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Foram encontradas 30 questões.

1682310 Ano: 2021
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

No ano de 2003, o Ministério da Saúde lançou a Política Nacional de Saúde Bucal – Programa Brasil Sorridente, que se constitui de uma série de medidas que têm como objetivo garantir as ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde bucal dos brasileiros, tendo como principal meta a reorganização da prática e a qualificação das ações e serviços oferecidos, com ampliação do acesso ao tratamento odontológico gratuito aos brasileiros, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Assinale a alternativa que NÃO constitui ação do Brasil Sorridente, proposto pelo Ministério da saúde:

 

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1682309 Ano: 2021
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Os profissionais ASB e TSB, no exercício de suas profissões, deverão atender as determinações da Lei 11.889/2008, as Resoluções do CFO, especialmente a Resolução CFO-063/2005-CNPCO – e a Resolução CFO-042/2003 – Código de Ética Odontológica. No Art. 21 - Consolidação das Normas para Procedimentos nos Conselhos de Odontologia, compete ao Auxiliar em Saúde Bucal, sempre sob a supervisão do Cirurgião-Dentista ou do Técnico em Saúde Bucal:

 

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1682308 Ano: 2021
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Um paciente X chega para atendimento na Clínica de Odontologia e durante o exame clínico o Cirurgião-Dentista solicita ao ASB que anote no Prontuário Clínico-Odontológico a presença de cárie na oclusal do 1º Pré-molar superior direito e 1º Molar inferior direito. Assinale a identificação numérica CORRETA dos respectivos elementos dentários:

 

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1682307 Ano: 2021
Disciplina: Odontologia
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Os instrumentais abaixo são utilizados na clínica odontológica, no procedimento indicado CORRETAMENTE na alternativa:

Enunciado 1682307-1

Fonte: Google imagens

 

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1682306 Ano: 2021
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

Uma das medidas exigidas pela Biossegurança é o uso obrigatório dos Equipamentos de Proteção individual (EPIs). No entanto, apesar de oferecer proteção, o seu manuseio incorreto leva ao risco de contaminação. Neste momento de pandemia, o risco de contaminação pelo vírus SARS- CoV-2 é preocupante. Daí a importância de seguir atentamente o protocolo de desparamentação. Qual das alternativas mostra a sequência CORRETA da retirada do Equipamento de Proteção Individual (EPI)?

 

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Na multidão (Ferreira Gullar)

Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!

Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.

A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.

Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.

E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.

*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.

Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.

Analise as afirmações abaixo, relativas ao processo de estruturação de orações e períodos, e indique qual delas é a CORRETA:

 

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Na multidão (Ferreira Gullar)

Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!

Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.

A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.

Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.

E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.

*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.

Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.

No âmbito da microestrutura textual, um recurso de coesão recorrente no texto é a repetição. Nesse sentido, avalie as explicações fornecidas na sequência:

I- No primeiro e segundo parágrafos do texto, predominam estruturas coordenadas seja de termos (buzinas, explosões, batidos, apitos) ou de orações (ônibus passam, farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem / Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina.), em consonância com o propósito de descrever diferentes cenários.

II- Em uma linguagem mais objetiva, a frase que inicia o quarto parágrafo assim poderia ser escrita: “Para uma cidade gigantesca não há água, transporte ou comida que cheguem”; porém o efeito de sentido não é o mesmo. A repetição da negação (não..., não..., não...), que incide sobre todo o período, além da repetição das orações adjetivas, dá um tom mais contundente à informação.

III- No quinto parágrafo do texto, seguindo com o propósito de enfatizar uma informação, o autor toma como tópico um termo da oração precedente e insere um comentário. Nessa estrutura em forma de adendo, ao termo “presença” segue-se uma oração adjetiva explicativa “que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar”.

É CORRETO o que se afirma em

 

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Na multidão (Ferreira Gullar)

Saio de casa e a confusão começa: ônibus passam –, que digo! – farfalham, tilintam, rosnam; bondes chiam e estridem; buzinas, explosões, batidos, apitos – estou em plena cidade brasileira!

Sair de casa cansa mais que trabalhar. Andar pelas ruas do Rio é quase tão estafante quanto quebrar pedras. Não vou, precisamente, para parte alguma a esta hora, não tenho pressa, mas.... Disparam lotações, voam automóveis, motocicletas, lambretas, um ciclista desliza milagrosamente no caos e dobra, lépido, a primeira esquina. O sinal fecha, as pessoas estacam de golpe, e ficam de motor roncando; outras atravessam entre os veículos, praguejam, e quase me atropelam quando abre o sinal: são pastas, embrulhos, quepes, batedeiras, relógios, enceradeiras, seres de um mundo velocíssimo, que a todos levam de roldão.

A todos nós, vítimas da Cidade gigantesca. Estou, cada dia que passa, mais certo de que o maior problema da vida moderna é a Cidade grande, monstruosamente grande, que nos oferece cubículos por casas e gasta nossas horas de ócio em infinitas e incômodas viagens.

Para uma cidade gigantesca não há água que chegue, não há transporte que chegue, não há pão, arroz, feijão, carne que cheguem. Uma cidade de três milhões de habitantes*, perdoem o paradoxo, é inabitável.

