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Foram encontradas 50 questões.

1645128 Ano: 2018
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Para o Agente de Portaria o processo de comunicação é um importante aliado no ambiente de trabalho. Uma comunicação clara e precisa se torna importante para a fluidez nesse ambiente. Existem fatores que tendem a comprometer a clareza das informações, prejudicando assim o bom entendimento das informações passadas. É um exemplo de barreira no processo de comunicação
 

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1638139 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Leia com cuidado a charge abaixo para responder a questão.
Texto III
Enunciado 2878233-1
( Disponível e m : > https : //ww w . google.com .br / s e a r c h ? q = c h a r g e s + c o m + e r r o s + d e + g r a fi a & t b m = i s c h & t b s = r i m g : C X X c Q 8 - 2LWlOIjh6gq0MRMW9ncf9Nk5SA6bgJVCa9NeDJM1essRBLD6RL-uOyvAXUCY_14ywlq-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Deduz-se das informações contidas na charge (Texto III) que
 

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1635689 Ano: 2018
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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“O artigo 5º, XXXIII, da Carta Magna dispõe o direito de certidão, o qual assegura ao indivíduo o direito de receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível a segurança da sociedade e do Estado.

Disponível em: >http://www.direitobrasil.adv.br/artigos/ad.pdf<. Data da consulta: 16/03.2018. (Adaptado).

Ainda acerca do Artigo Constitucional que prevê o direito à informação, previsto no texto VII pode-se afirmar que este direito, com base na
leitura,

I- é absoluto e incondicional, não sofrendo qualquer restrição de aplicação.
II- pode sofrer restrições e limites na sua aplicação mais relacionadas à preservação do sigilo.
III- pode sofrer restrições e limites na sua aplicação apenas na esfera das questões de gênero.

É VERDADE o que se afirma em

 

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1628164 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Leia com cuidado a charge abaixo para responder a questão.
Texto III
Enunciado 2856438-1
( Disponível e m : > https : //ww w . google.com .br / s e a r c h ? q = c h a r g e s + c o m + e r r o s + d e + g r a fi a & t b m = i s c h & t b s = r i m g : C X X c Q 8 - 2LWlOIjh6gq0MRMW9ncf9Nk5SA6bgJVCa9NeDJM1essRBLD6RL-uOyvAXUCY_14ywlq-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
A forma plural de “O senhor tem plano de saúde” é
 

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1623134 Ano: 2018
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Atente à seguinte situação hipotética:
I- João é agente de portaria há 6 meses na UEPB. Participou de uma seleção simplificada, promovida por esta instituição, para contratação temporária de 84 profissionais.
II- Pedro participou, e foi aprovado em todas as etapas, de um concurso público de provas e títulos, para ingresso no serviço público, para preenchimento de 60 vagas de agente de portaria na mesma instituição, conforme prevê o Art. 37, II, de Nossa Carta Magna. Tomou posse e entrou em exercício no dia 25/03/2018.
Acerca da situação empregatícia destes servidores, pode-se afirmar que
 

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1615749 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II
Enunciado 2822974-1
(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Na sentença “Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem ‘caixas não contabilizados de campanhas’, não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato” a melhor palavra que substitui a expressão sublinhada é
 

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1611397 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Texto IV
Enunciado 2806089-1
(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT2
0mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC4CTcHfdSHEMcfR_k%3D&sa=X ved=0ahUKEwjb6Z7z9OzZAhVEj5AKHZ_5BssQ9QEIOzAD#imgrc=Dj7rEy0KkGlZTM:-/<. Data da consulta: 14/03/2017).
No enunciado “O teste do bafômetro indicou que o senhor ingeriu álcool” os verbos sublinhados funcionam sintaticamente, na sequência, como
 

