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Foram encontradas 375 questões.

1408627 Ano: 2006
Disciplina: Redação Oficial
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
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Leia o seguinte texto:
Sra. Diretora de Recursos Humanos da Câmara dos Deputados.
MARIA LÚCIA SANTANA, brasileira, casada, residente na Rua E, Qd. 5, do Residencial Miranda, Maceió/AL, servidora dessa Casa, cargo de Assistente em Administração, na função de Secretária, lotada no Setor de Recrutamento e Seleção, indicada, em convenção partidária, para candidatar-se ao cargo eletivo de Deputada Estadual, requer a V.Sa. se digne conceder-lhe, de acordo com o art. 86 da Lei n° 8.112/90, “licença para atividade política”.
Nestes termos,
pede deferimento.
Maceió, 10 de março de 2006.
Maria Lúcia Santana
Analisando o texto acima, são feitas as seguintes afirmativas relacionadas a ele:
I. O texto possui as características de uma Carta Comercial por transmitir uma mensagem impressa a uma pessoa, solicitando a reconsideração de um ato.
II. O texto é um Requerimento por pedir a alguém o reconhecimento de um direito.
III. Esse texto, baseado em formalidades legais, é um Requerimento, em que se pede a concessão de um benefício.
De acordo com o contido nessas afirmativas, pode-se dizer que
 

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1408448 Ano: 2006
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
Use, agora, a seguinte chave para responder a questão.
1. A autorização prévia para funcionamento de curso de ensino superior é obrigatória para instituições sem autonomia didático-pedagógica e, ainda, para o funcionamento dos cursos de Medicina, Odontologia, Psicologia e Direito.
2. Os cursos seqüenciais são uma nova modalidade de curso superior e fornecem, sempre, diploma de conclusão.
3. A Educação Superior abrangerá os seguintes cursos e programas: cursos seqüenciais por campo do saber, cursos de graduação, de pós-graduação e de extensão.
4. As Universidades têm autonomia para criar, organizar e extinguir, em sua sede, cursos e programas de educação superior, fixar seus currículos, estabelecer planejamento para pesquisa científica, produção artística e atividades de extensão..
 

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1408260 Ano: 2006
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
Sobre a relação jurídica do servidor com a administração pública, que alternativa está correta?
 

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No ambiente Windows, como é denominada a área em que ficam armazenados textos, tabelas, imagens e demais dados, durante as opções de copiar, colar e recortar?
 

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1407996 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
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A empresa junina Ltda. praticou o seguinte fato contábil: recebimento, em cheque, de duplicatas no valor de R$ 2.200,00, com incidência de juros à taxa de 10% (dez por cento). Para contabilizar aludido fenômeno patrimonial em um único lançamento, o contador deverá fazê-lo como segue:
 

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1407846 Ano: 2006
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
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O êxito de um sistema de informações depende:
 

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1407759 Ano: 2006
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
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De acordo com as contas relacionadas abaixo, responder a questão.
O balancete de verificação da empresa Recifense apresenta as seguintes contas e respectivos saldos em 31.12.05:
C o n t a s S a l d o s (R$)
Móveis e Utensílios 250
Despesas Diferidas 200
FGTS a Recolher 450
Lucros Acumulados 4.410
Promissórias a Pagar 9.000
Capital 25.000
Fornecedores 1.200
Caixa 6.700
Bancos Conta Movimento 14.750
Marcas e Patentes 650
Clientes 650
Estoque de Material de Consumo 510
Instalações 3.500
Veículos 12.000
As contas que formam o Ativo totalizam:
 

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1407758 Ano: 2006
Disciplina: Economia
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
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A demanda agregada de uma economia é igual a:
 

