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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
De acordo com as ideias expressas no texto II, “TERCEIRIZAÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO, TETO DE ESCOLA DESABANDO, HOSPITAIS SEM FUNCIONAR DIREITO” são exemplos
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Texto VI
Sobre Agente de Portaria
Atribuições de um Agente de Portaria: atender ao público informando sobre os serviços prestados pela instituição, recepcionar clientes Sobre a profissão. O profissional deve sempre estar atento. É também um recepcionista, anota, informa e orienta. O Agente de Portaria tem que ter uma visão 360º do ambiente onde atua.
Mercado de trabalho: o profissional pode atuar em Prefeituras, Escolas, Câmaras Municipais e demais instituições públicas e privadas etc.
A rotina do trabalho: além de identificar visitantes, atua marcando entrevistas, recebendo recados ou encaminhando-os a setores ou pessoas procuradas. Recebe, separa e distribui jornais e correspondências, atende e transmite pedidos de manutenção das diversas unidades, cobra as entradas para pontos turísticos da cidade, bem como para diversos eventos promovidos pela instituição.
(Disponível em: >http://www.novaconcursos.com.br
/portal/cargos/agente-de-portaria//<. Data da consulta: 14/03/2017). (Adaptado).
Na sentença “O profissional pode atuar em Prefeituras, Escolas, Câmaras Municipais e demais instituições públicas e privadas etc” (Texto VI) o seu predicado é classificado como
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Sobre os cuidados que o Agente de Portaria deve ter ao assumir o posto de trabalho na portaria, julgue com V para verdadeiro e F para falso as assertivas a seguir.
( ) Chegar sempre antecipado ao seu horário de trabalho.
( ) Verificar se há recados, cartas ou encomendas para serem entregues.
( ) Verificar o funcionamento dos rádios, computadores entre outros equipamentos.
( ) Verificar arquivos, livros, canetas e demais objetos pertencentes à portaria.
( ) Verificar se há recados, cartas ou encomendas para serem entregues.
( ) Verificar o funcionamento dos rádios, computadores entre outros equipamentos.
( ) Verificar arquivos, livros, canetas e demais objetos pertencentes à portaria.
A sequência CORRETA é:
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Atente à seguinte notícia abaixo e, em seguida, responda o que se pede.
“Em junho do ano passado, o tucano Aécio Neves foi denunciado pelo então Procurador-Geral da República Rodrigo Janot sob acusação dos crimes de corrupção passiva, pelo repasse de R$ 2 milhões da JBS, e obstrução de Justiça, pela suspeita de que tenha agido para barrar os avanços da Operação Lava Jato. Aécio nega as acusações”.
(Disponível em: >https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2018/03/16/pfdiz- que-aparelho-apreendido-com-aecio-e-bloqueador-ilegal-de-sinal-telefonico.htm?cmpid=copiaecola<. Data da consulta: 16/03/2018).
Este, dentre fatos ocorridos no Brasil, nos últimos anos, são exemplos lamentáveis de transgressão mais direta, sobremaneira, a dois Princípios que regem a Administração Pública. São eles
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Texto IV

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT2
0mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC4CTcHfdSHEMcfR_k%3D&sa=X ved=0ahUKEwjb6Z7z9OzZAhVEj5AKHZ_5BssQ9QEIOzAD#imgrc=Dj7rEy0KkGlZTM:-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Julgue cada uma das afirmações abaixo e, em seguida, responda o que se pede.
I- O discurso do motorista alcoolizado denuncia o grave problema, ainda bastante presente no Brasil, da influência do poder econômico sobre as questões éticas e morais.
II- O sujeito sintático de “Por isso está multado”, neste contexto, é “O senhor”, referenciado no contexto.
III- Na sentença “Teste de DNA é no Ratinho” o sujeito sintático se classifica como simples (Teste de DNA) e o predicado se classifica
como verbal.
como verbal.
IV- Umas das muitas palavras que pode substituir “Por isso”, no contexto, é “Logo”.
Está CORRETO o que se afirma em
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Texto V

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+variacao+linguistica&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=CQ7SGYwbTJUamM%253A%252CVf- K G a h 5 h r z w I M % 2 5 2 C _ & u s g = _ _ 4 B j n d J 4 F f b 1 X A 8 - x X Z o D x x _ 0 B P o % 3 D & s a = X & v e d = 0 a h U K E w j o w a P - ue7ZAhWElJAKHSg2Ch4Q9QEINjAB#imgrc=GwphRLo531geLM::-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Com relação às expressões “Mucumbu”, “Titela” e “Pazes” (Texto V) pode-se afirmar que
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Texto VI
Sobre Agente de Portaria
Atribuições de um Agente de Portaria: atender ao público informando sobre os serviços prestados pela instituição, recepcionar clientes Sobre a profissão. O profissional deve sempre estar atento. É também um recepcionista, anota, informa e orienta. O Agente de Portaria tem que ter uma visão 360º do ambiente onde atua.
Mercado de trabalho: o profissional pode atuar em Prefeituras, Escolas, Câmaras Municipais e demais instituições públicas e privadas etc.
A rotina do trabalho: além de identificar visitantes, atua marcando entrevistas, recebendo recados ou encaminhando-os a setores ou pessoas procuradas. Recebe, separa e distribui jornais e correspondências, atende e transmite pedidos de manutenção das diversas unidades, cobra as entradas para pontos turísticos da cidade, bem como para diversos eventos promovidos pela instituição.
(Disponível em: >http://www.novaconcursos.com.br
/portal/cargos/agente-de-portaria//<. Data da consulta: 14/03/2017). (Adaptado).
A parte sublinhada em “O Agente de Portaria tem que ter uma visão 360º do ambiente onde atua” (Texto VI) pode significar visão
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Atente ao enunciado “Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação.” (Texto I). Assinale a alternativa em que todas as palavras são sinônimas da palavra assinalada no fragmento acima.
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O Agente de Portaria, em seu ambiente de trabalho, se depara com um início de incêndio elétrico provocador por um computador. Qual a classe de extintor de incêndio ele deve usar para combater as chamas nesta situação?
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
No período “Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for, na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público”, a retirada dos acentos gráficos (agudos) em cada uma das palavras sublinhadas,
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