Foram encontradas 85 questões.
Julgue o item a seguir:
Dados os conjuntos A = {x ∈ Z; – 3 < x < 3} e B = {y ∈ Z+; y ≤ 2}, pode-se afirmar que o conjunto verdade da sentença p: “x + y é par”, no universo U = A x B, é igual a V = {(– 2, 0), (– 2, 2), (–1, 1), (0, 0), (0, 2), (1, 1), (2, 0), (2, 2)}.
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Julgue o item a seguir:
Se os conjuntos A e B possuem um único elemento em comum, e, além disso, o número de subconjuntos de A é o dobro do número de subconjuntos de B, então o número de subconjuntos de A ∪ B é o triplo do número de subconjuntos de B.
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Julgue o item a seguir:
Ao observar a perda de peso de H, após uma dieta, seus amigos A, B e C fizeram as seguintes afirmações:
A: H perdeu mais de cinco quilos;
B: H perdeu menos de cinco quilos;
C: H perdeu pelo menos um quilo;
Sendo verdadeira apenas uma dessas afirmações, é correto afirmar que H pode ter perdido de 1 a 5 quilos.
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Julgue o item a seguir:
Um ônibus sai do ponto inicial com n passageiros. Na primeira parada descem 20% desse total, e não entra ninguém até a segunda parada, quando descem 10% dos passageiros remanescentes, e entra uma quantidade equivalente a 25% do número de passageiros que permaneceram no ônibus, perfazendo um total de 45 pessoas. Assim, é correto afirmar que n é um número entre 47 e 52.
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Julgue o item a seguir:
Admitindo-se que a subtração X9Y1 – 514Z = 1W78, na qual cada letra representa um dígito numérico, esteja correta, pode-se afirmar que W + Y = Z + X.
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Tipos de entidades integrantes da Administração Indireta

Os órgãos fiscalizadores das profissões (Conselhos Profissionais) são exemplos de fundações públicas.
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Tipos de entidades integrantes da Administração Indireta

As empresas públicas são pessoas de direito privado, com capital exclusivamente público.
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TEXTO:
– O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
– deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
– do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
– e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
– da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
– com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
– magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
– no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
– iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
– de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
– e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
– a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
– melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.
NETO, J. C. M. O retirante explica ao leitor quem é e a que vai. Morte e Vida Severina e outros poemas em voz alta. 4. ed. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967. p. 73-75.
A cena em tela é apresentada em forma de monólogo.
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TEXTO:
– O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
– deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
– do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
– e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
– da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
– com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
– magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
– no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
– iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
– de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
– e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
– a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
– melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.
NETO, J. C. M. O retirante explica ao leitor quem é e a que vai. Morte e Vida Severina e outros poemas em voz alta. 4. ed. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967. p. 73-75.
O texto transmite crítica a certas condições sociais de uma determinada região.
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TEXTO:
– O meu nome é Severino,
não tenho outro de pia.
Como há muitos Severinos,
que é santo de romaria,
– deram então de me chamar
Severino de Maria;
como há muitos Severinos
com mães chamadas Maria,
fiquei sendo o da Maria
– do finado Zacarias.
Mas isso ainda diz pouco:
há muitos na freguesia,
por causa de um coronel
que se chamou Zacarias
– e que foi o mais antigo
senhor desta sesmaria.
Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino
– da Maria do Zacarias,
lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
– com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
– magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos
iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
– no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
– iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
– de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
– e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
– a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.
Mas, para que me conheçam
– melhor Vossas Senhorias
e melhor possam seguir
a história de minha vida,
passo a ser o Severino
que em vossa presença emigra.
NETO, J. C. M. O retirante explica ao leitor quem é e a que vai. Morte e Vida Severina e outros poemas em voz alta. 4. ed. Rio de Janeiro: Sabiá, 1967. p. 73-75.
O narrador não só tenta se individualizar, como também compõe um microcosmo da região de onde provém, e suas falas são as de um coletivo que cumpre um destino comum.
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