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Texto para o item
Proposições são sentenças que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F —, de forma que um julgamento exclui o outro, e são simbolizadas por letras maiúsculas, como P, Q, R etc. Novas proposições podem ser construídas usando-se símbolos especiais e parênteses. Uma expressão da forma P → Q é uma proposição cuja leitura é “se P então Q” e tem valor lógico F quando P é V e Q é F; caso contrário, é V. Uma expressão da forma P!$ \lor !$Q é uma proposição que se lê: “P ou Q”, e é F quando P e Q são F; caso contrário, é V. Uma expressão da forma P!$ \land !$Q, que se lê “P e Q”, é V quando P e Q são V; caso contrário, é F. A forma ¬P simboliza a negação da proposição P e tem valores lógicos contrários a P. Um argumento lógico válido é uma sequência de proposições em que algumas são chamadas premissas e são verdadeiras por hipótese, e as demais são chamadas conclusões e são verdadeiras por consequência das premissas.
Considerando que cada proposição lógica simples seja representada por uma letra maiúscula e utilizando os símbolos usuais para os conectivos lógicos, julgue o item seguinte.
A sentença “Trabalhar no TRT é o sonho de muitas pessoas e, quanto mais elas estudam, mais chances elas têm de alcançar esse objetivo” é representada corretamente pela expressão simbólica S !$ \land !$ T.
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Texto para o item
Proposições são sentenças que podem ser julgadas como verdadeiras — V — ou falsas — F —, de forma que um julgamento exclui o outro, e são simbolizadas por letras maiúsculas, como P, Q, R etc. Novas proposições podem ser construídas usando-se símbolos especiais e parênteses. Uma expressão da forma P → Q é uma proposição cuja leitura é “se P então Q” e tem valor lógico F quando P é V e Q é F; caso contrário, é V. Uma expressão da forma P!$ \lor !$Q é uma proposição que se lê: “P ou Q”, e é F quando P e Q são F; caso contrário, é V. Uma expressão da forma P!$ \land !$Q, que se lê “P e Q”, é V quando P e Q são V; caso contrário, é F. A forma ¬P simboliza a negação da proposição P e tem valores lógicos contrários a P. Um argumento lógico válido é uma sequência de proposições em que algumas são chamadas premissas e são verdadeiras por hipótese, e as demais são chamadas conclusões e são verdadeiras por consequência das premissas.
Considerando que cada proposição lógica simples seja representada por uma letra maiúscula e utilizando os símbolos usuais para os conectivos lógicos, julgue o item seguinte.
A sentença “Homens e mulheres, ou melhor, todos da raça humana são imprevisíveis” é representada corretamente pela expressão simbólica (P !$ \land !$ Q) → R.
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Estado brasileiro, um gigante gastador
A cada ano, aproximadamente 92% dos gastos do governo federal — excluindo-se pagamento de dívidas e transferências — são engolidos pelas engrenagens do Estado brasileiro. De cada 100 reais, 25 são destinados ao pagamento de pessoal, e outros 67, ao custeio da máquina — despesas que vão do cafezinho servido nas repartições públicas à gasolina que move os veículos de autoridades. Para investimentos em infraestrutura, saúde, ciência etc., sobram apenas 8%. Outra demonstração de como a máquina drena os recursos do país está nas estatísticas levantadas pelo professor de finanças públicas Ricardo Bergamini. De janeiro de 2003 até abril de 2010, o gabinete da Presidência da República desembolsou 23,4 bilhões de reais. A quantia superou os gastos individuais de sete ministérios: Orçamento e Gestão, Relações Exteriores, Indústria e Comércio, Meio Ambiente, Comunicações, Esportes, Cultura e Turismo. Esse é o retrato das contas públicas brasileiras.
Pedro Rubens. Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item seguinte.
Os travessões em "governo federal — excluindo-se" e "transferências — são engolidos" poderiam ser substituídos por vírgulas, sem prejuízo para a correção gramatical e sem alterar o sentido original do texto.
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Estado brasileiro, um gigante gastador
A cada ano, aproximadamente 92% dos gastos do governo federal — excluindo-se pagamento de dívidas e transferências — são engolidos pelas engrenagens do Estado brasileiro. De cada 100 reais, 25 são destinados ao pagamento de pessoal, e outros 67, ao custeio da máquina — despesas que vão do cafezinho servido nas repartições públicas à gasolina que move os veículos de autoridades. Para investimentos em infraestrutura, saúde, ciência etc., sobram apenas 8%. Outra demonstração de como a máquina drena os recursos do país está nas estatísticas levantadas pelo professor de finanças públicas Ricardo Bergamini. De janeiro de 2003 até abril de 2010, o gabinete da Presidência da República desembolsou 23,4 bilhões de reais. A quantia superou os gastos individuais de sete ministérios: Orçamento e Gestão, Relações Exteriores, Indústria e Comércio, Meio Ambiente, Comunicações, Esportes, Cultura e Turismo. Esse é o retrato das contas públicas brasileiras.
Pedro Rubens. Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item seguinte.
O emprego do acento grave em “à gasolina” justifica-se pela regência de “repartições públicas” e pela presença de artigo definido feminino.
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Estado brasileiro, um gigante gastador
A cada ano, aproximadamente 92% dos gastos do governo federal — excluindo-se pagamento de dívidas e transferências — são engolidos pelas engrenagens do Estado brasileiro. De cada 100 reais, 25 são destinados ao pagamento de pessoal, e outros 67, ao custeio da máquina — despesas que vão do cafezinho servido nas repartições públicas à gasolina que move os veículos de autoridades. Para investimentos em infraestrutura, saúde, ciência etc., sobram apenas 8%. Outra demonstração de como a máquina drena os recursos do país está nas estatísticas levantadas pelo professor de finanças públicas Ricardo Bergamini. De janeiro de 2003 até abril de 2010, o gabinete da Presidência da República desembolsou 23,4 bilhões de reais. A quantia superou os gastos individuais de sete ministérios: Orçamento e Gestão, Relações Exteriores, Indústria e Comércio, Meio Ambiente, Comunicações, Esportes, Cultura e Turismo. Esse é o retrato das contas públicas brasileiras.
