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Foram encontradas 30 questões.

Versão original:

“Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só SE entendem adequadamente quando SE compreende a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve.

Paráfrase:

“Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só são entendidos adequadamente quando a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve é compreendida.

Considerando a alternância das estruturas, como se classifica sintaticamente o item SE, da versão original, em cada uma das ocorrências?

 

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TRAGÉDIA AMBIENTAL DE MARIANA E BRUMADINHO

É lugar-comum no meio acadêmico que a Geografia somente é dividida em Humana e Física. Na prática, a Geografia mistura elementos teórico-metodológicos de seus dois ramos para investigar mais precisamente a relação do meio ambiente e vice-versa.

Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só se entendem adequadamente quando se compreende a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve. Se os homens pretendem dominar a natureza para aproveitá-la em seu favor, então é esperado que a ação humana produza consequências ambientais. Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.

Em 2015, a mineradora Saramago, controlada parcialmente pela Vale, não se precaveu o suficiente e teve uma de suas barragens rompidas, no município mineiro de Mariana; em 2019, outra barragem sob a responsabilidade da Vale se rompeu em Brumadinho, também em Minas Gerais. A soma dos dois desastres ambientais resultou em contaminação dos rios, destruição de regiões inteiras, soterramento de casas, além de mortes.

O curto intervalo entre os dois desastres evidencia o despreparo da Vale no que se refere à prevenção de acidentes dessa natureza. No caso do desastre de Brumadinho, engenheiros e técnicos responsáveis por avaliar as condições de segurança das barragens chegaram a ser presos, mas foram liberados pouco tempo depois. [...]

Os danos ecológicos são significativos. Nos dois desastres, a contaminação dos rios provocou a morte de peixes e organismos, impedindo a prática de pesca; trabalhadores rurais que se abasteciam com a água dos rios também perderam uma importante fonte de vida. Em Mariana a lama seca formou um cimento que obstruiu a passagem de oxigênio e luz à terra, o que sufocou as raízes e infertilizou a região. [...]

As tragédias trouxeram ao debate público duas questões: a necessidade de se fazer uma fiscalização menos burocrática e mais eficiente; a celeridade na punição dos responsáveis pelo desastre. [...]

Os casos de Mariana e Brumadinho impõem a necessidade de reflexão sobre os limites da ação humana em relação à natureza.

(Filosofia – Ciência e vida, ed. 150 – 2019)

Analise as versões apresentadas na sequência como paráfrases do trecho: “Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.”

I- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomarem os devidos cuidados técnicos.

II- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.

III- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, são necessários os devidos cuidados técnicos por parte das empresas de mineração, públicas ou privadas.

IV- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário o devido cuidado técnico pelas empresas de mineração, públicas ou privadas.

V- Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário os devidos cuidado técnico pelas empresas de mineração, públicas ou privadas.

Dentre as versões propostas, estão CORRETAS apenas

 

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TRAGÉDIA AMBIENTAL DE MARIANA E BRUMADINHO

É lugar-comum no meio acadêmico que a Geografia somente é dividida em Humana e Física. Na prática, a Geografia mistura elementos teórico-metodológicos de seus dois ramos para investigar mais precisamente a relação do meio ambiente e vice-versa.

Essa ressalva é necessária porque eventos como os desastres ambientais em Minas só se entendem adequadamente quando se compreende a relação entre a sociedade humana e a natureza que a envolve. Se os homens pretendem dominar a natureza para aproveitá-la em seu favor, então é esperado que a ação humana produza consequências ambientais. Para evitar que tais consequências sejam trágicas, é necessário que as empresas de mineração, públicas ou privadas, tomem os devidos cuidados técnicos.

Em 2015, a mineradora Saramago, controlada parcialmente pela Vale, não se precaveu o suficiente e teve uma de suas barragens rompidas, no município mineiro de Mariana; em 2019, outra barragem sob a responsabilidade da Vale se rompeu em Brumadinho, também em Minas Gerais. A soma dos dois desastres ambientais resultou em contaminação dos rios, destruição de regiões inteiras, soterramento de casas, além de mortes.

O curto intervalo entre os dois desastres evidencia o despreparo da Vale no que se refere à prevenção de acidentes dessa natureza. No caso do desastre de Brumadinho, engenheiros e técnicos responsáveis por avaliar as condições de segurança das barragens chegaram a ser presos, mas foram liberados pouco tempo depois. [...]

Os danos ecológicos são significativos. Nos dois desastres, a contaminação dos rios provocou a morte de peixes e organismos, impedindo a prática de pesca; trabalhadores rurais que se abasteciam com a água dos rios também perderam uma importante fonte de vida. Em Mariana a lama seca formou um cimento que obstruiu a passagem de oxigênio e luz à terra, o que sufocou as raízes e infertilizou a região. [...]

