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1343703 Ano: 2011
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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What’s in a name?

The trouble with lingo

Remember the campaign in New York for garbage collectors to be called sanitation engineers? Near the top of the strike’s agenda was the matter of getting the respect due to the people doing such essential work. Unfortunately, the new euphemistic title clarified nothing about the work and by now is either simply not heard for what it means, or is used in moments of gentle disdain. A clearer term may have both generated the respect desired and withstood the test of time.

Clarity and sincerity matter. Terms which mislead, confuse or cause offence can become a distraction from the real content of public debate. In the search for consensus, since public understanding is harder to change than terminology, changing the terminology might be a better place to start. No additional prejudice or emotion should be brought to a debate by the terminology used in it. Here are two examples.

Genetic Engineering and Genetic Modification

Despite the insistence of biotech scientists that genes of completely different species are no longer being mixed, the message isn’t being heard. They insist that they are now involved only in developments which simply hasten the natural processes of selective and cross breeding or cross pollination. As farmers and horticulturists have been doing exactly this, unquestioned, for years, they cannot understand public resistance.

The problem may well be the terminology. In this context, the words “scientific” or “genetic” have been irreparably sullied. If “genetic engineering” has, in the public’s view, become synonymous with the indiscriminate mixing of genes, and if the softer label “genetically modified” hasn’t been able to shake off a perception of sinister overtones, these terms might as well be dropped − or left attached only to experiments in Dr. Frankenstein’s laboratory.

Ideally, a new agricultural term would leave out the word “genetic” altogether: it seems to frighten the public. Assuming it described science’s benign genetic activities accurately, the term “productivity breeding” is not a trivial call for a euphemism; besides, it would probably encounter less public opposition.

So, let’s have new terms for selective cross breeding by scientists who simply speed up the same process that is carried out in nature.

Clean coal*

If this new term was intended to be clear, it hasn’t worked.

In “Politics and the English Language” (1946), George Orwell wrote that because so much political speech involves defending the indefensible, it has to consist largely of euphemism. He insisted that, in politics, these euphemisms are “swindles” and “perversions” left deliberately vague in order to mislead. Deliberate or not, “clean coal” is one of these. Aside from being a contradiction in terms, the name is misleading, creating the impression of the existence of a new type of coal. In fact, it is ordinary coal which has been treated to “eliminate” most of its destructive by-products, which are then buried. The whole process produces emissions. This, though, isn’t clear when it is simply labelled “clean coal”. The term just doesn’t seem sincere. It’s a red rag to any green. It’s not asking too much to expect the term describing these procedures to be more accurate. A clearer term would be less provocative.

So, what’s in a name? A lot. There’s the possibility of confusion, prejudice, perversions and swindles. For the sake of fair debate, let’s mean what we say and say what we mean.

SEEARGH MACAULAY

www.londongrip.com

* Coal: carvão

A euphemism is a mild, indirect or vague expression used instead of one considered offensive, harsh or blunt. It may be used to hide unpleasant or disturbing ideas.

According to the definition above, the expression “genetic engineering” can be considered a euphemism because:

 

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1343690 Ano: 2011
Disciplina: Biologia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Uma família deseja organizar todas as fotos de uma viagem em um álbum com determinado número de páginas, sem sobra de fotos ou de páginas. Para isso, foram testados dois critérios de organização.

O primeiro critério, que consistia na colocação de uma única foto em cada página, foi descartado, uma vez que sobraram 50 fotos.

Com a adoção do segundo critério, a de uma única foto em algumas páginas e de três fotos nas demais, não sobraram fotos nem páginas, e o objetivo da família foi alcançado.

O número total de páginas em que foram colocadas três fotos é igual a:

 

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1343670 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Sobre a origem da poesia

A origem da poesia se confunde com a origem da própria linguagem.

Talvez fizesse mais sentido perguntar quando a linguagem verbal deixou de ser poesia. Ou: qual a origem do discurso não poético, já que, restituindo laços mais íntimos entre os signos e as coisas por eles designadas, a poesia aponta para um uso muito primário da linguagem, que parece anterior ao perfil de sua ocorrência nas conversas, nos jornais, nas aulas, conferências, discussões, discursos, ensaios ou telefonemas.

Como se ela restituísse, através de um uso específico da língua, a integridade entre nome e coisa − que o tempo e as culturas do homem civilizado trataram de separar no decorrer da história.

