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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nosso corpo não metaboliza adoçantes – assim, não engordamos com eles e eliminamos tudo pela urina. Acontece que as estações de tratamento de água também não conseguem quebrar a molécula, o que faz com que a substância chegue intacta a lagos e rios. Foi o que descobriram cientistas que analisaram a água em 23 pontos do rio Grant, no Canadá. Eles encontraram sacarina, ciclamato e sucralose em concentrações de até 21 microgramas por litro. É pouco ainda, mas o rio abastece diversas cidades da região – agora com água realmente doce.
(Adaptado: ADOÇANTE contamina rios e lagos. (Supernovas). SuperInteressante. 350.ed. ago. 2015. p.12.)
Sobre o trecho “Nosso corpo não metaboliza adoçantes – assim, não engordamos com eles e eliminamos tudo pela urina”, considere as afirmativas a seguir.
I. O pronome “nosso” se refere tanto ao produtor quanto ao leitor do texto.
II. O termo “assim” pode ser substituído pela conjunção “entretanto”, sem alterar o sentido do trecho.
III. O termo “e” pode ser substituído pela palavra “mas”, sem alterar o sentido do trecho.
IV. O pronome “eles” faz referência ao termo “adoçantes”, expresso anteriormente.
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nosso corpo não metaboliza adoçantes – assim, não engordamos com eles e eliminamos tudo pela urina. Acontece que as estações de tratamento de água também não conseguem quebrar a molécula, o que faz com que a substância chegue intacta a lagos e rios. Foi o que descobriram cientistas que analisaram a água em 23 pontos do rio Grant, no Canadá. Eles encontraram sacarina, ciclamato e sucralose em concentrações de até 21 microgramas por litro. É pouco ainda, mas o rio abastece diversas cidades da região – agora com água realmente doce.
(Adaptado: ADOÇANTE contamina rios e lagos. (Supernovas). SuperInteressante. 350.ed. ago. 2015. p.12.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, um fato coerente com as informações apresentadas pelo texto.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Nosso corpo não metaboliza adoçantes – assim, não engordamos com eles e eliminamos tudo pela urina. Acontece que as estações de tratamento de água também não conseguem quebrar a molécula, o que faz com que a substância chegue intacta a lagos e rios. Foi o que descobriram cientistas que analisaram a água em 23 pontos do rio Grant, no Canadá. Eles encontraram sacarina, ciclamato e sucralose em concentrações de até 21 microgramas por litro. É pouco ainda, mas o rio abastece diversas cidades da região – agora com água realmente doce.
(Adaptado: ADOÇANTE contamina rios e lagos. (Supernovas). SuperInteressante. 350.ed. ago. 2015. p.12.)
Assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o objetivo do texto.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Teorias sobre o fim do mundo existem às centenas. Toda hora aparece, nos noticiários, um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio cético. No entanto, imaginar que um meteoro de grande porte caia em alguma parte da Terra ou que um vírus – natural ou não – dizime 99% da população não é apenas coisa para roteiristas de filmes apocalípticos. Tem muita gente que acredita – e se prepara – para o fim da humanidade como a conhecemos agora. Os preppers – ou preparadores – também são conhecidos como sobrevivencialistas e estão em todas as partes, comprando armas e estocando comida. Há livros e sites que ensinam como se preparar para tudo. O mais novo best-seller, por exemplo, é Emergência – Este livro vai salvar sua vida, em que o autor, o americano Neil Strauss, desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caótica. Ex -repórter do New York Times, Strauss detalha seu plano, contando como aprendeu a manusear armas, esconder seus bens do governo, sobreviver sozinho na mata e outras situações. O prepper pensa em tudo. Compra pilhas e baterias, estoca água – e compra produtos que ajudarão a purificar as águas poluídas pós-apocalípticas –, faz um estoque considerável de arroz, alimentos desidratados, frutas secas e enlatados. A questão é que poucos, muito poucos, admitirão que são preppers. “A maioria não quer que os outros saibam para que, no caso do fim do mundo, ninguém apareça na casa deles querendo que divida seus estoques”, diz o proprietário da loja Costal Inteligência Afiada, Marcos Yuasa. Vendendo todo tipo de coisas para acampamentos, cutelaria e material tático, Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: “Ele anda sempre com uma faca pequena e água”, diz. “Há várias teoriassobre como o mundo vai acabar – seja por desastres naturais, guerras bacteriológicas ou até apocalipse zumbi – mas, em todas, serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”. Yuasa cita os japoneses como exemplo de preppers organizados. “No último tsunami (em 2011), os japoneses se organizaram de uma forma tal que o grupo conseguiu sobreviver e voltar à vida normal”. No caso de brasileiros, ele não vê essa organização. “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos”.