E como é triste ser um em três milhões: Pedro, Antônia, Gisela, Carlos? De quê? Carlos de Três Milhões Anônimos da Silva. Mais triste quando se tem dezoito anos, e mais triste ainda quando se tem trinta como se fossem dezoito. O jeito é comprar uma motocicleta, tirar o abafador e sair gritando pelo cano de descarga a notícia de nossa presença no mundo. Presença que nem a nossa cara, nem nosso nome, nem nossa voz conseguem afirmar, dissolvidas na multidão. Saudemos, pois, o homem anônimo. De blusão, de blue-jeans, de motocicleta, de lambreta, lá vai ele, o indivíduo contra a massa, João, filho de dona Maria.

*Em 2004, a população do Rio de Janeiro é de aproximadamente 6 milhões de habitantes, segundo dados do IBGE.

Fonte: Antologias (Crônica infanto-juvenil brasileira) Carlos Eduardo Novaes. São Paulo: Ática, 2005.

Avalie as proposições a seguir, que dizem respeito a aspectos globais do texto, sinalizando (V) verdadeiro ou (F) falso:

( ) No texto o autor descreve a rotina agitada das grandes cidades, aludindo aos problemas sociais decorrentes das demandas ali existentes e também ao ofuscamento das pessoas, que não interagem na multidão.

( ) Ao inserir na narrativa, que é predominantemente em 1ª pessoa, marcas de indeterminação, a exemplo do verbo no infinitivo e da partícula “se”, o autor promove a generalização dos fatos, tornando-os também atemporais, deixando claro que se está caracterizando um estilo de vida – no caso em questão, o dos grandes centros urbanos.

( ) Na descrição minuciosa do caos em que vivem as pessoas nas metrópoles, evidencia-se um certo incômodo do autor em relação ao barulho/ruído ali existente e, portanto, uma defesa da volta das pessoas à vida no campo, já que o equilíbrio e a felicidade das pessoas estaria na dependência desse ambiente.

A sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses é

 

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Analise o emprego das formas verbais em destaque nas notas expostas na sequência, retiradas da revista Veja, 10/02/21; após isso, levando em consideração a função dos verbos auxiliares, indique, nos parênteses, o número correspondente a cada uma das ocorrências.

Prazo de validade

Dependendo só de uma canetada de Jair Bolsonaro para passar por uma importante reorganização, a Polícia Federal VOLTOU A VIVER (1) sob fantasmas. Uma ala da cúpula do órgão diz que o atual diretor-geral, Rolando de Souza, tem prazo de validade: o fim do inquérito de Sérgio Moro no STF. Depois disso, ele sai para um cargo no exterior e Bolsonaro termina o serviço.

Cheguei primeiro!

Apesar da destrambelhada lista de quase quarenta prioridades, o Planalto VAI LUTAR (2) com unhas e dentes mesmo é para pôr de pé o auxílio emergencial: “Precisamos fazer antes que o Congresso faça”, diz um ministro.

Ainda na esperança

O Podemos de Álvaro Dias, que sonha com a filiação de Sérgio Moro, deve esperar até o segundo semestre para desistir do ex-ministro. Agora consultor, Moro TEM VIVIDO (3) na ponte aérea entre Brasil e Estados Unidos.

Jairzinho, paz e amor

Bolsonaro vai usar a vitória no Congresso para adotar um novo discurso (já de olho em 2022, diga-se): o de democrata. Quem quer dar golpe, PASSARÁ A DIZER (4) o presidente, não faz aliança para governar.

( ) Tempo composto – expressando ideia de repetição, com nuance de ação/processo frequente, em gradação.
( ) Locução verbal – imprimindo ideia de iminência de ação, ou seja, algo a se realizar em um futuro muito próximo.
( ) Locução verbal – imprimindo a ideia de mudança de ação, estando pressuposta a informação de que a ação ora em evidência não
existia anteriormente.
( ) Locução verbal – ideia de repetição, estando pressuposta a informação de que algo antes habitual fora interrompido.
A sequência CORRETA de correspondência é

 

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Faça a correspondência entre as funções indicadas em (1), (2) e (3) e as ocorrências sinalizadas nos fragmentos textuais da matéria
CORRIDA DE OBSTÁCULOS:
(1) Aposto (2) Oração Adjetiva explicativa (3) Oração Adjetiva restritiva

“[...] Chegar até aqui, porém, não foi fácil porque percalços variados surgiram no caminho. [...] O caso mais grave ocorreu em Manaus. [...] Em outros estados, o mau exemplo veio de cima. Em Serra do Navio (AP), o secretário de Saúde, Randolpho Scooth, que não é médico ( ), recebeu uma das 89 doses enviadas ao município. No fim do ano de 2020, ele havia feito postagens criticando a CoronaVac, justamente o imunizante que tomou. Agora furou a fila para se imunizar antes de pessoas que teriam mais direito que ele ( ).

“Trabalhamos para que não haja obstáculos que atrasem o avanço da vacinação( ), diz a Veja a subprocuradora-geral Célia Delgado, coordenadora do gabinete de acompanhamento da pandemia na Procuradoria-Geral da República. Na quarta-feira 3, a Anvisa retirou a exigência de testes da fase 3 no Brasil, o que abriu caminho para a aprovação do imunizante russo Sputnik V ( ) e [...]

Cabe ao país evitar que prospere a máxima do personagem Macunaíma, o herói sem caráter ( ), da obra homônima de Mario de Andrade: “Pouca saúde, muita saúva, os males do Brasil são”. Enquanto a ciência viabilizou imunizantes em tempo recorde, e os órgãos de investigação apertam o cerco às formigas, os gestores públicos devem manter o foco: acelerar a vacinação para pavimentar a estrada que nos conduzirá no fim do pesadelo ( ).

A sequência numérica CORRETA é

 

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