A manifestação do que chamamos de poesia hoje nos sugere mínimos flashbacks de uma possível infância da linguagem, antes que a representação rompesse seu cordão umbilical, gerando essas duas metades − significante e significado.

Houve esse tempo? Quando não havia poesia porque a poesia estava em tudo o que se dizia? Quando o nome da coisa era algo que fazia parte dela, assim como sua cor, seu tamanho, seu peso? Quando os laços entre os sentidos ainda não se haviam desfeito, então música, poesia, pensamento, dança, imagem, cheiro, sabor, consistência se conjugavam em experiências integrais, associadas a utilidades práticas, mágicas, curativas, religiosas, sexuais, guerreiras?

Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico, projetado sobre um passado pré-babélico, tribal, primitivo. Ao mesmo tempo, cada novo poema do futuro que o presente alcança cria, com sua ocorrência, um pouco desse passado.

Lembro-me de ter lido, certa vez, um comentário de Décio Pignatari, em que ele chamava a atenção para o fato de, tanto em chinês como em tupi, não existir o verbo ser, enquanto verbo de ligação. Assim, o ser das coisas ditas se manifestaria nelas próprias (substantivos), não numa partícula verbal externa a elas, o que faria delas línguas poéticas por natureza, mais propensas à composição analógica.

Mais perto do senso comum, podemos atentar para como colocam os índios americanos falando, na maioria dos filmes de cowboy − eles dizem “maçã vermelha”, “água boa”, “cavalo veloz”; em vez de “a maçã é vermelha”, “essa água é boa”, “aquele cavalo é veloz”. Essa forma mais sintética, telegráfica, aproxima os nomes da própria existência − como se a fala não estivesse se referindo àquelas coisas, e sim apresentando-as (ao mesmo tempo em que se apresenta).

No seu estado de língua, no dicionário, as palavras intermedeiam nossa relação com as coisas, impedindo nosso contato direto com elas. A linguagem poética inverte essa relação, pois, vindo a se tornar, ela em si, coisa, oferece uma via de acesso sensível mais direto entre nós e o mundo.

(...)

Já perdemos a inocência de uma linguagem plena assim. As palavras se desapegaram das coisas, assim como os olhos se desapegaram dos ouvidos, ou como a criação se desapegou da vida. Mas temos esses pequenos oásis − os poemas − contaminando o deserto da referencialidade.

ARNALDO ANTUNES

www.arnaldoantunes.com.br

Mais perto do senso comum,

A expressão que inicia o trecho transcrito acima introduz uma comparação em relação ao comentário anterior, feito por Décio Pignatari.

O emprego da expressão comparativa revela que o autor considera o exemplo dos filmes de cowboy como algo que teria a seguinte caracterização:

 

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1343604 Ano: 2011
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Langage... déplacé !

Pour une mission de travail, j’ai dû intégrer une réunion étrange où chaque ministère disposait d’un représentant louant les mérites de ses actions et rappelant à quel point le ministre en place se sent “impliqué” dès lors qu’une mesure concerne ces autres, dont nous disons à peu près tout et rien à la fois: ces pauvres, ces handicapés, ces immigrés, ces Français d’origine africaine et maghrébine1.

Autant le dire tout de suite, ces termes n’ont jamais été employés au cours de ce conseil. Et pour cause... Afin de rassurer l’opinion publique, les représentants de l’Etat renomment systématiquement chaque mot dans un langage différent qui, à terme, se répercute dans la société française avant même qu’elle n’ait le temps de réagir. A titre d’exemple, ces dernières années, les cités sensibles sont devenues subitement des “quartiers”. Pourtant, lorsque je regarde dans le dictionnaire, un quartier est “la partie d’une ville ayant sa physionomie propre et une certaine unité. Exemple : le quartier Latin à Paris”. Tout le monde conviendra qu’il y a plus dangereux sur Terre que le quartier Latin de la capitale.

Le même processus s’est engagé avec la création des fameuses “personnes issues de l’immigration”. Théoriquement, une personne issue de l’immigration pourrait ressembler à la plupart des Français qui ont tous ou presque une origine, au premier, deuxième ou troisième degré, qu’elle soit italienne, portugaise, algérienne, espagnole, russe, etc. Par ailleurs, la totalité du peuple américain ou encore notre président actuel sont issus de l’immigration. Or, et cela ressortait bien au cours de cette réunion, pour nos hommes politiques, le sens de ces termes est tout autre: il s’agit tout simplement des Français d’origine africaine et maghrébine, auxquels les hommes politiques ont jugé bon de trouver une appellation spéciale tout en affirmant en parallèle que ce sont des Français comme les autres.

