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DIRIGIR COM MENOS DE 5 HORAS DE SONO PODE SER TÃO PERIGOSO QUANTO DIRIGIR BÉBADO
Por Leo Caparroz — 12 abr 2023
Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
No excerto “[...] entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço.”, o termo em destaque
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DIRIGIR COM MENOS DE 5 HORAS DE SONO PODE SER TÃO PERIGOSO QUANTO DIRIGIR BÉBADO
Por Leo Caparroz — 12 abr 2023
Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
A partir da leitura do quarto parágrafo do texto, é correto afirmar que
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Por Leo Caparroz — 12 abr 2023
Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Qual é o referente retomado pela expressão "esse número”, presente no segundo parágrafo do texto?
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Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Na expressão “infração gravíssima”, o item em destaque
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Por Leo Caparroz — 12 abr 2023
Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Em “[...] trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir [...]”, o termo destacado indica
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Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Em “Não é o ideal, mas é alguma coisa.”, a vírgula
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Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Assinale a alternativa em que a palavra "achado(s)" apresenta a mesma classificação e o mesmo significado que em "Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep, mostram que [...)".
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Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Assinale a alternativa em que o termo destacado NÃO é uma conjunção subordinativa condicional que estabelece entre as orações uma relação de condição.
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Os perigos de beber e dirigir já são bem conhecidos. Agora, um estudo feito por um grupo de cientistas australianos mostra que, se você tiver dormido mal, também não deveria pegar o volante.
Uma pesquisa de 2021 apontou que entre 10% e 20% dos acidentes de trânsito provavelmente eram causados, ao menos em parte, pelo cansaço. Buscando alternativas para diminuir esse número, os pesquisadores australianos avaliaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo para determinar quantas horas de sono você precisaria para dirigir com segurança.
Os novos achados, publicados na revista Nature and Science of Sleep este ano, mostram que dormir por menos de 4 ou 5 horas nas 24 horas anteriores praticamente dobra o risco de um acidente. O risco é o mesmo observado em motoristas com 0,05% de álcool no sangue.
Diferente de um happy hour depois do serviço, as pessoas não costumam escolher dormir menos. Pessoas com distúrbios no sono, pais de recém-nascidos e trabalhadores de turnos noturnos podem, às vezes, não conseguir dormir a quantidade necessária por dia. Seria difícil controlar o nível de sono dos motoristas. Não existe um “teste de bafômetro” que avalie a fadiga na beira da estrada, o quanto você dormiu ou quão debilitado está.
Alguns regulamentos já levam em conta o cansaço no trânsito. No estado americano de Nova Jersey, uma lei determina que motoristas são legalmente prejudicados se, nas últimas 24 horas, não tiverem dormido nada. Não é o ideal, mas é alguma coisa.
No Brasil, não há uma especificação sobre o sono; mas, segundo o art. 169 do CTB, dirigir sem atenção ou cuidados indispensáveis à segurança caracteriza uma infração leve e, para o art. 166, entregar a direção do veículo a alguém que não esteja em estado físico ou psíquico de conduzir é infração gravíssima.
Já que a legislação não dá conta de regular esse tema, é útil seguir alguns conselhos práticos para decidir se você está ou não cansado demais para dirigir. Se você boceja com frequência, dá umas piscadas mais longas, está com a visão embaçada, tem dificuldade de manter a cabeça erguida e a velocidade estável, e faz desvios na pista, talvez seja melhor passar o volante. E se você dormiu por menos de cinco horas, talvez seja melhor nem arriscar.
Adaptado de: https://super.abril.com.br/ciencia/dirigir-com-menosde- 5-horas-de-sono-pode-ser-tao-perigoso-quanto-dirigir-bebado/. Acesso em: 15 abr. 20283.
Assinale a alternativa que apresenta uma reescrita gramaticalmente correta para o excerto “No Brasil, não há uma especificação sobre o sono
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LÍNGUA NATIVA INFLUENCIA NA CONECTIVIDADE DO CÉREBRO, CONCLUI ESTUDO
Por Redação Galileu — 21/03/2023 — 16h19
Cientistas do Instituto Max Planck de Ciências Humanas Cognitivas e do Cérebro, na Alemanha, encontraram evidências de que o idioma que falamos molda a conectividade em nosso cérebro, possivelmente influenciando a maneira como pensamos. O trabalho será publicado na edição de abril da revista científica Neurolmage.
Com a ajuda de tomografias de ressonância magnética, os estudiosos examinaram profundamente cérebros de falantes nativos de alemão e árabe, e descobriram diferenças na fiação das regiões cerebrais associadas à linguagem.
Os dados mostraram que as conexões de axônios da substância branca da rede de linguagem se adaptam às demandas e dificuldades de processamento da língua materna. “Os falantes nativos de árabe mostraram uma conectividade mais forte entre os hemisférios esquerdo e direito do que os falantes nativos de alemão”, explica Alfred Anwander, último autor do estudo, em comunicado. "Esse fortalecimento também foi encontrado entre as regiões semânticas da linguagem e pode estar relacionado ao processamento semântico e fonológico relativamente complexo do árabe.”
Ainda de acordo com a pesquisa, os falantes nativos de alemão mostraram uma conectividade mais forte na rede de idiomas do hemisfério esquerdo. Os autores argumentam que suas descobertas podem estar relacionadas ao complexo processamento sintático do alemão, devido à ordem livre das palavras e à maior distância de dependência dos elementos da frase.
Esse é um dos primeiros estudos a documentar as diferenças entre os cérebros de pessoas que cresceram com diferentes idiomas nativos e pode dar pistas para entender as diferenças de processamento intercultural no cérebro. Em uma próxima análise, a equipe pretende investigar mudanças estruturais longitudinais no cérebro de adultos de língua árabe à medida que aprendem alemão ao longo de seis meses.
Adaptado de: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/comportamento/noticia/2 023/03/lingua-nativa-influencia-na-conectividade-do-cerebroconclui- estudo.ghtml. Acesso em: 05 abr. 2028.
Assinale a alternativa que apresenta, entre parênteses, uma reescrita adequada para o excerto correspondente no que concerne ao uso ou não do acento indicativo de crase.
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