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1407657 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
Texto 1
Qualidade ou inovação?
Cláudio de Moura Castro
"No Brasil, como não acertamos com os caminhos tradicionais, nosso sistema educacional tornou-se permeável a toda sorte de inovação"
Volta e meia nos comparamos com o Leste Asiático, e as conclusões são lúgubres. De fato, nos testes internacionais de rendimento escolar, os resultados de Cingapura, Coréia e Japão são sempre espetaculares. E a China está avançando.
Quando analisamos mais a fundo, vemos que o sucesso desses países resulta do esforço concentrado. Repete-se a velha fórmula de estudar até aprender. E dá certo. O lado ruim é que os sistemas do Leste Asiático são convencionais e promovem um aprendizado muito estreito. O Ministério da Educação do Japão se queixa de que há poucos desafios à imaginação. O ensino é impecável, mas gera pessoas pouco criativas. As tentativas de mudança são rechaçadas ferozmente pelos pais, temendo que a escola use seus filhos como cobaias para testar inovações – o que poderia prejudicar suas chances futuras.
Se não está na Ásia, onde estaria a inovação educativa? Estados Unidos e Israel são grandes usinas de inovação e, ao mesmo tempo, têm excelência. A América Latina tem uma educação que não deu certo. É atrasada historicamente e custa muito para alcançar resultados apenas sofríveis. Mas o curioso é ser ela um dos grandes laboratórios da educação. Parece inverossímil e paradoxal sermos um grande pólo de inovação.
No topo da criatividade estão Brasil e Colômbia, onde a educação é péssima. E há também o Chile, introduzindo soluções inovadoras na gestão do ensino. Em contraste, apesar de terem a Argentina e o Uruguai os melhores sistemas educativos, são os países com menos inovações.
Por que diabos seria assim? Ao que parece, a criatividade de alguns países da América Latina é um mecanismo de compensação. Como não conseguiram fazer uma escola convencional boa, tentam inovar, buscando modelos melhores, mais robustos ou apoiados em tecnologia. Vejamos alguns exemplos.
A Colômbia criou a Escuela Nueva, uma fórmula de escola rural extraordinariamente bem-sucedida e bastante copiada. Tem também ampla experiência com o marketing social da educação. A fragilidade institucional do país é compensada pela força e pela inovação de suas instituições do terceiro setor.
Os economistas – que tiveram muito poder no Chile – criaram mecanismos interessantes para a contratação de cursos (privados ou públicos) de formação profissional, condicionando a concessão de recursos públicos à obtenção de emprego para os alunos. Implantaram também um sistema engenhoso de privatização da formação profissional e foram pioneiros no uso sistemático de testes para monitorar o funcionamento das escolas.
Mas, possivelmente, a maior coleção de inovações educativas esteja no Brasil, um pobre coitado em matéria de ensino. Paulo Freire é a grande referência internacional em programas de alfabetização de adultos. O modelo do Senai foi copiado em quase toda a América Latina e continua imbatível. O Brasil foi pioneiro no uso do rádio para o ensino e, junto com o México, é líder na TV educativa. O programa de reforma educativa de Minas Gerais aparece em vários livros estrangeiros e serve de exemplo de como é possível dar um grande salto em pouco tempo. Os programas de aceleração para os alunos repetentes mostram resultados excepcionais. O Provão foi um programa único no mundo, invejado pelos educadores estrangeiros.
Não chega a ser um paradoxo. Em alguns países que tiveram êxito – como os asiáticos e, em menor grau, Argentina e Uruguai –, erguem-se barreiras de proteção às mudanças. Deu certo, então por que mudar? Contudo, podem encontrar menor resistência às inovações certos
países que estão por baixo e não logram resolver seus problemas pelas soluções convencionais. O Brasil está nesse time. Horrendamente atrasado em sua educação, vale tudo para encontrar uma fórmula salvadora. Como não acertamos com os caminhos tradicionais, nosso sistema tornou-se permeável a toda sorte de inovação. É um consolo, um alento e um potencial. Mas apenas com criatividade não chegaremos lá. Nada substitui o esforço obstinado e persistente que deu certo na Ásia – e onde quer que haja educação de qualidade.
Cláudio de Moura Castro é economista (claudiodmc@attglobal.net) Texto publicado em 1º de março, 2006.
Texto 2
Vamos acabar com as notas