Nous pourrions citer d’autres exemples, comme le feu “plan Marshall”2 de la banlieue, né dans la précipitation pendant les émeutes de 2005, aujourd’hui rebaptisé “plan Respect-Egalité des chances”. En effet, passée l’agitation, quelqu’un a dû suggérer que “plan Marshall”, lié à une thématique de guerre, résonne de façon trop négative dans les esprits. Il a donc dû chercher un nouveau nom, plus positif et, surtout, en accord avec les populations concernées par ce plan. Je n’ai malheureusement pas pu assister à ces débats des plus passionnants, mais j’imagine sans mal la teneur des propositions: peut-être qu’avant de statuer sur “Respect”, quelqu’un a soufflé un plan “Wesh Wesh”, une Réforme “Yo!” ou encore “Zy-va!”, histoire d’être en totale symbiose avec le public hypothétiquement visé et de témoigner, toujours via le langage, de sa proximité avec lui.

Au fil des années, les formulations évoluent, mais les situations demeurent identiques. En effet, les cités sensibles ne se sont pas brusquement métamorphosées en simples quartiers, un plan “Respect-Egalité des chances” ne sera pas plus efficace qu’un “plan Marshall”, et les Français d’origine maghrébine et africaine ne sont pas les seuls à être “issus de l’immigration”. Cependant, le plus naturellement du monde, ces termes au sens biaisé continuent de se fondre dans le langage commun. Nous assistons régulièrement à des protestations contre le langage SMS et autres anglicismes pervertissant la “langue de Molière”, mais il semblerait qu’à d’autres niveaux la déformation de celle-ci à des fins politiques ne dérange personne. Le mot est une arme. A travers lui, on peut donner l’illusion d’une amélioration pour mieux masquer l’incompétence, la stagnation et, même, la régression.

LZ

www.agoravox.fr

1Maghrébin(e) se réfère au Maghreb, region de l’ Afrique du Nord qui comprend le Maroc, l’Algérie et la Tunisie.

2Plan américain élaboré pour aider la reconstruction de l’ Europe après la Deuxième Guerre mondiale.

les représentants de l’Etat renomment systématiquement chaque mot

D’après le texte, cette pratique des représentants de l’Etat a l’objectif de:

 

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1343599 Ano: 2011
Disciplina: Geografia
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Importantes invenções dos séculos XIX e XX

Invenções

Ano

Inventores

telefone

1876

Alexander Graham Bell

(escocês, residente no Canadá e nos E.U.A.)

carro

1886

Gottlieb Daimler (alemão)

rádio

1896

Guglielmo Marconi (italiano)

avião

1903

1906

Irmãos Wright (norte-americanos): “Flyer 1”

Alberto Santos Dumont (brasileiro): “14 Bis”

computador

1945

Marinha dos E.U.A. e Universidade de Harvard:

“Harvard Mark 1”

satélite

1957

Comunidade científica da U.R.S.S.: “Sputnik”

internet

1969

Comunidade científica dos E.U.A.: “Arpanet”

Adaptado de BOMENY, Helena e outros. Tempos modernos, tempos de sociologia. São Paulo: Editora do Brasil, 2010.

As invenções apresentadas no quadro afetaram o mundo contemporâneo, em especial, no que se refere à circulação de ideias, pessoas e mercadorias.

Em conjunto, essas invenções tiveram efeito principalmente sobre a ampliação da:

 

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1343535 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Sobre a origem da poesia

A origem da poesia se confunde com a origem da própria linguagem.

Talvez fizesse mais sentido perguntar quando a linguagem verbal deixou de ser poesia. Ou: qual a origem do discurso não poético, já que, restituindo laços mais íntimos entre os signos e as coisas por eles designadas, a poesia aponta para um uso muito primário da linguagem, que parece anterior ao perfil de sua ocorrência nas conversas, nos jornais, nas aulas, conferências, discussões, discursos, ensaios ou telefonemas.

Como se ela restituísse,A) através de um uso específico da língua, a integridade entre nome e coisa − que o tempo e as culturas do homem civilizado trataram de separar no decorrer da história.

A manifestação do que chamamos de poesia hoje nos sugere mínimos flashbacks de uma possível infância da linguagem, antes que a representação rompesse seu cordão umbilical, gerando essas duas metades − significante e significado.

