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Foram encontradas 50 questões.

1896588 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Sobre as características não funcionais do Spring Boot, julgue os itens a seguir:
I- A funcionalidade spring-boot-starter-actuator serve para funcionalidades avançadas tais como monitoramento e rastreamento para aplicações em configuração fora da caixa.
II- As funcionalidades spring-boot-starter-undertow, spring-boot-starter-jetty, spring-boot-starter-tomcat servem para escolher sua opção específica de Embedded Servlet Container.
III- A funcionalidade spring-boot-starter-logging serve para logging usando o Logback.
Está CORRETO o que se afirma em
 

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1896587 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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De acordo com o ciclo de vida de um componente no React.js, assinale a alternativa em que todos os métodos são considerados como Updating:
 

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1896586 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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É uma classe Java registrada no JSF que gerencia a interação entre a interface do usuário e a lógica de negócio:
 

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1896585 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Considere as duas funções Javascript definidas a seguir:
Enunciado 3279788-1
Agora considere as seguintes chamadas a essas funções:
Enunciado 3279788-2
Assinale a alternativa que representa a saída do console para as chamadas acima:
 

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1896583 Ano: 2018
Disciplina: TI - Desenvolvimento de Sistemas
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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É um padrão de projeto usado para criar um objeto sem expor a lógica de sua criação ao cliente, buscando o uso de interfaces comuns.
 

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1815975 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Qualquer ato, atitude, postura e ação do servidor público deve ser realizado sempre com a finalidade precípua de se pensar, acima de tudo, no bem comum, para além dos caprichos pessoais do agente público. Estes pressupostos estão previstos num importante princípio, previsto no Direito Administrativo, denominado
 

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1815954 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Leia o fragmento abaixo, extraído do Inciso II, Art. 37 de Nossa Carta Magna:
“A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela EC n. 19/1998)”.
Pela redação do inciso acima, pode-se deduzir que as formas de ingresso no Serviço Público resumem-se a
 

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1815702 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Imagine a seguinte cena: você está exercendo as suas funções de Agente de Portaria na guarita de entrada da Reitoria da UEPB. Uma das normas é que o controle de entrada de veículos quaisquer deve ser feito com identificação do referido veículo através de fichas (placas) identificadoras. Ocorre que um amigo seu – alheio à instituição -, com o seu próprio consentimento, se adentrou nas dependências internas desta instituição sem a devida identificação da sua moto, e se envolveu em um acidente, atropelando um servidor. Nesta situação é CORRETO afirmar que você, como servidor público (temporário ou não), por ter transgredido uma norma da instituição,
 

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1815693 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II
Enunciado 3235840-1
(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
No período “Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua.” As palavras sublinhadas, na sequência, se classificam morfologicamente como
 

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1815557 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Acerca do conceito de Servidor Público Federal, previsto em Nossa Carta Maior, e complementado pelo Art. 2º da Lei Federal nº 8.112/1991, leia com cuidado cada uma das afirmações abaixo e, em seguida, responda o que se pede.
I- “É a pessoa legalmente investida em cargo público”.
II- “É a pessoa parcialmente investida em cargo público”.
III- “É a pessoa legalmente investida em cargo público, mas que ainda não tomou posse”.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
 

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