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A Universidade Federal da Bahia (UFBA), criada em 18 de fevereiro de 1808 pelo Príncipe Regente D. João, é uma autarquia com autonomia didático-científica, administrativa, patrimonial e financeira. Em relação ao Estatuto e ao Regimento Geral da UFBA, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
A autonomia patrimonial e financeira da UFBA, dentre outras coisas, consiste em: celebrar convênios, contratos e ajustes, inclusive de cooperação financeira, com entidades públicas e privadas, bem como contrair empréstimos para atender as suas necessidades e elaborar e reformar seu Estatuto e Regimento Geral.
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A Universidade Federal da Bahia (UFBA), criada em 18 de fevereiro de 1808 pelo Príncipe Regente D. João, é uma autarquia com autonomia didático-científica, administrativa, patrimonial e financeira. Em relação ao Estatuto e ao Regimento Geral da UFBA, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
A autonomia didático-científica da UFBA, dentre outras coisas, consiste em: criar, organizar, modificar e extinguir cursos e programas no âmbito de sua atuação, bem como conferir graus, diplomas, certificados, títulos e dignidades universitárias.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Um senhor quer jogar na mega-sena e, para isso, com o dinheiro que tem, quer fazer a maior quantidade possível de apostas distintas de seis números. Se o dinheiro dele permite considerar um jogo com 30 números diferentes, dos 60 passíveis de serem tomados no jogo, ele realizará, no máximo, 593775 jogos de seis números distintos.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
O comportamento do lucro (Y) de um determinado produto, como uma função da quantidade produzida (X), é sabidamente linear. Se o fabricante lucra R$ 450,00, quando produz 20 itens, e R$ 900,00, quando produz 30 itens, no dia em que precisar produzir 25 itens, ele lucrará R$ 575,00.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
A saca de soja, em 2010, custava R$ 50,00. Nos três anos seguintes, isto é, 2011, 2012 e 2013, teve três aumentos consecutivos de 7%, 5% e 8% respectivamente. Após o terceiro aumento, conclui-se que a saca de soja passou a custar 21,98% a mais do que custava em 2010.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Em um concurso público, 80% dos inscritos foram aprovados, 15% foram reprovados e os 6 inscritos restantes não realizaram a prova. Assim, conclui-se que havia 120 inscritos no concurso.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
A planta de um terreno triangular foi colocada em um plano cartesiano para ilustrar suas coordenadas cartográficas. Os vértices desse triângulo, no gráfico, são: (45, 35); (19, 10) e (60, 4). Com base nessas informações, é correto afirmar que a área do triângulo formado é de 1181 unidades de área.
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A Lógica também se expressa como uma importante ferramenta por permitir extrapolar a abstração e esboçar formalmente um problema do mundo real, que pode ser revolvido com o uso de técnicas matemáticas. Com base no raciocínio lógico combinado ao auxílio de outras ferramentas matemáticas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Uma grande cidade foi minuciosamente planejada para que seu crescimento horizontal fosse diminuindo gradualmente com o passar das décadas, de modo que a mata a seu redor fosse mantida intacta. O projeto inicial considerava uma área circular (em torno do mais famoso ponto turístico da cidade) com 25,00 km de raio. Na década seguinte, o raio que limitava a cidade tinha 30,00 km e, depois, 31,00 km, 31,20 km, 31,24 km. É correto afirmar que, se esse comportamento se mantiver, em 740 anos, o raio de alcance da cidade vai superar 33,00 km.
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Texto 1
Alteridade é colocar-se no lugar do mais fraco
Thiago Burckhart
A alteridade é uma das palavras que nascem nos contextos em que a figura do outro é negada. Trata-se de uma categoria que carrega na sua semântica a questão do “tu” (alter) e não do “eu” (ego), rompendo com o pensamento filosófico que colocava a figura do “ego” na centralidade do pensamento e da existência. Em sua essência, a alteridade – que também pode ser chamada de outridade – significa a condição do que é o outro, do que é distinto de mim. A implicação dessa categoria nos remete a necessidade de colocar-se no lugar do outro, de desenvolver o sentimento de empatia pelo outro, diferente de mim.
Estruturalmente a alteridade é uma tarefa ética, pois implica na reflexão sobre a condição humana deste outro, partindo do pressuposto que o outro não é um inimigo desumanizado, mas que deve ser visto como um ser humano ao mesmo tempo igual e diferente de mim. A experiência de se colocar no lugar do outro implica a conduta ética de perceber, a partir dos olhos deste outro, o mundo em que ele se insere, que é fruto de suas experiências, seus hábitos, sua história e seus conhecimentos. Num contexto marcado pela “falta de ética”, ou seja, a falta de uma reflexão sobre nossas ações, hábitos e costumes, a alteridade enquanto proposta torna-se difícil de concretizar-se.
