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Foram encontradas 777 questões.

862737 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Defina X como uma população com um parâmetro de interesse θ. Seja (X1, X2, ..., Xn) uma amostra aleatória simples extraída desta população e seja \( \hat {\theta} \) um estimador do parâmetro θ . Analise as seguintes propriedades do estimador \( \hat {\theta} \):
I. Se E \( (\hat {\theta}) \) = θ, \( \hat {\theta} \) é um estimador não-tendencioso do parâmetro populacional θ .
II. Se \( \hat {\theta} \) é um estimador não tendencioso de um parâmetro θ, \( \hat {\theta} \) é consistente se à medida que o tamanho da amostra aumenta a variabilidade do estimador diminui, ou seja, se Enunciado 4012295-1
III. S2 é estimador tendencioso mas consistente da variância da população σ2, representado por \( \hat {S} ^2 = \dfrac {N-1} {N} S^2. \)
Assinale
 

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862736 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: Consulplan
Orgão: TSE
Dada a função sen f(x,y) = ey sen x+In yx . A segunda derivada parcial em y, fyy, é
 

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862734 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Assinale a alternativa em que a alteração da ordem das duas palavras implique mudança semântica.
 

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862733 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Enquanto o primeiro é regido por valores como amor e lealdade, o segundo tem como marca indexadores monetários e contratos. (L. 25-27) Assinale a alternativa que poderia substituir Enquanto no período anterior, sem modificação de sentido.
 

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862732 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe que, no mundo das relações sociais, o presente serve para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo que ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar naquele restaurante chique ou um perfume um pouco mais caro. (L. 29-34). No trecho anterior, o sinal de dois pontos introduz
 

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862730 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Em relação ao uso da primeira pessoa no texto, é correto afirmar que
 

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Assinale a alternativa em que a alteração estrutural de um trecho do texto NÃO tenha provocado inadequação de ordem gramatical ou discursiva nem alteração semântica.
 

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862728 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Em vales-presentes (L. 37), o plural se fez com a flexão dos dois elementos. Assinale a palavra composta em que se devem pluralizar igualmente os dois elementos.
 

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862727 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: TSE

Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Com base na leitura do texto e os sentidos por ele produzidos, analise as afirmativas a seguir:

I. O presente perfeito é dinheiro vivo.

II. O mundo das relações sociais não é perfeitamente racional.

III. O presente ideal é o que sirva para aliviar culpas.

Assinale
 

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862726 Ano: 2012
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Presente perfeito

Aproveito a chegada do 13° salário e a proximidade

do Natal para discutir o presente perfeito. Num mundo

perfeitamente racional, ninguém nem pestanejaria antes

de presentear seus familiares e amigos com dinheiro

vivo.

Em princípio, nada pode ser melhor. Elimina-se o

risco de errar, pois o presenteado escolhe o que quiser, e

no tamanho certo. Melhor, ele pode juntar recursos de

diversas origens e comprar um item mais caro, que

ninguém sozinho poderia oferecer-lhe.

Só que o mundo não é um lugar racional. Se você

regalar sua mulher com um caríssimo jantar na

expectativa de uma noite tórrida de amor, estará sendo

romântico. Mas, se ousar oferecer-lhe dinheiro para o

mesmo fim, torna-se um simples cafajeste.

Analogamente, você ficará bem se levar um bom

vinho para o almoço de Dia das Mães na casa da sogra.

Experimente, porém, sacar a carteira e estender-lhe R$

200 ao fim da refeição e se tornará “persona non grata”

para sempre naquele lar.

Essas incongruências chamaram a atenção de

economistas comportamentais, que desenvolveram

modelos para explicá-las. Aparentemente, vivemos em

dois mundos distintos, o das relações sociais e o da

economia de mercado. Enquanto o primeiro é regido por

valores como amor e lealdade, o segundo tem como

marca indexadores monetários e contratos. Sempre que

misturamos os dois registros, surgem mal-entendidos.

O economista Dan Ariely vai mais longe e propõe

que, no mundo das relações sociais, o presente serve

para aliviar culpas: ofereça ao presenteado algo de que

ele goste, mas acha bobagem comprar, como um jantar

naquele restaurante chique ou um perfume um pouco

mais caro. O que você está lhe dando, na verdade, é uma

licença para ser extravagante.

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o

sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais

são que dinheiro com prazo de validade e restrições de

onde pode ser gasto.

(Hélio Schwartsman. Folha de S.Paulo, 4/12/2011, com adaptações)

Segundo Ariely, é esse mecanismo que explica o sucesso de vales-presentes e congêneres, que nada mais são que dinheiro com prazo de validade e restrições de onde pode ser gasto. (L. 36-39) No trecho anterior, o pronome destacado, em relação ao texto, exerce papel
 

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