Foram encontradas 60 questões.
Mulher de 30 anos passou óleo de figo no corpo para ficar bronzeada e, em seguida, expôs-se ao sol por algumas horas. Chega à unidade de saúde apresentando diversas lesões avermelhadas, algumas bolhosas, muito doloridas, em todo o corpo, com exceção da face. Informa que sua vizinha a orientou a passar manteiga, mas que não adiantou. Em relação às lesões de queimadura dessa paciente, é correto afirmar que:
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A entrevista motivacional apresenta:
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Sobre as atribuições institucionais no âmbito da Vigilância em Saúde, é correto afirmar que o(a):
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As ações preventivas podem ocorrer em momentos diferentes da história natural da doença. É um exemplo de prevenção primária:
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Sobre o ciclo de vida (ou ciclo vital), é correto afirmar que consiste em:
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O agente comunitário de saúde identifica uma pessoa que mora sozinha na comunidade e que, ao ser questionada, afirmou não ter ninguém no mundo. A ferramenta de abordagem familiar que auxilia a identificação gráfica da rede de apoio dessa pessoa, dentro e fora do núcleo familiar, é:
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No método clínico centrado na pessoa, o acrônimo SIFE representa quatro dimensões (Sentimentos, Ideias, Funções e Expectativas) do componente denominado:
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Homem de 60 anos busca atendimento por estar sentindo o rosto dormente. Ao vê-lo, o médico do posto de saúde, que é recém-formado, sente-se feliz ao se lembrar do próprio avô, de quem era muito próximo e que sofreu um AVC com a mesma idade do paciente. Considerando os aspectos do Método Clínico Centrado na Pessoa, o componente que está sendo retratado pelo sentimento do médico em relação à pessoa a ser atendida, devido à vivência que teve com o avô, corresponde ao(à):
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Mulher de 32 anos comparece à consulta para realizar um exame. Durante a anamnese, a médica percebe que a paciente aparenta tristeza e resolve investigar. Ao ser questionada, a mulher refere que se sente triste na maior parte do tempo, que não tem sentido vontade de realizar cuidados pessoais e que muitas vezes pensa que é melhor estar morta. Ao ser perguntada se já pensou em pôr fim à própria vida, se tem acesso a meios ou a como fazê-los e se já tomou alguma providência para tal, ela responde que não a todos esses questionamentos, reforçando que se trata apenas de um desejo, mas que não teria coragem de tirar a própria vida. Diz ainda que é a primeira vez que se sente assim, que nunca foi diagnosticada ou precisou de tratamento para depressão. Conta que as coisas começaram a desandar quando foi abandonada pelo marido, há um ano. Ele a deixou com o filho de 8 meses para ficar com uma amiga do casal. Diz que foi inesperado, que ainda não conseguiu superar e que já faz um tempo que vem se arrastando. Nos últimos dois meses, está se sentindo pior porque nem a pensão do filho tem recebido, portanto, está com dificuldades financeiras também. Quando questionada sobre rede de apoio, fala que tem uma tia que mora perto, mas que no momento não quer dividir sua dor com ninguém. Comenta ainda que parou de ir à igreja, mas que de vez em quando o pastor ou algum fiel aparecem para convidá-la a retornar aos cultos. Em relação às características da ideação suicida e aos fatores de risco, o quadro da paciente é classificado como um transtorno:
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Homem de 23 anos chega ao polo de atendimento para pacientes com dengue, referindo febre não aferida há três dias, dor no corpo, dor retro-orbitária e cefaleia. No exame físico, apresenta-se hidratado, corado, PA sentado = 120x80mmHg; PA em pé = 110x70mmHg; frequência respiratória (FR) = 18irpm; frequência cardíaca (FC) = 80bpm; aparelho cardiovascular (ACV), aparelho respiratório (AR) e abdômen sem alterações e prova do laço positiva. O grupo de classificação de risco desse paciente e a conduta mais adequada a ser tomada, respectivamente, são:
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