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Foram encontradas 272 questões.

2437372 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Sejam r e s retas paralelas cuja distância entre elas é 3m e MN um segmento unitário sobre a reta s. Se X é um ponto em r tal que a medida do segmento MX é 6m e se P é a projeção ortogonal de N sobre MX ou seu prolongamento, então a medida do segmento NP é

 

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2437371 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Seja f a função real definida para x real positivo por f(x) = !$ \sqrt{2x} !$x . Se definirmos a1 = !$ \sqrt{2} !$ e para cada número natural n > 1, an = f(an-1), então o valor de a4 é

 

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2437370 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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O maior número inteiro múltiplo de 3 e menor do que 7846 quando dividido por 7 deixa um resto igual a

 

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2437369 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Se as equações x2 – 6x + k = 0 e x2 – 2x + 1 = 0 admitem uma raiz comum, então, o valor de k é

 

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2437368 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Se ao aumentarmos, na mesma proporção, as medidas dos lados de um quadrado obtivermos um aumento de 69% em sua área, então o porcentual do aumento da medida do lado deste quadrado será

 

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2437367 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)

TEXTO III

Literatura

Como são lindos os teus alexandrinos,
que lindos são, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes”

São perfeitos os teus alexandrinos!

Mas como têm mais graça as asas dessa [abelha,
ou essa fúlvida centelha
que turbilhona sem parar!
Como são muito mais interessantes
que aqueles negros, inúteis elefantes,
esses pares de andorinhas que volteiam
em curvas longas, lentas pelo ar...

Poeta, que lindos são os teus alexandrinos
perfilados, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
Passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes...”

(Ronald de Carvalho. Da obra Epigramas Irônicos e Sentimentais. In: Antologia da Poesia Brasileira. Porto: Lello & Irmão Editores, 1984. p. 20-21.)

Nos dois últimos versos do poema, observa-se o emprego enfático de fonemas oclusivos. Esses fonemas prestam-se no poema a

I. sugerir o lento e custoso movimento dos elefantes.

II. simbolizar a tristeza do enunciador, ao falar da literatura.

III. enfatizar o peso dos elefantes, com seus corpos enormes.

Está correta a complementação contida em

 

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2437366 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)

TEXTO III

Literatura

Como são lindos os teus alexandrinos,
que lindos são, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes”

São perfeitos os teus alexandrinos!

Mas como têm mais graça as asas dessa [abelha,
ou essa fúlvida centelha
que turbilhona sem parar!
Como são muito mais interessantes
que aqueles negros, inúteis elefantes,
esses pares de andorinhas que volteiam
em curvas longas, lentas pelo ar...

Poeta, que lindos são os teus alexandrinos
perfilados, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
Passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes...”

(Ronald de Carvalho. Da obra Epigramas Irônicos e Sentimentais. In: Antologia da Poesia Brasileira. Porto: Lello & Irmão Editores, 1984. p. 20-21.)

Assinale V ou F conforme sejam verdadeiras ou falsas as afirmações feitas sobre o poema:

( ) Os dois primeiros versos têm valor de afirmação.

( ) O texto pode ser considerado um metapoema.

( ) As aspas usadas nos versos 3 e 4 e nos versos 15 e 16 justificam-se por corresponderem esses versos às vozes do outro.

( ) O emprego do mas no verso 6 introduz uma oposição: a voz do poeta modernista opõe-se à voz do poeta parnasiano.

( ) O sujeito lírico desautoriza a palavra do poeta parnasiano, usando uma palavra semelhante à desse poeta.

( ) o enunciador fala ao enunciatário, que é o poeta passadista, na segunda pessoa do singular.

Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

 

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2437365 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)

TEXTO III

Literatura

Como são lindos os teus alexandrinos,
que lindos são, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes”

São perfeitos os teus alexandrinos!

Mas como têm mais graça as asas dessa [abelha,
ou essa fúlvida centelha
que turbilhona sem parar!
Como são muito mais interessantes
que aqueles negros, inúteis elefantes,
esses pares de andorinhas que volteiam
em curvas longas, lentas pelo ar...

Poeta, que lindos são os teus alexandrinos
perfilados, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
Passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes...”

(Ronald de Carvalho. Da obra Epigramas Irônicos e Sentimentais. In: Antologia da Poesia Brasileira. Porto: Lello & Irmão Editores, 1984. p. 20-21.)

Assinale a alternativa em que o emprego dos pronomes esse(a,s) nas expressões referenciais — as asas dessa abelha; essa fúlvida centelha; esses pares de andorinhas — e aquele(s)aqueles negros, inúteis elefantes, foi justificado INCORRETAMENTE.

 

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2437364 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Contextualização para o texto III

(Ronald de Carvalho foi um dos escritores brasileiros que tiveram participação ativa na famigerada Semana de Arte Moderna, na qual pronunciou a conferência intitulada “A pintura e escultura moderna no Brasil”. Era um poeta de tendência conservadora, “indeciso entre o Simbolismo e o Parnasianismo”, conforme diz Agripino Grieco e como denunciam suas duas primeiras obras — Luz Gloriosa e Poemas e sonetos. Em 1922, porém, publica Epigramas Irônicos e Sentimentais, onde se pode encontrar uma teoria do verso moderno. Segundo Júlio de Carvalho, Ronald de Carvalho mostra, nessa obra, haver adquirido “consciência de que o poeta rompe em cada poema com uma série de códigos: o da língua, o da arte poética, etc.”.)

TEXTO III

Literatura

Como são lindos os teus alexandrinos,
que lindos são, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes”

São perfeitos os teus alexandrinos!