(Adaptado de: ELORZA, T. Precavidos e
à espera do fim do mundo. Jornal de Londrina. 23 ago. 2015. Geral. p.14.)
Em relação ao fragmento “serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”, assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Teorias sobre o fim do mundo existem às centenas. Toda hora aparece, nos noticiários, um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio cético. No entanto, imaginar que um meteoro de grande porte caia em alguma parte da Terra ou que um vírus – natural ou não – dizime 99% da população não é apenas coisa para roteiristas de filmes apocalípticos. Tem muita gente que acredita – e se prepara – para o fim da humanidade como a conhecemos agora. Os preppers – ou preparadores – também são conhecidos como sobrevivencialistas e estão em todas as partes, comprando armas e estocando comida. Há livros e sites que ensinam como se preparar para tudo. O mais novo best-seller, por exemplo, é Emergência – Este livro vai salvar sua vida, em que o autor, o americano Neil Strauss, desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caótica. Ex -repórter do New York Times, Strauss detalha seu plano, contando como aprendeu a manusear armas, esconder seus bens do governo, sobreviver sozinho na mata e outras situações. O prepper pensa em tudo. Compra pilhas e baterias, estoca água – e compra produtos que ajudarão a purificar as águas poluídas pós-apocalípticas –, faz um estoque considerável de arroz, alimentos desidratados, frutas secas e enlatados. A questão é que poucos, muito poucos, admitirão que são preppers. “A maioria não quer que os outros saibam para que, no caso do fim do mundo, ninguém apareça na casa deles querendo que divida seus estoques”, diz o proprietário da loja Costal Inteligência Afiada, Marcos Yuasa. Vendendo todo tipo de coisas para acampamentos, cutelaria e material tático, Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: “Ele anda sempre com uma faca pequena e água”, diz. “Há várias teoriassobre como o mundo vai acabar – seja por desastres naturais, guerras bacteriológicas ou até apocalipse zumbi – mas, em todas, serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”. Yuasa cita os japoneses como exemplo de preppers organizados. “No último tsunami (em 2011), os japoneses se organizaram de uma forma tal que o grupo conseguiu sobreviver e voltar à vida normal”. No caso de brasileiros, ele não vê essa organização. “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos”.
(Adaptado de: ELORZA, T. Precavidos e
à espera do fim do mundo. Jornal de Londrina. 23 ago. 2015. Geral. p.14.)
Sobre o trecho “Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: ‘Ele anda sempre com uma faca pequena e água’, diz”, considere as afirmativas a seguir.