As tragédias trouxeram ao debate público duas questões: a necessidade de se fazer uma fiscalização menos burocrática e mais eficiente; a celeridade na punição dos responsáveis pelo desastre. [...]

Os casos de Mariana e Brumadinho impõem a necessidade de reflexão sobre os limites da ação humana em relação à natureza.

(Filosofia – Ciência e vida, ed. 150 – 2019)

O texto alerta sobre alguns pontos que merecem reflexão no que diz respeito à relação homem/natureza. Avalie a veracidade dos pontos sugeridos abaixo:

I- Necessidade de as empresas mineradoras se precaverem, de modo a evitar falhas técnicas que venham a causar prejuízos ambientais e danos às pessoas, muitas das quais tiram seu sustento da pesca e agricultura.

II- Importância de fiscalização pelo poder público, tanto para garantir a segurança das atividades desenvolvidas, quanto para punir os responsáveis por danos causados, uma vez comprovada a irregularidade.

III- Necessidade de a população se mobilizar para cobrar celeridade das autoridades públicas quanto à responsabilização e consequente punição das empresas, em caso de negligência.

É verdade o que se afirma apenas em

 

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Levando em consideração o contexto de uso das 3 (três) orações adverbiais em destaque nos excertos abaixo, indique a sua CORRETA classificação semântica:

I. Ansiedade não tratada pode gerar transtornos para o próprio paciente, uma vez que o bem-estar fica comprometido (1). [...]

II. Apesar de a depressão ser uma doença séria e muito estudada (2), diversas questões a respeito desse quadro permanecem sem uma resposta definitiva. Um exemplo dessas dúvidas que ainda ecoam é “O que realmente causa o surgimento da depressão nos indivíduos?”. Mesmo que as hipóteses sejam diversas (3), já se sabe, contudo, que a doença pode ter até mesmo uma propensão genética para ocorrer.

(Segredos da Mente - ano 3, n. 5, 2018)

 

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Métodos eficazes para afastar os transtornos da mente e prevenir a necessidade do uso de medicação

PILATES: Desde que não haja nenhuma outra contraindicação médica (I), qualquer pessoa é livre para realizar a prática, desde crianças acima de 7 anos de idade até idosos. “O pilates aperfeiçoa a respiração e potencializa a capacidade respiratória. [...] Além de ser um exercício físico (II), é um exercício mental, tendo como objetivo principal trabalhar o corpo associado à mente”, explica o fisioterapeuta e professor de pilates Vinícius Zacarias.

ACUPUNTURA: Nesse tipo de tratamento, agulhas finas são aplicadas na pele em pontos específicos, e deve ser realizado por profissionais especializados na prática. A base do tratamento é que todas as doenças começam com um desequilíbrio energético em algum ponto. Quando não tratado (III), esse desequilíbrio evolui para uma doença. Quando o problema já está instalado, como um transtorno de ansiedade, a acupuntura vai auxiliar no tratamento, reequilibrando o paciente. O método também é uma ótima terapia de prevenção, pois trabalha os pequenos desequilíbrios de energia quando não há doenças (IV). O tratamento leva em média três meses para apresentar resultados. Porém, esse tempo pode variar (V), já que cada organismo é único e responde de uma maneira (VI).

Há oração adverbial expressando uma condição para a realização do que se afirma na oração principal em

 

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AGORA É ASSIM

Adaptadas à cartilha antivírus, escolas brasileiras reabrem seus portões, dando a largada para sanar as lacunas do ano que passou e com o imenso desafio de atrair a atenção da garotada que perdeu o hábito de estudar.

Nesses últimos tempos, aconteceu de tudo na vida estudantil. Muita gente confinada por causa da pandemia se viu de repente sem aula. Aí veio o ensino 100% remoto, depois a fase híbrida, com uma parte da lição na escola e a outra em casa, até que chegaram as férias. E essas foram únicas, com pais, professores e alunos compartilhando a sensação de que a montanha-russa acadêmica acabou por comprometer a aquisição de conhecimento e daquelas habilidades socioemocionais que se aprendem nas trocas humanas. A situação enche a todos de ansiedade e dúvidas sobre o que está por vir no ano letivo que se inicia agora para boa parte dos 47,3 milhões de crianças e adolescentes no Brasil. [...]

Todas as proposições abaixo relacionadas fornecem explicações sobre aspectos linguísticos do texto. Indique a única em que não há correspondência entre a explicação e o fenômeno descrito.