Talvez, como afirma Márcia Tiburi, já estejamos acostumados com uma racionalidade técnica que domina o mundo, que se vale da pseudocomunicação de nosso tempo. Talvez as pessoas estejam agarradas a um tipo de materialidade das coisas e das mercadorias que não promove a transcendência, e não melhora o olhar sobre o mundo. Nesse sentido, a proposta da alteridade é também voltar-se à estética e (re)construir a sensibilidade perdida em meio a brutalidade da vida. Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.
Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/30/
alteridade-e-colocar-se-no-lugar-do-mais-fraco/ Acesso em:
19/08/2017
Texto 2
Conclusões de Aninha
Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.
O homem ouviu. Abriu a carteira, tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?
Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra
Cora Coralina
Disponível em: https://www.pensador.com/autor/cora_coralina/ Acesso em: 19/08/2017.
A respeito dos sentidos expressos pelos textos 1 e 2, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
A discussão suscitada na terceira estrofe do texto 2 evidencia duas visões antagônicas de discursos que respaldam práticas de alteridade, a saber: posturas assistencialistas e emancipatórias perante aqueles que se encontram em situação desfavorecida, no poema, representados pela mulher cujo rancho pegou fogo, apresentada na primeira estrofe.
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Texto 1
Alteridade é colocar-se no lugar do mais fraco
Thiago Burckhart
A alteridade é uma das palavras que nascem nos contextos em que a figura do outro é negada. Trata-se de uma categoria que carrega na sua semântica a questão do “tu” (alter) e não do “eu” (ego), rompendo com o pensamento filosófico que colocava a figura do “ego” na centralidade do pensamento e da existência. Em sua essência, a alteridade – que também pode ser chamada de outridade – significa a condição do que é o outro, do que é distinto de mim. A implicação dessa categoria nos remete a necessidade de colocar-se no lugar do outro, de desenvolver o sentimento de empatia pelo outro, diferente de mim.
Estruturalmente a alteridade é uma tarefa ética, pois implica na reflexão sobre a condição humana deste outro, partindo do pressuposto que o outro não é um inimigo desumanizado, mas que deve ser visto como um ser humano ao mesmo tempo igual e diferente de mim. A experiência de se colocar no lugar do outro implica a conduta ética de perceber, a partir dos olhos deste outro, o mundo em que ele se insere, que é fruto de suas experiências, seus hábitos, sua história e seus conhecimentos. Num contexto marcado pela “falta de ética”, ou seja, a falta de uma reflexão sobre nossas ações, hábitos e costumes, a alteridade enquanto proposta torna-se difícil de concretizar-se.
Talvez, como afirma Márcia Tiburi, já estejamos acostumados com uma racionalidade técnica que domina o mundo, que se vale da pseudocomunicação de nosso tempo. Talvez as pessoas estejam agarradas a um tipo de materialidade das coisas e das mercadorias que não promove a transcendência, e não melhora o olhar sobre o mundo. Nesse sentido, a proposta da alteridade é também voltar-se à estética e (re)construir a sensibilidade perdida em meio a brutalidade da vida. Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.
Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/30/
alteridade-e-colocar-se-no-lugar-do-mais-fraco/ Acesso em:
19/08/2017
Texto 2
Conclusões de Aninha
Estavam ali parados. Marido e mulher.
Esperavam o carro. E foi que veio aquela da roça
tímida, humilde, sofrida.
Contou que o fogo, lá longe, tinha queimado seu rancho,
e tudo que tinha dentro.
Estava ali no comércio pedindo um auxílio para levantar
novo rancho e comprar suas pobrezinhas.
O homem ouviu. Abriu a carteira, tirou uma cédula,
entregou sem palavra.
A mulher ouviu. Perguntou, indagou, especulou, aconselhou,
se comoveu e disse que Nossa Senhora havia de ajudar
E não abriu a bolsa.
Qual dos dois ajudou mais?
Donde se infere que o homem ajuda sem participar
e a mulher participa sem ajudar.
Da mesma forma aquela sentença:
"A quem te pedir um peixe, dá uma vara de pescar."
Pensando bem, não só a vara de pescar, também a linhada,
o anzol, a chumbada, a isca, apontar um poço piscoso
e ensinar a paciência do pescador.
Você faria isso, Leitor?
Antes que tudo isso se fizesse
o desvalido não morreria de fome?
Conclusão:
Na prática, a teoria é outra
Cora Coralina
Disponível em: https://www.pensador.com/autor/cora_coralina/ Acesso em: 19/08/2017.
A respeito dos sentidos expressos pelos textos 1 e 2, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Em “Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.” (texto 1), ocorre um paradoxo construído de modo a reforçar a visão crítica do autor do texto no que diz respeito àquilo que impede que a alteridade ocorra em sociedade.
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