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Qualquer ato, atitude, postura e ação do servidor público deve ser realizado sempre com a finalidade precípua de se pensar, acima de tudo, no bem comum, para além dos caprichos pessoais do agente público. Estes pressupostos estão previstos num importante princípio, previsto no Direito Administrativo, denominado
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Leia o fragmento abaixo, extraído do Inciso II, Art. 37 de Nossa Carta Magna:
“A investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos, de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego, na forma prevista em lei, ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração; (Redação dada pela EC n. 19/1998)”.
Pela redação do inciso acima, pode-se deduzir que as formas de ingresso no Serviço Público resumem-se a
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Imagine a seguinte cena: você está exercendo as suas funções de Agente de Portaria na guarita de entrada da Reitoria da UEPB. Uma das normas é que o controle de entrada de veículos quaisquer deve ser feito com identificação do referido veículo através de fichas (placas) identificadoras. Ocorre que um amigo seu – alheio à instituição -, com o seu próprio consentimento, se adentrou nas dependências internas desta instituição sem a devida identificação da sua moto, e se envolveu em um acidente, atropelando um servidor. Nesta situação é CORRETO afirmar que você, como servidor público (temporário ou não), por ter transgredido uma norma da instituição,
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
No período “Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua.” As palavras sublinhadas, na sequência, se classificam morfologicamente como
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Acerca do conceito de Servidor Público Federal, previsto em Nossa Carta Maior, e complementado pelo Art. 2º da Lei Federal nº 8.112/1991, leia com cuidado cada uma das afirmações abaixo e, em seguida, responda o que se pede.
I- “É a pessoa legalmente investida em cargo público”.
II- “É a pessoa parcialmente investida em cargo público”.
III- “É a pessoa legalmente investida em cargo público, mas que ainda não tomou posse”.
II- “É a pessoa parcialmente investida em cargo público”.
III- “É a pessoa legalmente investida em cargo público, mas que ainda não tomou posse”.
Está CORRETO o que se afirma apenas em
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Texto V

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+variacao+linguistica&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=CQ7SGYwbTJUamM%253A%252CVf- K G a h 5 h r z w I M % 2 5 2 C _ & u s g = _ _ 4 B j n d J 4 F f b 1 X A 8 - x X Z o D x x _ 0 B P o % 3 D & s a = X & v e d = 0 a h U K E w j o w a P - ue7ZAhWElJAKHSg2Ch4Q9QEINjAB#imgrc=GwphRLo531geLM::-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Pelo semblante e dúvidas do médico, a partir dos sintomas relatados, por via da linguagem utilizada pelo paciente, deduz-se que
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Atente à charge abaixo para responder a questão.

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+
servi%C3%A7o+p%C3%BAblico&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=quDwb2Wl1HPqWM%253A%252CT1_IpwJM z6JLF<. Data da consulta: 16/03/2018).
Julgue cada uma das afirmações abaixo.
I- A cena é sintomática de que, infelizmente, no Brasil, os Princípios da Moralidade e Legalidade são desrespeitados a cada dia, tanto nas esferas Federal, quanto estadual e municipal da administração pública.
II- As cenas mostradas na charge acima não fazem parte da realidade dos servidores públicos, no Brasil, sobretudo os de menores
salários.
salários.
III- As cenas mostradas na charge acima, embora façam parte, em alguns momentos da realidade dos servidores públicos, no Brasil, não devem ser consideradas porque todos percebem salários exorbitantes.
Está CORRETO o que se afirma em
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Atente à seguinte situação hipotética: João precisou ir ao TRE – Tribunal Regional Eleitoral - (Cartório Eleitoral) de sua cidade resolver uma pendência de documentos. Após 3 tentativas em dias distintos – em função das quilométricas filas – desistiu e preferiu pagar a multa. A situação acima é característica de falha flagrante de desobediência a importante Princípio da Administração Pública, também previsto no nosso ordenamento jurídico. Trata-se da
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Texto IV

(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT2
0mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC4CTcHfdSHEMcfR_k%3D&sa=X ved=0ahUKEwjb6Z7z9OzZAhVEj5AKHZ_5BssQ9QEIOzAD#imgrc=Dj7rEy0KkGlZTM:-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
No período gramatical que representa a primeira fala da autoridade policial verificam-se quantas orações?
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Em um ambiente de trabalho faz se necessário o relacionamento interpessoal e, quando isto não ocorre gera-se stress e desmotivação pelo trabalho, dificultando o bom andamento das atividades. Para evitar esses desgastes no ambiente do trabalho é necessário
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