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1579405 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Texto I
Ainda guri, quando morador da minha querida Propriá (SE), brincava com alguns amigos na calçada de casa. De repente, um deles nos propôs que disputássemos o título de melhor atirador de estilingue da rua. Os alvos seriam as lâmpadas de um poste público. O campeão seria aquele que estourasse o maior número de lâmpadas, dentre as cinco ainda intactas naquela parte da rua. Não tendo aceitação geral, pois a maioria discordara da depredação proposta e que deixaria a rua às escuras, o planejador da competição deu o seu último arremate:
- Vocês são mesmo uns imbecis, as lâmpadas não têm dono, amanhã a prefeitura vai botar outras no lugar e ninguém ficará no prejuízo.
Já maior de idade, agora na condição de visitante da mesma amada Propriá, comentávamos sobre a política local. Um dos moradores argumentava que o filho da maior autoridade municipal estava lhe devendo uma boa quantia em dinheiro, emprestada durante a campanha eleitoral. Não obstante o débito, não estava preocupado, pois sabia que ele era honesto e honraria o compromisso assumido. Depois, indagado sobre as denúncias de corrupção na prefeitura, praticada pelo seu sincero devedor, assim opinou:
- Na prefeitura ele realmente rouba. Mas o que estou dizendo é que ele é honesto nas coisas particulares e sempre honrou seus compromissos, mesmo porque uma “coisa” não tem nada a ver com a “outra coisa”.
Depois, trabalhando como advogado, agora não mais na minha cidade de Propriá, fui procurando por um pretenso cliente. Estava ele revoltado porque a prefeitura mandara derrubar o muro da casa em que residia, construído há mais de três anos. Disse-me ele que a parte que deveria derrubar fora um puxadinho que dera em um terreno baldio, somente agora descoberto que pertencia ao município. E resumiu ele o seu protesto:
- Esta coisa somente ocorre no Brasil, os políticos pegam um terreno que não era de ninguém, fazem uma pracinha eleitoreira lá, e eu sou
quem sai perdendo. Isso não pode ficar assim, vou brigar até o fim, eles vão ter que parar a obra ou pagar meus prejuízos.
Esta semana, morando na capital do Brasil, apontávamos que orelhões e escolas públicas são dilapidas diariamente, tornando mudos e deseducados seus próprios destinatários. Praças são transformadas em canteiros de destruição, verdadeiras fontes de diversão para vândalos. Terras públicas são griladas, mangues invadidos, florestas devastadas, tudo em nome do crescimento sustentável dos velhos privilegiados da nação. Recursos da nação são destinados a irrigar fazendas particulares, fazendo florir fortunas pessoais. Pontes, estradas, ruas e metrôs são direcionados para melhor fazer fluírem “caixas não contabilizados de campanhas', não raro em campanhas restritas ao aumento do patrimônio do próprio candidato. E assim são encontrados vários outros casos semelhantes. Todos eles, é claro, defendidos com a mais absoluta boa-fé, pois, segundo os corretos brasileiros em questão, “nunca desrespeitaram a coisa particular”.
O mês de novembro, exatamente por agasalhar as homenagens oficiais à República Federativa do Brasil, merece uma melhor reflexão dos brasileiros. Se República quer dizer “coisa (res) pública”, o público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”. Não pode deixar que seja transformada em “coisa particular” o que lhe pertence. Não pode assistir, pacificamente, a que seja diariamente destruída, apropriada, aprisionada e corrompida por interesses pessoais. Afinal, o Brasil somente poderá ser chamado de República quando a “coisa pública” for,
na prática, destinada, controlada e utilizada pelo público.
Colunista César Brito. 10/11/2013.
(Disponível em: >http://congressoemfoco.uol.com.br/opiniao/colunistas/a-coisa-publica/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Texto II
Enunciado 2778016-1
(Disponível em: >https://www.google.com.br/search?q=charge+sobre+coisa+publica&tbm=isch&source=iu&ictx=1 fir=vhm3GTejbeRSRM%253A%252CGA0nuwcRjT20mM%252 C_&usg=__MlicR5qRHsC/<. Data da consulta: 14/03/2017).
Atentar a cada uma das afirmações abaixo acerca dos textos I e II e, em seguida, responder o que se pede.
I- As expressões “Ainda guri”, “Já maior de idade” “Depois” e “Esta semana” expressam marcas temporais importantes, no texto I, que sustentam a estratégia montada pelo autor para mostrar seu ponto de vista.
II- Deduz-se dos exemplos referenciados em ambos os textos que o interesse privado se sobrepõe ao público.
III- A ideia expressa na sentença “O público precisa tomar consciência da sua condição de dono e proprietário exclusivo desta fundamental “coisa”, não aceitando as desculpas esfarrapadas dos amantes da “coisa alheia”' (Texto I) é de responsabilidade do autor do texto, o prefeito de Propriá (SE).
Está CORRETO o que se afirma em
 

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1579384 Ano: 2018
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
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Dentre as atribuições do Agente de Portaria, analise as afirmativas abaixo:

I- Observar todas as medidas de segurança no ambiente de trabalho.
II- Vedar a entrada de pessoas não autorizadas.
III- Manter-se sempre no posto de trabalho.
IV- No final do expediente sempre verificar se as portas e janelas do setor de trabalho estejam fechadas.
V- Fiscalizar a entrada e saída de pessoas e de veículos pelos portões de acesso sob sua vigilância.

Está CORRETO o que se afirma em

 

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1575064 Ano: 2018
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: UEPB
Orgão: UEPB
Provas:
O Agente de Portaria é função de suma importância para a segurança sendo o responsável pelo monitoramento do controle de acesso de pessoas, mercadorias e veículos. São exemplos de qualidades de um Agente de Portaria:
 

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