões de neurônios, esse arcabouço orgânico pariu um tipo de interação eletromagnética única, a qual dotou o cérebro de primatas de um precioso presente: o seu próprio ponto de vista.
De dentro da sinfonia recursiva e imprevisível produzida por esse computador orgânico analógico-digital, o cérebro nosso emergiu e dominou com requintes de virtuosidade o mecanismo biológico essencial da vida, que consiste em dissipar energias inúteis para embutir informações ricas em significado na própria carne.
A partir dessa receita de sobrevivência, nosso cérebro fez muito mais que simplesmente viver: ele construiu O universo humano usando a sopa de informação potencial generosamente oferecida pelo cosmos. Esse trabalho hercúleo só foi possível devido ao acúmulo cada vez maior de informação útil, de modo a que nosso cérebro desse acesso a formas de conhecimento, tecnologias, linguagens, interações sociais e construção da nossa realidade.
O que o futuro reserva para tanto trabalho cerebral? Autoaniquilação, uma nova espécie humana feita de zumbis biológicos digitais, ou o ansiado triunfo perene da condição humana? Seja qual for o destino reservado para essa trabalhosa jornada, certamente não haverá máquina capaz de superar as mais íntimas e doidivanas alegorias criadas por nosso cérebro. Muito menos de substituir o espantoso universo que ele criou.
(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel, O Verdadeiro Criador de Tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 373-374)
Ao contrário do modo como operam as máquinas, nosso cérebro resguarda em si mesmo uma dimensão subjetiva, tal como expressamente entende o autor quando se refere à
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Atenção: Para responder às questões de números 6 a 9, baseie-se no texto abaixo.
A longa caminhada do nosso cérebro
Ao longo de milhões de anos de caminhada aleatória, a evolução natural no planeta Terra costurou uma rede tridimensional, composta de feixes, folhas e bobinas de substância branca neural. Conduzindo e acelerando cargas eletrobiológicas diminutas, geradas por dezenas de bilhões de neurônios, esse arcabouço orgânico pariu um tipo de interação eletromagnética única, a qual dotou o cérebro de primatas de um precioso presente: o seu próprio ponto de vista.
De dentro da sinfonia recursiva e imprevisível produzida por esse computador orgânico analógico-digital, o cérebro nosso emergiu e dominou com requintes de virtuosidade o mecanismo biológico essencial da vida, que consiste em dissipar energias inúteis para embutir informações ricas em significado na própria carne.
A partir dessa receita de sobrevivência, nosso cérebro fez muito mais que simplesmente viver: ele construiu O universo humano usando a sopa de informação potencial generosamente oferecida pelo cosmos. Esse trabalho hercúleo só foi possível devido ao acúmulo cada vez maior de informação útil, de modo a que nosso cérebro desse acesso a formas de conhecimento, tecnologias, linguagens, interações sociais e construção da nossa realidade.
O que o futuro reserva para tanto trabalho cerebral? Autoaniquilação, uma nova espécie humana feita de zumbis biológicos digitais, ou o ansiado triunfo perene da condição humana? Seja qual for o destino reservado para essa trabalhosa jornada, certamente não haverá máquina capaz de superar as mais íntimas e doidivanas alegorias criadas por nosso cérebro. Muito menos de substituir o espantoso universo que ele criou.
(Adaptado de: NICOLELIS, Miguel, O Verdadeiro Criador de Tudo. São Paulo: Planeta, 2020, p. 373-374)
Atentando-se para seu sentido no contexto, o segmento
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