Foram encontradas 54 questões.
Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
[....]
Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Em relação aos aspectos linguísticos do perfil, é CORRETO afirmar que:
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Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
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Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Os excertos transcritos dizem respeito ao gênero textual perfil jornalístico. Seu autor, Christian Carvalho Cruz, optou por usar a voz da perfilada, escrevendo o texto, majoritariamente, em primeira pessoa. Se tivesse escrito em terceira pessoa, feitos os ajustes linguísticos necessários (sobretudo nos verbos), estaria CORRETA a seguinte conversão:
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Considere os excertos do texto a seguir para responder a questão seguinte:
Os bravos pezinhos de Goreti
Faz uns três meses, perdi a paciência e coloquei essa plaquinha aí:

Porque cansei de ver as pessoas entrarem na loja, olharem a vitrine e virarem pra um dos meninos do balcão: "Nossa, cara, você correu tudo isso?!" Mesmo se eu estivesse ali do lado, era com os homens que falavam: "Rapaz, esse tanto de medalha é seu? Parabéns, hein, meu!". Ai que ódio. Nunca perguntaram QUEM FOI que ganhou as medalhas. Presumiam que tinha sido um homem. Aí falei: peraí que vou acabar com essa festa. Mesmo assim tem gente que continua, pois acha que Dinorá é homem. Então tô pra bolar um outro jeito de deixar mais claro que essas conquistas são minhas, mulher aqui, ó, e não do zezinho ou joãozinho. Só que tem uma confusão aí, porque meu nome não é Dinorá, é Goreti. Eu te explico melhor esse negócio, só um minutinho.
— Benhê, dá uma olhada na loja que eu vou conversar com o rapaz.
O Benhê é meu marido. Toninho. Estamos juntos há 45 anos. Toninho pro resto, Benhê pra mim. Então. A loja é que se chama Dinorá, tá na fachada, em homenagem à nossa filha mais velha. Abrimos quando ela nasceu, em 1987, pra fazer carimbos, brindes, chaves, xerox. Mas desde o começo a freguesia confundiu, achou que Dinorá era a dona. Durante um tempo, até que eu tentei desfazer o mal-entendido, mas não funcionou e larguei mão. Todo mundo aqui me conhece por Dinorá. No fim é até bom, porque um dos tratos que eu tenho com o Benhê é de não falar de trabalho em casa. Jamais! Então, aqui dentro eu sou Dinorá e lá fora, Goreti. Nas corridas, Goretinha, por causa desse meu tamanho todo que você pode ver.
Mas deixa eu te falar. Quero te pedir pra não colocar no papel o meu nome junto da palavra idosa. Tenho 65 anos, não escondo de ninguém, mas idosa é de lascar. Eu vou viver até os 120, então tô só na metade do caminho. Quando eu passar dos 100 talvez eu deixe você escrever sobre a idosa que corre ultramaratona. Antes não. Agora, o "senhora" pode dispensar sempre. Isso é bobagem. O maior sinal de respeito é a gente lidar com qualquer pessoa de igual pra igual, não se colocar abaixo dela dando esses tratamentos de senhor e senhora. Pra mim todo mundo é você. E olha que levei muito tabefe por causa disso. Nós éramos dez irmãos e eu, desde criança, a única que se recusava a chamar meu pai de senhor. Eu falava "você" e lá vinha a mão dele na minha cara. Pra ele era uma afronta. Mas acho que eu nasci pra afrontar mesmo.
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Disponível em: https://tab.uol.com.br/colunas/trombadas/2022/05/19/os-bravos-pezinhos-de-goreti.htm?comment=109390714.
Sobre o conteúdo do perfil, é INCORRETO afirmar que:
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Considere a manchete e o haicai a seguir reproduzidos:
I
FAMOSOS
EX-ATRIZ DO ZORRA EXIBE TATUAGEM DE BIQUÍNI E RECEBE ELOGIOS
Disponível em: https://cenapop.uol.com.br/noticias/famosos/ex-atriz-do-zorra-exibe-tatuagem-de-biquini.html. I
I
Na poça da rua
o vira-lata
lambe a Lua
(Millôr Fernandes)
Disponível em: https://twitter.com/millorfernandes/status/2583630877.
Assinale a alternativa INCORRETA:
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Considere o meme a seguir:

Disponível em: https://www.facebook.com/photo?fbid=826111245542318&set=a.739237894229654
Em relação ao diálogo reproduzido, considere as seguintes afirmativas:
I. "Uber" é um dos participantes da conversação e foi assim referido, porque esse é o modo como os usuários de serviços de transporte por aplicativos se referem ao motorista que oferece esse tipo de serviço.
II. O emprego de "blz", considerando-se o contexto em que foi publicado o meme (uma rede social) e o fato de que reproduz um diálogo informal, é inaceitável.
III. Embora não tenha sido dito, é possível inferir, do diálogo, que "Eu" ficou desapontado ao saber que "Uber" fez o curso de Engenharia na mesma universidade. Essa inferência é confirmada pela sequência de imagens no final.
IV. O conteúdo geral do meme é uma crítica aos que decidem trabalhar com o serviço de transporte por aplicativos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Considere as imagens a seguir, para responder a questão seguinte:
Imagem 1

