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A Portaria Nº 92, de 23 de setembro de 2011, em seu Art. 1º aprova:
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Pela leitura do texto, conclui-se que, segundo o autor, a ordem das prioridades no pagamento da fatura do cartão é motivada por uma:
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Pela leitura do texto, em “Para ilustrar isso...”, o pronome demonstrativo faz remissão:
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No Glossário de Descrição Arquivística a proveniência diz respeito:
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Com relação a Diplomática é correto afirmar:
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A citação “Produzido, recebido e acumulado por entidades públicas e privadas ou por pessoa física, no exercício de suas atividades, que os identificam e que justificam sua presença em determinada sociedade, constituindo-se como elementos de prova ou de informação”, refere-se à concepção clássica de documento:
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Assinale a alternativa que apresenta alguns propósitos da descrição arquivística.
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Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
O propósito central do texto é:
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A Lei 8.159 de 8 de janeiro de 1991 normatiza a gestão de documentos como sendo:
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Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Em “É para João arrancar os cabelos. Mas piora.”, a oração introduzida por mas enuncia que:
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