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Segundo Leakey, em sua obra “A Origem da Espécie Humana”, “as espécies australopitecíneas somente têm semelhança com os homo devido ao seu modo de caminhar, o bipedismo. Fora isso, essa espécie teria a estrutura física completamente diferente: cérebros pequenos, dentes molares grandes, maxilares protuberantes”, acrescentando também que, para a espécie homo, o autor afirma que “a evolução se deu com o aumento do cérebro, o que acarretaria na mudança da dieta, no aprendizado das habilidades de sobrevivência, hábitos, costumes sociais, parentesco e leis sociais”.
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Funari defende que “não há diferença entre Arqueologia Pública e educação patrimonial, uma vez que ambas tratam da necessidade de apresentação dos trabalhos arqueológicos desenvolvidos em uma determinada área ao grande público, confirmando, assim, o compromisso social do arqueólogo”.
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É unânime, entre os arqueólogos que trabalham com Arqueologia Pública, a afirmação de que “o distanciamento entre academia e público, no Brasil, é devido à inserção da Arqueologia em estruturas universitárias que priorizavam a pesquisa, em detrimento da comunicação museológica e do relacionamento com a sociedade”.
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A cada dia, aumenta o número de trabalhos acadêmicos sobre a musealização de bens arqueológicos, no entanto é importante ressaltar que tais atividades precisam contemplar ações que envolvam outros itens, além da exposição permanente, tais como mostra itinerante e ações de educação patrimonial.
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Segundo Cristina Bruno (1984), “a função social do museu é plenamente atingida quando este apresenta uma exposição com o resultado das pesquisas científicas desenvolvidas na instituição”.
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Segundo Moutinho (2007), “O que caracteriza a Sociomuseologia não é a natureza de seus pressupostos e dos seus objetivos, mas a interdisciplinaridade com que apela para as áreas do conhecimento perfeitamente consolidadas e as relaciona com a Museologia [...], sendo cultura e desenvolvimento cada vez mais elementos de uma responsabilidade social em que assenta a intervenção museal.”
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Do ponto de vista teórico-metodológico, pode-se afirmar que hoje, no Brasil, as pesquisas arqueológicas seguem apenas duas grandes correntes: a etnográfica/estruturalista francesa, pelos grupos mais antigos, e a processualista norte-americana, por pesquisadores mais jovens.
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O francês Leroi-Gourhan desenvolveu um método de investigação arqueológica, ainda hoje largamente utilizado, que permite a detecção da estratigrafia dos sítios, bem como a evidenciação dos mais diferentes tipos de vestígios arqueológicos em uma relação espaço-temporal, sendo esse o principal mérito do método, que pode ser considerado como topográfico/etnográfico e possibilitou a evidenciação de contextos diferentes dos períodos paleolítico, mesolítico e neolítico.
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Até início do holoceno, a paisagem no Brasil era bem diferente, pois, em alguns lugares, animais gigantescos habitavam a região com vegetação exuberante, de floresta tropical úmida, e a megafauna era composta de várias espécies de animais, dentre eles, a preguiça gigante (Eremotherium e Catonyx), que chegava a mais de 5 toneladas, o tigre-dente-de-sabre (Smilodon), que podia pesar mais de 300kg, sendo um dos maiores predadores da Pré-História, e o tatu gigante (Pampatherium, Glyotodon e Panochtus).
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Segundo achados arqueológicos, existiram, no Brasil, diferentes maneiras de enterrar os mortos, sendo que os grupos mais antigos, pleistocênicos, praticavam enterramentos primários, ou seja, colocavam o corpo morto diretamente em grandes potes cerâmicos, e os mais recentes, praticavam enterramento secundário, ou seja, primeiro deixavam apodrecer a carne e depois depositavam na urna apenas os ossos, sempre colocando a cabeça por último, em posição superior, e, muitas vezes, recobriam essa ossada com uma cabaça, sendo comum encontrar, junto com os ossos, objetos pessoais do morto, como material lítico, adornos ou instrumentos de caça ou musical.
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