Mas como têm mais graça as asas dessa [abelha,
ou essa fúlvida centelha
que turbilhona sem parar!
Como são muito mais interessantes
que aqueles negros, inúteis elefantes,
esses pares de andorinhas que volteiam
em curvas longas, lentas pelo ar...

Poeta, que lindos são os teus alexandrinos
perfilados, solenes, elegantes...

“Sob o vivo clarão dos poentes purpurinos,
Passam, movendo a tromba, os tardos [elefantes...”

(Ronald de Carvalho. Da obra Epigramas Irônicos e Sentimentais. In: Antologia da Poesia Brasileira. Porto: Lello & Irmão Editores, 1984. p. 20-21.)

Escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso acerca do poema.

( ) Fala sobre o alexandrino com ironia.

( ) Cria uma metáfora para os alexandrinos, a qual salienta a sua extensão e a dificuldade de sua estrutura.

( ) No verso 5, há uma alusão à preocupação com a forma, característica dos parnasianos, que tinham predileção pelos alexandrinos.

( ) Entre os versos 6 e 12, há várias comparações que enfatizam a excelência dos versos modernos em relação ao alexandrino, pela agilidade e liberdade dos primeiros.

( ) O enunciador não consegue decidir-se entre os versos alexandrinos e os versos modernos.

Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:

 

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2437363 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UECE
Orgão: UECE
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Carta de Mário de Andrade a Carlos Drummond de Andrade

São Paulo, 10 novembro 1924

Meu caro Carlos Drummond

Já começava a desesperar da minha resposta? Meu Deus! Comecei esta carta com pretensão... Em todo caso de mim não desespere nunca. Eu respondo sempre aos amigos. Às vezes demoro um pouco, mas nunca por desleixo ou esquecimento. As solicitações da vida é que são muitas e as da minha agora muitíssimas. Atualmente as minhas preocupações são as seguintes: escrever dísticos estrambóticos e divertidos prum baile futurista que vai haver na alta roda daqui (a que não pertenço, aliás). Escolher vestidos extravagantes mas bonitos pra mulher dum amigo que vai ao tal baile. E escrever uma conferência sem valor mas que divirta pra uma festa que damos, o pianista Sousa Lima e eu, no Automóvel Clube, sexta-feira que vem. São as minhas grandes preocupações do momento. Serão desprezíveis pra qualquer idiota antiquado, aguado e simbolista. Pra mim são tão importantes como escrever um romance ou sofrer uma recusa de amor. Tudo está em gostar da vida e saber vivê-la. Só há um jeito feliz de viver a vida: é ter espírito religioso. Explico melhor: não se trata de ter espírito católico ou budista, trata-se de ter espírito religioso pra com a vida, isto é, viver com religião a vida. Eu sempre gostei muito de viver, de maneira que nenhuma manifestação da vida me é indiferente. [...] Eu tanto aprecio uma boa caminhada a pé até o alto da Lapa como uma tocata de Bach e ponho tanto entusiasmo e carinho no escrever um dístico que vai figurar nas paredes dum bailarico e morrer no lixo depois como um romance a que darei a impassível eternidade da impressão. Eu acho, Drummond, pensando bem, que o que falta pra certos moços de tendência modernista brasileiros é isso: gostarem de verdade da vida. Como não atinaram com o verdadeiro jeito de gostar da vida, cansam-se, ficam tristes ou então fingem alegria o que ainda é mais idiota do que ser sinceramente triste. Eu não posso compreender um homem de gabinete e vocês todos, do Rio, de Minas, do Norte me parecem um pouco de gabinete demais. Meu Deus! se eu estivesse nessas terras admiráveis em que vocês vivem, com que gosto, com que religião eu caminharia sempre pelo mesmo caminho (não há mesmo caminho pros amantes da Terra) em longas caminhadas! Que diabo! estudar é bom e eu também estudo. Mas depois do estudo do livro e do gozo do livro, ou antes vem o estudo e gozo da ação corporal. [...] um dos desastres que impedem a felicidade, que é naturalidade, de vocês está aí: em casa lendo, redação de jornal, café com amigos sobre tal livro, tal escritor, escrever coisas depois, talvez cinemas e depois farra com mulheres. Isso não é vida que se leve! Isso é vício. [...] Veja bem, eu não ataco nem nego a erudição e a civilização, como fez o Osvaldo num momento de erro, ao contrário respeito-as e cá tenho também (comedidamente, muito comedidamente) as minhas fichinhas de leitura. Mas vivo tudo. [...] E então parar e puxar conversa com gente chamada baixa e ignorante! Como é gostoso! Fique sabendo duma coisa, se não sabe ainda: é com essa gente que se aprende a sentir e não com a inteligência e a erudição livresca. Eles é que conservam o espírito religioso da vida e fazem tudo sublimemente num ritual esclarecido de religião. [...] li seu artigo. Está muito bom. Mas nele ressalta bem o que falta a você — espírito de mocidade brasileira. Está bom demais pra você. Quero dizer: está muito bem pensante, refletido, sereno, acomodado, justo, principalmente isso, escrito com grande espírito de justiça. Pois eu preferia que você dissesse asneiras, injustiças, maldades moças que nunca fizeram mal a quem sofre delas. Você é uma sólida inteligência e já muito bem mobiliada... à francesa. Com toda a abundância do meu coração eu lhe digo que isso é uma pena. Eu sofro com isso. Carlos, devote-se ao Brasil, junto comigo. Um abraço do

Mário de Andrade.

(Texto adaptado)

Leia o que se diz sobre alguns elementos do texto.

I. O pronome eles refere-se à expressão essa gente, por meio de uma relação ideológica.

II. O pronome isso refere-se ao vocábulo justo.

III. Na expressão maldades moças, moças funciona como determinante de maldades.

Está correto o que se afirma em

 

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