Disponível em: https://www.facebook.com/leituraslivres/posts/pfbid02uw4mttABPs57S9SEABe7fzcZEViPwvRuq2duWVUKkohUAJdUVpZsAsbZpbHApjNGl.
Imagem 2

Disponível em: https://www.facebook.com/PROFCADOSORIO/posts/pfbid02Veux4L5qsZJt44dh1XAvVnYkd5WGzNeiASLTRDDUR9jxGwb4KicF13DYiCXiyRDol.
Do ponto de vista do uso linguístico formal, é INCORRETO afirmar que:
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Considere as imagens a seguir, para responder a questão seguinte:
Imagem 1

Disponível em: https://www.facebook.com/leituraslivres/posts/pfbid02uw4mttABPs57S9SEABe7fzcZEViPwvRuq2duWVUKkohUAJdUVpZsAsbZpbHApjNGl.
Imagem 2

Disponível em: https://www.facebook.com/PROFCADOSORIO/posts/pfbid02Veux4L5qsZJt44dh1XAvVnYkd5WGzNeiASLTRDDUR9jxGwb4KicF13DYiCXiyRDol.
Em relação às duas imagens, do ponto de vista linguístico-semiótico, são feitas as seguintes afirmativas:
I. Na Imagem 1, a resposta "Olá, Carlos!" não produz um efeito de sentido coerente com o contexto nela representado. Tal conclusão é reforçada pela placa que informa tratar-se de reunião de um grupo.
II. Na Imagem 2, a concepção de inteligência está associada exclusivamente à ideia de preservação ambiental.
III. Na Imagem 2, o planeta representado é a Terra. Considerando-se que houvesse pelo menos um terráqueo defensor da preservação ambiental, a declaração final do extraterrestre teria de ser relativizada, porque seria necessário reconhecer a existência de pelo menos uma vida inteligente no planeta.
IV. Tanto o conteúdo da Imagem 1 quanto da Imagem 2 pode ser compreendido sem que haja a necessidade de se usar – como suporte – os elementos extralinguísticos nelas contidos.
Assinale a alternativa CORRETA:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
Em relação aos recursos de coesão empregados pelo autor, é CORRETO afirmar que:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
Em relação à palavra grave (e sua variante no plural), é CORRETO afirmar que é um:
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Leia o excerto do texto a seguir, intitulado “Cabeça Vazia”, de autoria de Rubem Alves, antes de responder a questão seguinte, elaboradas a partir dele:
CABEÇA VAZIA
Os doutores nas coisas divinas sentenciaram que “cabeça vazia é oficina do diabo”. E chegaram mesmo a inventar rezas a serem repetidas como realejo, só para encher a cabeça, tão logo ela fique vazia. Pensavam que, por esse modo, enchendo a cabeça com palavras, não ficaria espaço livre em que o diabo se alojasse.
Eu discordo. Quando a minha cabeça fica vazia, eu me vejo transformado em criança. Ponho-me a brincar. Brinco com as palavras. As palavras viram brinquedos.
Assim, em herética e erótica oposição aos juízos teologais, afirmo a minha verdade humana e infantil: “Cabeça vazia é um quarto de brinquedos”. Quando ela fica vazia, sem tarefas ou obrigações a cumprir, minha cabeça vira um menino e se põe a brincar com as palavras. Claro que aqueles que são graves e adultos e desaprenderam a arte de brincar ficam enlouquecidos no meio dos brinquedos – e aí o diabo toma conta de corpo e alma. Pois o diabo não brinca. Ele é sempre grave. Então, você não sabia que palavras são brinquedos…
Brinquedos são objetos curiosos. Não servem para nada. Diferentes das ferramentas e utensílios, que sempre servem para alguma coisa…
Um pião, uma pipa, umas bolinhas de gude, um riscado de amarelinha, umas pedrinhas que se jogam para o alto e se pegam antes que caiam, umas bolas de sabão sopradas de um canudinho: não têm utilidade alguma. Servem só para brincar. Brinquedo é isto: um objeto que não serve para nada e nem é preciso que sirva, pois ele existe só para uma coisa: dar riso e alegria a quem brinca com ele. [...]
ALVES, Rubem. Ao professor, com carinho: a arte de pensar e do afeto. São Paulo: Planeta, 2021, p. 30.
É CORRETO assumir que, ao declarar que os brinquedos "Não servem para nada", o autor:
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