 

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Os cavaleiros do apocalipse

As multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis não param de despencar. Elas se tornaram significativas, em quantidade e valor, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, atingiram o pico de arrecadação nos dois mandatos de Lula, e, de lá para cá, diminuem paulatinamente. Em menor ritmo sob a gestão de Dilma Rousseff. E mais aceleradamente durante o período de Michel Temer e, principalmente, no primeiro ano de Jair Bolsonaro. Não foi por falta de aviso. Em dezembro de 2018, dois meses depois de eleito, Bolsonaro afirmou, em referência ao trabalho dos fiscais do Ibama: Essa festa vai acabar”. O ex-capitão repete aos quatro ventos, sem medo da desmoralização, que o desmatamento na Amazônia é um problema “cultural”. [...]

Menos multa representa menos fiscalização sobre os desmatadores de sempre, reincidentes compulsivos, conforme o levantamento apresentado nesta reportagem. Com agravantes: no primeiro ano de Bolsonaro, empresas e agropecuaristas que costumavam aparecer com frequência na lista, a começar pelas empresas de um velho conhecido de Carta Capital, o banqueiro Daniel Dantas, deixaram de figurar entre os autuados pelo Ibama, ou receberam multas irrisórias para a extensão de seus crimes ambientais. Em um passe de mágica, infratores contumazes tornaram-se cidadãos de ficha limpa. Não por coincidência, a devastação da Floresta Amazônica, bioma onde são lavradas as multas de maior valor, voltou a crescer em ritmo preocupante.

[...] Algumas autuações estão em disputa administrativa ou judicial. Uma parte ínfima foi paga (1,42% do total). Outras prescreveram. O ranking não pode ser confundido com uma lista de criminosos condenados pela Justiça em inúmeras instâncias. Mas é certamente a triste história do desmatamento na região. E dos desmatadores. [...] Os destruidores da floresta têm CPF, CNPJ e muitos milhões na conta bancária.

(Por Alceu Luíz Castilho e Leonardo Fuhrmann* – da equipe do site De Olho nos Ruralistas).

Indique em qual dos fragmentos citados na sequência, a partícula SE funciona como índice de indeterminação do sujeito. (Trechos da matéria Cavalheiros do apocalipse - Carta Capital - 05/02/20).

 

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Os cavaleiros do apocalipse

As multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis não param de despencar. Elas se tornaram significativas, em quantidade e valor, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, atingiram o pico de arrecadação nos dois mandatos de Lula, e, de lá para cá, diminuem paulatinamente. Em menor ritmo sob a gestão de Dilma Rousseff. E mais aceleradamente durante o período de Michel Temer e, principalmente, no primeiro ano de Jair Bolsonaro. Não foi por falta de aviso. Em dezembro de 2018, dois meses depois de eleito, Bolsonaro afirmou, em referência ao trabalho dos fiscais do Ibama: Essa festa vai acabar”. O ex-capitão repete aos quatro ventos, sem medo da desmoralização, que o desmatamento na Amazônia é um problema “cultural”. [...]

Menos multa representa menos fiscalização sobre os desmatadores de sempre, reincidentes compulsivos, conforme o levantamento apresentado nesta reportagem. Com agravantes: no primeiro ano de Bolsonaro, empresas e agropecuaristas que costumavam aparecer com frequência na lista, a começar pelas empresas de um velho conhecido de Carta Capital, o banqueiro Daniel Dantas, deixaram de figurar entre os autuados pelo Ibama, ou receberam multas irrisórias para a extensão de seus crimes ambientais. Em um passe de mágica, infratores contumazes tornaram-se cidadãos de ficha limpa. Não por coincidência, a devastação da Floresta Amazônica, bioma onde são lavradas as multas de maior valor, voltou a crescer em ritmo preocupante.

[...] Algumas autuações estão em disputa administrativa ou judicial. Uma parte ínfima foi paga (1,42% do total). Outras prescreveram. O ranking não pode ser confundido com uma lista de criminosos condenados pela Justiça em inúmeras instâncias. Mas é certamente a triste história do desmatamento na região. E dos desmatadores. [...] Os destruidores da floresta têm CPF, CNPJ e muitos milhões na conta bancária.

(Por Alceu Luíz Castilho e Leonardo Fuhrmann* – da equipe do site De Olho nos Ruralistas).

Classifique as explicações fornecidas quanto à função sintática de alguns dos constituintes oracionais, assinalando (V) para verdadeiro ou (F) para falso.

( ) O constituinte “de lá para cá”, na frase “Elas (as multas) [...] atingiram o pico de arrecadação nos dois mandatos de Lula, e, de lá para cá, diminuem paulatinamente.”, é adjunto adverbial de tempo. (linhas 2-4)

( ) Os constituintes “infratores contumazes” e “cidadão de ficha limpa” têm a função de sujeito e objeto direto, respectivamente, na frase “Em um passe de mágica, infratores contumazes tornaram-se cidadãos de ficha limpa.” (linhas 15-16)

( ) No trecho “Não por coincidência, a devastação da Floresta Amazônica, bioma onde são lavradas as multas de maior valor, voltou a crescer em ritmo preocupante” (linhas 16-17), o constituinte “bioma onde são lavradas as multas de maior valor” é um aposto no qual está inserida uma oração adjetiva restritiva.