Stephen Kanitz
"Imaginem um sistema geral de autoavaliação em que os alunos não mais estudariam para as provas, mas estudariam para ser úteis na vida."
Damos notas a hotéis, a videogames e a tipos de café. Mas faz sentido dar notas a seres humanos como fazem as escolas e nossas universidades? Ninguém dá a Beethoven ou à Quinta Sinfonia uma nota como 6.8, por exemplo.
O que significa dar uma "nota" a um ser humano? Que naquele momento da prova, ele sabia x% de tudo o que os professores gostariam que ele soubesse da matéria. Mas saber "algo" significa alguma coisa hoje em dia? Significa que você criará "algo" no futuro? Que você será capaz de resolver os inúmeros problemas que terá na vida? Que será capaz de resolver os problemas desta nação?
É possível medir a capacidade criativa de um aluno? Quantos alunos tiraram nota zero justamente porque foram criativos ou criativos demais? Por isso, não damos notas a Beethoven nem a Picasso, não há como medir criatividade.
Muitos vão argumentar que o problema é somente aperfeiçoar e melhorar o sistema de notas, que obviamente não é perfeito e as suas falhas precisam ser corrigidas.
Mas e se, em vez disso, abolíssemos o conceito de notas? Na vida real, ninguém nos dará notas a cada prova ou semestre. Você só perceberá que não está sendo promovido, que as pessoas não retornam mais seus telefonemas ou que você não está mais agradando.
Aliás, saber se você está agradando ou não é justamente uma competência que todo mundo deveria aprender para poder ter um mínimo de desconfiômetro. Ou seja, deveríamos ensinar a auto-avaliação. Com os alunos se auto-avaliando, dar notas seria contraproducente. Não ensinamos a técnica de auto-avaliação, tanto é que inúmeros profissionais não estão agradando nem um pouco como professores e, mesmo assim, se acham no direito de dar notas a um aluno.
O sistema de "dar" notas está tão enraizado no nosso sistema educacional que nem percebemos mais suas nefastas conseqüências. Muitos alunos estudam para tirar boas "notas", não para aprender o que é importante na vida. Depois de formados, entram em depressão pois não entendem por que não arrumam um emprego apesar de terem tido excelentes "notas" na faculdade. Foram enganados e induzidos a pensar que o objetivo da educação é passar de ano, tirar nota 5 ou 7, o mínimo necessário.
Ninguém estuda mais pelo amor ao estudo, mas pelas cenouras que colocamos na sua frente. Ou seja, as "notas" de fim de ano. Educamos pelo método da pressão e punição. Quando adultos, esses jovens continuarão no mesmo padrão. Só trabalharão pelo salário, não pela profissão.
Se o seu filho não quer estudar, não o force. Simplesmente corte a mesada e o obrigue a trabalhar. Ele logo descobrirá que só sabe ser garçom ou porteiro de fábrica. Depois de dois anos no batente ele terá uma enorme vontade de estudar. Não para obter notas boas, mas para ter uma boa profissão.
Robert M. Pirsig, o autor do livro Zen e a Arte da Manutenção de Motocicletas, testou essa idéia em sala de aula e, para sua surpresa, os alunos que mais reclamaram foram os do fundão. São os piores alunos que querem notas e provas de fim de ano. Os melhores alunos já sabem que passaram de ano, muitos nem se dão ao trabalho de buscar o diploma.
Sem notas, os piores alunos seriam obrigados a estudar, não poderiam mais colar nas provas e se auto-enganar. Provas não provam nada, o desempenho futuro na vida é que é o teste final.
Imaginem um sistema geral de autoavaliação em que os alunos não mais estudariam para as provas, mas estudariam para ser úteis na vida. Imaginem um sistema educacional em que a maioria dos alunos não esqueceria tudo o que aprendeu no 1º ano, mas, pelo contrário, se lembraria de tudo o que é necessário para sempre.
Criaríamos um sistema educacional em que o aluno descobriria que não é o professor que tem de dar notas, é o próprio aluno. Todo mês, todo dia, todo semestre, pelo resto de sua vida.
Stephen Kanitz é administrador por Harvard. Texto publicado em 10/05/2006.
Aponte a alternativa em que a forma verbal denota vaguidade ou vagueza no enunciado, mas que está em perfeita consonância com o caráter aberto da proposta apresentada no texto 2 (Stephen Kanitz).
 

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1407610 Ano: 2006
Disciplina: Biologia
Banca: UFAL
Orgão: UFAL
Com relação à preservação de microrganismos, podemos considerar CORRETO o seguinte:
 

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