Pedro Rubens. Internet: <http://veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com base no texto acima, julgue o item seguinte.
O texto, que é predominantemente narrativo, apresenta detalhes sobre o serviço público no Brasil.
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Carga tributária penaliza a todos, sobretudo os mais pobres
Brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país sabem que pagam impostos quando consomem. A conclusão está exposta no livro O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo, do cientista social e sócio-diretor do Instituto Análise, Carlos Alberto Almeida. Tal como em seu best-seller A Cabeça do Brasileiro, o autor expõe no livro as conclusões de pesquisa realizada em todo o país. A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado e revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria desconhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais. Os que se arriscam a adivinhar tendem a ser generosos com o governo e respondem que o volume de impostos é bem menor do que realmente o é. Nesse sentido, o livro propõe-se a jogar luz sobre grave deficiência do complexo sistema tributário nacional: o fato de muitos impostos que pesam sobre a economia serem invisíveis ao contribuinte.
Beatriz Ferrari. Internet: <www.veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
Infere-se do texto que, também em classes sociais de maior poder aquisitivo, há desconhecimento sobre o sistema de tributação de bens e serviços no Brasil.
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Carga tributária penaliza a todos, sobretudo os mais pobres
Brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país sabem que pagam impostos quando consomem. A conclusão está exposta no livro O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo, do cientista social e sócio-diretor do Instituto Análise, Carlos Alberto Almeida. Tal como em seu best-seller A Cabeça do Brasileiro, o autor expõe no livro as conclusões de pesquisa realizada em todo o país. A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado e revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria desconhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais. Os que se arriscam a adivinhar tendem a ser generosos com o governo e respondem que o volume de impostos é bem menor do que realmente o é. Nesse sentido, o livro propõe-se a jogar luz sobre grave deficiência do complexo sistema tributário nacional: o fato de muitos impostos que pesam sobre a economia serem invisíveis ao contribuinte.
Beatriz Ferrari. Internet: <www.veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
O trecho “jogar luz sobre” poderia ser substituído por esclarecer, sem prejuízo de sentido para o texto.
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Carga tributária penaliza a todos, sobretudo os mais pobres
Brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país sabem que pagam impostos quando consomem. A conclusão está exposta no livro O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo, do cientista social e sócio-diretor do Instituto Análise, Carlos Alberto Almeida. Tal como em seu best-seller A Cabeça do Brasileiro, o autor expõe no livro as conclusões de pesquisa realizada em todo o país. A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado e revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria desconhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais. Os que se arriscam a adivinhar tendem a ser generosos com o governo e respondem que o volume de impostos é bem menor do que realmente o é. Nesse sentido, o livro propõe-se a jogar luz sobre grave deficiência do complexo sistema tributário nacional: o fato de muitos impostos que pesam sobre a economia serem invisíveis ao contribuinte.
Beatriz Ferrari. Internet: <www.veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
Em “realmente o é”, o pronome átono “o” refere-se ao substantivo “volume”.
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Carga tributária penaliza a todos, sobretudo os mais pobres
Brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país sabem que pagam impostos quando consomem. A conclusão está exposta no livro O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo, do cientista social e sócio-diretor do Instituto Análise, Carlos Alberto Almeida. Tal como em seu best-seller A Cabeça do Brasileiro, o autor expõe no livro as conclusões de pesquisa realizada em todo o país. A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado e revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria desconhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais. Os que se arriscam a adivinhar tendem a ser generosos com o governo e respondem que o volume de impostos é bem menor do que realmente o é. Nesse sentido, o livro propõe-se a jogar luz sobre grave deficiência do complexo sistema tributário nacional: o fato de muitos impostos que pesam sobre a economia serem invisíveis ao contribuinte.
Beatriz Ferrari. Internet: <www.veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
A supressão das vírgulas no trecho “revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria” não acarretaria prejuízo à correção gramatical do período.
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Carga tributária penaliza a todos, sobretudo os mais pobres
Brasileiros de todas as classes sociais e regiões do país sabem que pagam impostos quando consomem. A conclusão está exposta no livro O Dedo na Ferida: Menos Imposto, Mais Consumo, do cientista social e sócio-diretor do Instituto Análise, Carlos Alberto Almeida. Tal como em seu best-seller A Cabeça do Brasileiro, o autor expõe no livro as conclusões de pesquisa realizada em todo o país. A que deu origem a O Dedo na Ferida foi realizada no ano passado e revela que, apesar de a população estar ciente de que é tributada ao adquirir bens e serviços, a maioria desconhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais. Os que se arriscam a adivinhar tendem a ser generosos com o governo e respondem que o volume de impostos é bem menor do que realmente o é. Nesse sentido, o livro propõe-se a jogar luz sobre grave deficiência do complexo sistema tributário nacional: o fato de muitos impostos que pesam sobre a economia serem invisíveis ao contribuinte.
Beatriz Ferrari. Internet: <www.veja.abril.com.br> (com adaptações).
Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item subsequente.
Segundo o texto, o consumidor brasileiro, estando ciente da tributação de bens e serviços no Brasil, conhece a proporção dos impostos embutidos nos preços finais.
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