I. Após os dois pontos, as aspas são usadas para indicar uma citação.
II. Nas duas ocorrências do pronome “ele”, o pronome retoma o referente “Yuasa”.
III. A segunda ocorrência do termo “ele” gera duplo sentido.
IV. A conjunção “e” tem sentido de adição nas duas ocorrências.
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Teorias sobre o fim do mundo existem às centenas. Toda hora aparece, nos noticiários, um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio cético. No entanto, imaginar que um meteoro de grande porte caia em alguma parte da Terra ou que um vírus – natural ou não – dizime 99% da população não é apenas coisa para roteiristas de filmes apocalípticos. Tem muita gente que acredita – e se prepara – para o fim da humanidade como a conhecemos agora. Os preppers – ou preparadores – também são conhecidos como sobrevivencialistas e estão em todas as partes, comprando armas e estocando comida. Há livros e sites que ensinam como se preparar para tudo. O mais novo best-seller, por exemplo, é Emergência – Este livro vai salvar sua vida, em que o autor, o americano Neil Strauss, desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caótica. Ex -repórter do New York Times, Strauss detalha seu plano, contando como aprendeu a manusear armas, esconder seus bens do governo, sobreviver sozinho na mata e outras situações. O prepper pensa em tudo. Compra pilhas e baterias, estoca água – e compra produtos que ajudarão a purificar as águas poluídas pós-apocalípticas –, faz um estoque considerável de arroz, alimentos desidratados, frutas secas e enlatados. A questão é que poucos, muito poucos, admitirão que são preppers. “A maioria não quer que os outros saibam para que, no caso do fim do mundo, ninguém apareça na casa deles querendo que divida seus estoques”, diz o proprietário da loja Costal Inteligência Afiada, Marcos Yuasa. Vendendo todo tipo de coisas para acampamentos, cutelaria e material tático, Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: “Ele anda sempre com uma faca pequena e água”, diz. “Há várias teoriassobre como o mundo vai acabar – seja por desastres naturais, guerras bacteriológicas ou até apocalipse zumbi – mas, em todas, serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”. Yuasa cita os japoneses como exemplo de preppers organizados. “No último tsunami (em 2011), os japoneses se organizaram de uma forma tal que o grupo conseguiu sobreviver e voltar à vida normal”. No caso de brasileiros, ele não vê essa organização. “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos”.
(Adaptado de: ELORZA, T. Precavidos e
à espera do fim do mundo. Jornal de Londrina. 23 ago. 2015. Geral. p.14.)
Acerca das informações veiculadas pelo texto, considere as afirmativas a seguir.
I. Estocar alimentos e outros itens é uma atribuição dos sobrevivencialistas.
II. Pensar em si mesmo é uma característica do prepper.
III. Preparar-se para o fim da humanidade é preocupação para 99% da população.
IV. Crer no fim do mundo é fato atribuído a 1% da população.
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Teorias sobre o fim do mundo existem às centenas. Toda hora aparece, nos noticiários, um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio céticoI. No entanto, imaginar que um meteoro de grande porte caia em alguma parte da Terra ou que um vírus – natural ou não – dizime 99% da população não é apenas coisa para roteiristas de filmes apocalípticos. Tem muita gente que acredita – e se prepara – para o fim da humanidade como a conhecemos agora. Os preppers – ou preparadores – também são conhecidos como sobrevivencialistasII e estão em todas as partes, comprando armas e estocando comida. Há livros e sites que ensinam como se preparar para tudo. O mais novo best-seller, por exemplo, é Emergência – Este livro vai salvar sua vida, em que o autor, o americano Neil Strauss, desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caóticaIII. Ex -repórter do New York Times, Strauss detalha seu plano, contando como aprendeu a manusear armas, esconder seus bens do governo, sobreviver sozinho na mata e outras situações. O prepper pensa em tudo. Compra pilhas e baterias, estoca água – e compra produtos que ajudarão a purificar as águas poluídas pós-apocalípticas –, faz um estoque considerável de arroz, alimentos desidratados, frutas secas e enlatados. A questão é que poucos, muito poucos, admitirão que são preppers. “A maioria não quer que os outros saibam para que, no caso do fim do mundo, ninguém apareça na casa deles querendo que divida seus estoques”, diz o proprietário da loja Costal Inteligência Afiada, Marcos Yuasa. Vendendo todo tipo de coisas para acampamentos, cutelaria e material tático, Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: “Ele anda sempre com uma faca pequena e água”, diz. “Há várias teoriassobre como o mundo vai acabar – seja por desastres naturais, guerras bacteriológicas ou até apocalipse zumbi – mas, em todas, serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”. Yuasa cita os japoneses como exemplo de preppersII organizados. “No último tsunami (em 2011), os japoneses se organizaram de uma forma tal que o grupo conseguiu sobreviver e voltar à vida normal”. No caso de brasileiros, ele não vê essa organização. “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos”.IV
(Adaptado de: ELORZA, T. Precavidos e
à espera do fim do mundo. Jornal de Londrina. 23 ago. 2015. Geral. p.14.)
Em relação aos recursos linguísticos utilizados no texto, considere as afirmativas a seguir.
I. No fragmento “um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio cético”, os termos “preocupado” e “cético” são usados com sentidos opostos.
II. Os termos “preppers”, “preparadores” e “sobrevivencialistas” são utilizados no texto com o mesmo sentido.
III. Em “desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caótica”, o trecho dentro dos parênteses exclui a noção de condição e reforça a questão de tempo.