Houve esse tempo? Quando não havia poesia porque a poesia estava em tudo o que se dizia? Quando o nome da coisa era algo que fazia parte dela, assim como sua cor, seu tamanho, seu peso? Quando os laços entre os sentidos ainda não se haviam desfeito, então música, poesia, pensamento, dança, imagem, cheiro, sabor, consistência se conjugavam em experiências integrais, associadas a utilidades práticas, mágicas, curativas, religiosas, sexuais, guerreiras?

Pode ser que essas suposições tenham algo de utópico,B) projetado sobre um passado pré-babélico, tribal, primitivo. Ao mesmo tempo, cada novo poema do futuro que o presente alcança cria, com sua ocorrência, um pouco desse passado.

Lembro-me de ter lido, certa vez, um comentário de Décio Pignatari, em que ele chamava a atenção para o fato de, tanto em chinês como em tupi, não existir o verbo ser, enquanto verbo de ligação. Assim, o ser das coisas ditas se manifestaria nelas próprias (substantivos), não numa partícula verbal externa a elas,C) o que faria delas línguas poéticas por natureza, mais propensas à composição analógica.

Mais perto do senso comum, podemos atentar para como colocam os índios americanos falando, na maioria dos filmes de cowboy − eles dizem “maçã vermelha”, “água boa”, “cavalo veloz”; em vez de “a maçã é vermelha”, “essa água é boa”, “aquele cavalo é veloz”. Essa forma mais sintética, telegráfica, aproxima os nomes da própria existência − como se a fala não estivesse se referindo àquelas coisas, e sim apresentando-as (ao mesmo tempo em que se apresenta).

No seu estado de língua, no dicionário, as palavras intermedeiamD) nossa relação com as coisas, impedindo nosso contato direto com elas. A linguagem poética inverte essa relação, pois, vindo a se tornar, ela em si, coisa, oferece uma via de acesso sensível mais direto entre nós e o mundo.

(...)

Já perdemos a inocência de uma linguagem plena assim. As palavras se desapegaram das coisas, assim como os olhos se desapegaram dos ouvidos, ou como a criação se desapegou da vida. Mas temos esses pequenos oásis − os poemas − contaminando o deserto da referencialidade.

ARNALDO ANTUNES

www.arnaldoantunes.com.br

Na coesão textual, ocorre o que se chama catáfora quando um termo se refere a algo que ainda vai ser enunciado na frase.

Um exemplo em que o termo destacado constrói uma catáfora é:

 

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1343525 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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A palavra

Tanto que tenho falado, tanto que tenho escrito − como não imaginar que, sem querer, feri alguém? Às vezes sinto, numa pessoa que acabo de conhecer, uma hostilidade surda, ou uma reticência de mágoas. Imprudente ofício é este, de viver em voz alta.

Às vezes, também a gente tem o consolo de saber que alguma coisa que se disse por acaso ajudou alguém a se reconciliar consigo mesmo ou com a sua vida de cada dia; a sonhar um pouco, a sentir uma vontade de fazer alguma coisa boa.

Agora sei que outro dia eu disse uma palavra que fez bem a alguém. Nunca saberei que palavra foi; deve ter sido alguma frase espontânea e distraída que eu disse com naturalidade porque senti no momento − e depois esqueci.

Tenho uma amiga que certa vez ganhou um canário, e o canário não cantava. Deram-lhe receitas para fazer o canário cantar; que falasse com ele, cantarolasse, batesse alguma coisa ao piano; que pusesse a gaiola perto quando trabalhasse em sua máquina de costura; que arranjasse para lhe fazer companhia, algum tempo, outro canário cantador; até mesmo que ligasse o rádio um pouco alto durante uma transmissão de jogo de futebol... mas o canário não cantava.

Um dia a minha amiga estava sozinha em casa, distraída, e assobiou uma pequena frase melódica de Beethoven − e o canário começou a cantar alegremente. Haveria alguma secreta ligação entre a alma do velho artista morto e o pequeno pássaro cor de ouro?

Alguma coisa que eu disse distraído − talvez palavras de algum poeta antigo − foi despertar melodias esquecidas dentro da alma de alguém. Foi como se a gente soubesse que de repente, num reino muito distante, uma princesa muito triste tivesse sorrido. E isso fizesse bem ao coração do povo; iluminasse um pouco as suas pobres choupanas e as suas remotas esperanças.

RUBEM BRAGA

PROENÇA FILHO, Domício (org.). Pequena antologia do Braga. Rio de Janeiro: Record, 1997.

