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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
As proteínas antitrombina III (AT-III), C e S são anticoagulantes e sua deficiência pode ocasionar trombose, sendo que a primeira responde por 70% da atividade total no plasma e requer heparina para sua atividade na superfície endotelial.
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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
O início da coagulação intravascular disseminada (CID) pode ser estimulado por um comprometimento tecidual disseminado, ou mesmo pela produção excessiva de proteínas procoagulantes, como a AT-III, por células neoplásicas.
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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
O tempo de trombina (TT) é um teste que avalia a quantidade e a atividade de fibrinogênio e pode ser usado para monitorar a atividade anticoagulante da heparina e dos produtos de degradação da fibrina (PDF).
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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
O fator plaquetário 3 (PF-3) é um fosfolipídio disponibilizado pelas plaquetas, que atua nas vias extrínseca e comum da cascata da coagulação, como receptor do fator de coagulação.
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Quanto ao diagnóstico dos distúrbios hemostáticos, é correto afirmar:
Um dos principais usos do tempo de protrombina (TP), na avaliação da cascata da coagulação, refere-se aos agonistas da vitamina K ou situações similares, em que a síntese hepática dos fatores de coagulação II, VII, XI e X relacionada a essa vitamina está prejudicada.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
A presença de hematemese e melena, observada em cães e gatos urêmicos, pode ser justificada pela deficiência de vitamina K e trombocitopenia.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
A proteinúria indica lesão renal quando associada à presença de vários tipos de cilindros no sedimento urinário, que, por sua vez, deve ser avaliada considerando-se a densidade urinária.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
Na espécie canina, a insuficiência renal pode ser associada à incapacidade de reabsorção de água pelos túbulos renais, que geralmente ocorre antes da alteração da excreção de metabólitos (aumento dos níveis séricos de ureia e creatinina).
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
A presença de glicosúria sempre indica a existência de doença renal ou nefropatia, e todos os pacientes nefropatas apresentam poliúria, polidipsia e azotemia.
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Para responder a essas questões, considere o caso clínico:
Cão da raça Basenji, com três anos de idade, apresentou história de poliúria e polidipsia. Os exames laboratoriais revelaram os seguintes resultados hematológicos VG (%): 33 (37 – 55), Hb (g/dL): 11,3 (12 – 18), He (x106/μ L): 4,45% (5,5 – 8,5), VGM (fL):74 (60 – 72), CHGM (g/dL): 35 (32 – 36), presença de acantócitos e esquistócitos. Bioquímica sérica glicose (mg/dL): 108 (65 – 122), ureia (mg/dL): 65 (7 – 28), creatinina (mg/dL): 2 (0,9 – 1,7), colesterol (mg/dL): 382 (130 - 370), cálcio (mg/dL): 7,2 (9 – 11,2), fósforo (mg/dL): 6,1 (2,8 – 6,1). Urinálise cor: amarela, aspecto: claro, densidade: 1025, proteína: 2+, glicose: 3+, bilirrubina: 1+, sangue: negativo, pH: 5, cetonas: traços. Na sedimentoscopia observou-se leucócitos/campo: 3 – 6, hemácias/campo: 3 – 6, células epiteliais/campo: 0 – 2, cilindros/campo: raros granulosos finos, bactérias: ausentes.
Os teores elevados de ureia e creatinina, associados à concentração normal de fósforo, são achados compatíveis com menor taxa de filtração glomerular, sendo possível, desse modo, diferenciar a natureza da azometia (pré-renal, renal ou pós-renal) existente nesse animal.
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