IV. O trecho “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos” é opinativo, marcado pela subjetividade do discurso direto.
Assinale a alternativa correta.
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
Teorias sobre o fim do mundo existem às centenas. Toda hora aparece, nos noticiários, um novo motivo para que se comece a olhar para o céu, meio preocupado, meio cético. No entanto, imaginar que um meteoro de grande porte caia em alguma parte da Terra ou que um vírus – natural ou não – dizime 99% da população não é apenas coisa para roteiristas de filmes apocalípticos. Tem muita gente que acredita – e se prepara – para o fim da humanidade como a conhecemos agora. Os preppers – ou preparadores – também são conhecidos como sobrevivencialistas e estão em todas as partes, comprando armas e estocando comida. Há livros e sites que ensinam como se preparar para tudo. O mais novo best-seller, por exemplo, é Emergência – Este livro vai salvar sua vida, em que o autor, o americano Neil Strauss, desenvolveu um plano de emergência para quando (e não se) a situação ficar caótica. Ex -repórter do New York Times, Strauss detalha seu plano, contando como aprendeu a manusear armas, esconder seus bens do governo, sobreviver sozinho na mata e outras situações. O prepper pensa em tudo. Compra pilhas e baterias, estoca água – e compra produtos que ajudarão a purificar as águas poluídas pós-apocalípticas –, faz um estoque considerável de arroz, alimentos desidratados, frutas secas e enlatados. A questão é que poucos, muito poucos, admitirão que são preppers. “A maioria não quer que os outros saibam para que, no caso do fim do mundo, ninguém apareça na casa deles querendo que divida seus estoques”, diz o proprietário da loja Costal Inteligência Afiada, Marcos Yuasa. Vendendo todo tipo de coisas para acampamentos, cutelaria e material tático, Yuasa está acostumado com os preppers e, segundo ele, são fáceis de reconhecer: “Ele anda sempre com uma faca pequena e água”, diz. “Há várias teoriassobre como o mundo vai acabar – seja por desastres naturais, guerras bacteriológicas ou até apocalipse zumbi – mas, em todas, serão dois tipos de pessoas que sobreviverão: os organizados e os não, mas que querem viver a todo custo”. Yuasa cita os japoneses como exemplo de preppers organizados. “No último tsunami (em 2011), os japoneses se organizaram de uma forma tal que o grupo conseguiu sobreviver e voltar à vida normal”. No caso de brasileiros, ele não vê essa organização. “Acho que seria como nos filmes, onde os sobreviventes invadem e saqueiam as lojas e vão se matando por causa dos recursos”.
(Adaptado de: ELORZA, T. Precavidos e
à espera do fim do mundo. Jornal de Londrina. 23 ago. 2015. Geral. p.14.)
Sobre as características tipológicas e de linguagem do texto, assinale a alternativa correta.
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Leia os textos a seguir e responda à questão.

(DAHMER, A. Malvados. Folha de S. Paulo. 20 ago. 2015. Ilustrada. C11.)
Acerca dos recursos de linguagem utilizados nos dois textos, considere as afirmativas a seguir.
I. O uso intenso de pontos de exclamação, no texto 1, deve-se ao tom de discussão entre as personagens.
II. No texto 1, os termos “POU” e “CRA” desempenham papel de concretizar, por meio de palavras, a violência entre as personagens.
III. No texto 2, o segundo quadro apresenta um sentido que condiciona o que foi dito no primeiro quadro.
IV. No texto 2, o uso do verbo “queremos” está inadequado ao contexto, e deveria ser utilizado “quero”.
Assinale a alternativa correta.
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Leia os textos a seguir e responda à questão.

(DAHMER, A. Malvados. Folha de S. Paulo. 20 ago. 2015. Ilustrada. C11.)
Em relação aos dois textos, considere as afirmativas a seguir.
I. O texto 1 termina com as personagens em desacordo.
II. O texto 2 termina com as personagens apresentando os mesmos interesses.
III. Os textos 1 e 2 apresentam a mesma temática, porém com desfechos diferentes.
IV. Os textos 1 e 2 apresentam relações com o contexto social e traços de humor.
Assinale a alternativa correta.
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