( ) No período “O ranking não pode ser confundido com uma lista de criminosos condenados pela Justiça em inúmeras instâncias. Mas é certamente a triste história do desmatamento na região.” (linhas 19-21), o advérbio “certamente” classifica-se como adjunto adverbial de modo.

A sequência CORRETA de preenchimento é

 

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Os cavaleiros do apocalipse

As multas aplicadas pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis não param de despencar. Elas se tornaram significativas, em quantidade e valor, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, atingiram o pico de arrecadação nos dois mandatos de Lula, e, de lá para cá, diminuem paulatinamente. Em menor ritmo sob a gestão de Dilma Rousseff. E mais aceleradamente durante o período de Michel Temer e, principalmente, no primeiro ano de Jair Bolsonaro. Não foi por falta de aviso. Em dezembro de 2018, dois meses depois de eleito, Bolsonaro afirmou, em referência ao trabalho dos fiscais do Ibama: Essa festa vai acabar”. O ex-capitão repete aos quatro ventos, sem medo da desmoralização, que o desmatamento na Amazônia é um problema “cultural”. [...]

Menos multa representa menos fiscalização sobre os desmatadores de sempre, reincidentes compulsivos, conforme o levantamento apresentado nesta reportagem. Com agravantes: no primeiro ano de Bolsonaro, empresas e agropecuaristas que costumavam aparecer com frequência na lista, a começar pelas empresas de um velho conhecido de Carta Capital, o banqueiro Daniel Dantas, deixaram de figurar entre os autuados pelo Ibama, ou receberam multas irrisórias para a extensão de seus crimes ambientais. Em um passe de mágica, infratores contumazes tornaram-se cidadãos de ficha limpa. Não por coincidência, a devastação da Floresta Amazônica, bioma onde são lavradas as multas de maior valor, voltou a crescer em ritmo preocupante.

[...] Algumas autuações estão em disputa administrativa ou judicial. Uma parte ínfima foi paga (1,42% do total). Outras prescreveram. O ranking não pode ser confundido com uma lista de criminosos condenados pela Justiça em inúmeras instâncias. Mas é certamente a triste história do desmatamento na região. E dos desmatadores. [...] Os destruidores da floresta têm CPF, CNPJ e muitos milhões na conta bancária.

(Por Alceu Luíz Castilho e Leonardo Fuhrmann* – da equipe do site De Olho nos Ruralistas).

Avalie a correspondência entre os tópicos temáticos propostos na sequência e o conteúdo do texto.

I- Tombo na aplicação de multas pelo Ibama: nos governos de Fernando Henrique eram em grande quantidade; diminuíram gradativamente nos governos de Dilma e Temer, tendo queda acelerada no governo de Jair Bolsonaro.

II- Queda no número de multas evidenciando não apenas menor fiscalização sobre os desmatadores da Amazônia, mas, também, descrédito no trabalho dos fiscais do Ibama.

III- Orientação argumentativa do texto: defesa de que, por ser o desmatamento um fator cultural, a aplicação de multas torna-se irrelevante para diminuir o problema ambiental.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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1896630 Ano: 2021
Disciplina: Química
Banca: UEPB
Orgão: UEPB

A figura abaixo representa um cromatograma simples constituído por apenas dois picos. O tempo tM é relativo ao tempo entre a injeção da amostra e o aparecimento do primeiro pico, e é denominado, algumas vezes, de tempo morto ou tempo de retenção da fase móvel.

Enunciado 1896630-1

(Fonte: SKOOG, WEST, HOLLER, CROUCH, Fundamentos de Química Analítica, Tradução da 9ª Edição norte-americana, Editora Thomson, São Paulo-SP, 2014.)

Diante do exposto, foram elaboradas as seguintes hipóteses:

I- tM Todos os componentes permanecem na fase móvel por um tempo .

II- tM O tempo morto, , não se constitui em um parâmetro importante na identificação dos picos dos analitos.

III- tM O pico pequeno à esquerda representa um soluto que não é retido na coluna. Assim, seu tempo de retenção é aproximadamente igual ao tempo requerido por uma molécula da fase móvel para passar pela coluna.

IV- O tempo requerido para que essa zona atinja o detector após a injeção da amostra é chamado tempo de retenção, sendo representado pelo símbolo t . O pico maior à direita é do analito, que foi retido porque permanece por um tempo t na fase R E estacionária.

V- O pico pequeno à esquerda é devido às espécies que são retidas pela fase estacionária.

Diante destas hipóteses está CORRETO o que se afirma em:

Questão Anulada

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