Às vezes, também

Ao estabelecer coesão entre os dois primeiros parágrafos, a palavra “também”, nesse contexto, expressa determinado sentido.

Considerando esse sentido, “também” poderia ser substituído pela seguinte expressão:

 

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1343469 Ano: 2011
Disciplina: Física
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Considere as Leis de Newton e as informações a seguir para responder a questão.

Uma pessoa empurra uma caixa sobre o piso de uma sala. As forças aplicadas sobre a caixa na direção do movimento são:

− Fp: força paralela ao solo exercida pela pessoa;

− Fa: força de atrito exercida pelo piso.

A caixa se desloca na mesma direção e sentido de Fp .

A força que a caixa exerce sobre a pessoa é Fc .

Se o deslocamento da caixa ocorre com velocidade constante, as magnitudes das forças citadas apresentam a seguinte relação:

 

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1343403 Ano: 2011
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Eufemismo

Las plazas están abarrotadas de héroes de bronce, literatos de mármol y pensadores de piedra, pero no hay ningún monumento al sagrado eufemismo que tantas y tantas ventajas nos procura. Aprendimos a no decir la verdad descarnada. Aprendimos a tener una doble cara, una doble vida, una moral y otra inmoral, una cívica y otra rebelde, dos personalidades a menudo irreconciliables.

Tenemos la creencia de que sin una pizca de hipocresía y una disposición favorable hacia el otro, el mundo sería invivible, una selva terrorífica de dardos veraces en busca de la primera víctima inocente.

De entrada parece que el lenguaje tenga culpa de todo, pues decimos lo que decimos en parte porque lo hemos heredado con una carga patriarcal, sexista, racista, supersticiosa, legitimadora del poder entre otras cosas. Así que cuando nombramos algo no sólo lo señalamos, lo evocamos y lo definimos (que en eso radica la función de la lengua), sino que también lo discriminamos o lo estigmatizamos a gusto de nuestra ideología.

Las minorías arremeten contra los abusos del lenguaje y el movimiento “políticamente correcto” lucha para corregir las discriminaciones que mantiene nuestra cultura dominante. Sin embargo, no por decir persona madura en vez de viejo cambia con ella la realidad o la discriminación que sufren estas personas en una sociedad profundamente desigual. Porque antes que las palabras está el pensamiento del individuo del cual aquellas brotan, pero este pensamiento no es nada sin la mentalidad colectiva donde se sostiene. Por eso, fijémonos más en la carga que pone el individuo y los grupos en las palabras y no en las palabras mismas que en última instancia son neutras.

Es cierto que cambiando una palabra por otra cambiamos el acento desvalorizador que aquellas tenían, pero también hemos de tener en cuenta que añadimos a las nuevas los acentos y los intereses del grupo, minoritario o mayoritario, que reclama la corrección.

El poder suele tener un punto ciego, una voluntad de dominación aunque se rodee de mensajes populares y humanistas, y una de sus mejores armas es el discurso que parece decir algo pero no dice nada. Discurso que confunde porque da la impresión de querer agradar a todos pero, a decir del ojo atento, lo que quiere es atontar para desviar la mirada de lo verdaderamente importante, aquello que evidentemente no se puede destapar.

Nuestros oídos están acostumbrados a esa capa de irrealidad al que nos tiene acostumbrados el mensaje político, militar y económico, de tal manera que cuando un país hegemónico invade otro país es por el nuevo orden mundial y a favor de la democracia. Si la empresa te despide, debemos decir reajuste de recursos humanos.

Cuando leo el periódico o veo la televisión intento leer entre líneas y estar atento para distinguir lo que se dice de lo que realmente se quiere decir y poder adivinar lo que no se dice pero que es lo verdaderamente importante. Por otro lado, cuando hablo o escribo utilizo las mismas palabras que todos utilizamos (de alguna manera nos hemos de entender), pero procuro ver la intención que las mismas palabras embeben o el corazón que late entre ellas.

El tesoro del lenguaje es que nos hace vivir mundos inimaginables y además nos permite comunicarlos, pero el peligro de éste es que nos eleva por encima de la realidad dejándonos ante el abismo que nos separa de ella. El silencio es su terapia y por eso, a veces, recuerdo un dicho sabio de los indios norteamericanos que dice: ¡escucha o tu lengua te volverá loco!

JULIÁN PERAGÓN

www.concienciasinfronteras.com

En el penúltimo parágrafo, el autor utiliza la primera persona de singular en lugar de la forma “nosotros”.

Se puede comprender que ese cambio tiene como objetivo principal:

 

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1343289 Ano: 2011
Disciplina: Francês (Língua Francesa)
Banca: DSEA UERJ
Orgão: UERJ
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Langage... déplacé !

Pour une mission de travail, j’ai dû intégrer une réunion étrange où chaque ministère disposait d’un représentant louant les mérites de ses actions et rappelant à quel point le ministre en place se sent “impliqué” dès lors qu’une mesure concerne ces autres, dont nous disons à peu près tout et rien à la fois: ces pauvres, ces handicapés, ces immigrés, ces Français d’origine africaine et maghrébine1.

Autant le dire tout de suite, ces termes n’ont jamais été employés au cours de ce conseil. Et pour cause... Afin de rassurer l’opinion publique, les représentants de l’Etat renomment systématiquement chaque mot dans un langage différent qui, à terme, se répercute dans la société française avant même qu’elle n’ait le temps de réagir. A titre d’exemple, ces dernières années, les cités sensibles sont devenues subitement des “quartiers”. Pourtant, lorsque je regarde dans le dictionnaire, un quartier est “la partie d’une ville ayant sa physionomie propre et une certaine unité. Exemple : le quartier Latin à Paris”. Tout le monde conviendra qu’il y a plus dangereux sur Terre que le quartier Latin de la capitale.

Le même processus s’est engagé avec la création des fameuses “personnes issues de l’immigration”. Théoriquement, une personne issue de l’immigration pourrait ressembler à la plupart des Français qui ont tous ou presque une origine, au premier, deuxième ou troisième degré, qu’elle soit italienne, portugaise, algérienne, espagnole, russe, etc. Par ailleurs, la totalité du peuple américain ou encore notre président actuel sont issus de l’immigration. Or, et cela ressortait bien au cours de cette réunion, pour nos hommes politiques, le sens de ces termes est tout autre: il s’agit tout simplement des Français d’origine africaine et maghrébine, auxquels les hommes politiques ont jugé bon de trouver une appellation spéciale tout en affirmant en parallèle que ce sont des Français comme les autres.

Nous pourrions citer d’autres exemples, comme le feu “plan Marshall”2 de la banlieue, né dans la précipitation pendant les émeutes de 2005, aujourd’hui rebaptisé “plan Respect-Egalité des chances”. En effet, passée l’agitation, quelqu’un a dû suggérer que “plan Marshall”, lié à une thématique de guerre, résonne de façon trop négative dans les esprits. Il a donc dû chercher un nouveau nom, plus positif et, surtout, en accord avec les populations concernées par ce plan. Je n’ai malheureusement pas pu assister à ces débats des plus passionnants, mais j’imagine sans mal la teneur des propositions: peut-être qu’avant de statuer sur “Respect”, quelqu’un a soufflé un plan “Wesh Wesh”, une Réforme “Yo!” ou encore “Zy-va!”, histoire d’être en totale symbiose avec le public hypothétiquement visé et de témoigner, toujours via le langage, de sa proximité avec lui.

Au fil des années, les formulations évoluent, mais les situations demeurent identiques. En effet, les cités sensibles ne se sont pas brusquement métamorphosées en simples quartiers, un plan “Respect-Egalité des chances” ne sera pas plus efficace qu’un “plan Marshall”, et les Français d’origine maghrébine et africaine ne sont pas les seuls à être “issus de l’immigration”. Cependant, le plus naturellement du monde, ces termes au sens biaisé continuent de se fondre dans le langage commun. Nous assistons régulièrement à des protestations contre le langage SMS et autres anglicismes pervertissant la “langue de Molière”, mais il semblerait qu’à d’autres niveaux la déformation de celle-ci à des fins politiques ne dérange personne. Le mot est une arme. A travers lui, on peut donner l’illusion d’une amélioration pour mieux masquer l’incompétence, la stagnation et, même, la régression.

LZ

www.agoravox.fr

1Maghrébin(e) se réfère au Maghreb, region de l’ Afrique du Nord qui comprend le Maroc, l’Algérie et la Tunisie.

2Plan américain élaboré pour aider la reconstruction de l’ Europe après la Deuxième Guerre mondiale.

Dans le troisième paragraphe, l’auteure montre son désaccord avec l’utilisation de l’expression “personnes issues de l’immigration”, puisque la plupart des Français ont une origine étrangère.

Pour soutenir son opinion, elle utilise la stratégie argumentative suivante:

 

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