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1420011 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Por meio do comentário “É para João arrancar os cabelos”, o autor avalia a situação de João produzindo um efeito de sentido de:
 

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1417918 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Pela leitura do texto, conclui-se que, segundo o autor, a ordem das prioridades no pagamento da fatura do cartão é motivada por uma:
 

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1417908 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Pela leitura do texto, em “Para ilustrar isso...”, o pronome demonstrativo faz remissão:
 

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1413678 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
O propósito central do texto é:
 

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1236826 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Em “É para João arrancar os cabelos. Mas piora.”, a oração introduzida por mas enuncia que:
 

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1236402 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
A oração reduzida em destaque em Ao pagar o cartão de crédito o ideal é pagar tudo duma vez” classifica-se como subordinada substantiva:
 

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1236401 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Quanto ao que a gramática normativa prescreve sobre a concordância nominal e verbal, está correta a frase do item:
 

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1236400 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Em José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente”, o vocábulo em destaque classifica-se como:
 

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1236395 Ano: 2013
Disciplina: Economia
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Considere os dados abaixo de um modelo IS-LM para uma economia fechada:
C = 200 + 0,8 Yd
I = 75 – 0,25 i + 0,11 Y em que:
T = 0,20 Y C = consumo agregado T = tributação
G = 200 Yd = renda disponível G = gasto do governo
Md = 0,6Y – 0,2 i I = investimento Md = demanda de moeda
Ms = 100 i = taxa de juros Ms = oferta real de moeda
Com base nessas informações, o multiplicador do gasto autônomo é igual a:
 

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1228895 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC
Provas:
Um pequeno esforço que vale a pena
Ao pagar o cartão de crédito, o ideal é pagar tudo duma vez. Em segundo lugar, pagar mais do que a parcela mínima. Por último, pagar a parcela mínima.
Para ilustrar isso, imagine dois colegas de trabalho, João e José, que recebem o mesmo salário de 2.000 reais, e têm o mesmo tipo de cartão de crédito. O cartão de crédito de ambos cobra 12% de pagamento mínimo sobre o valor da fatura. A taxa de juros é de 10% ao mês. Este mês, por uma incrível coincidência, o valor da fatura dos dois foi idêntico: 1.000 reais. Os dois conversam na hora do almoço, lamentam a dívida alta, resolvem tomar uma atitude. Ambos decidem destruir os cartões e começar a pagar a dívida. E é aqui que os dois se separam.
João decide pagar o mínimo todo mês até acabar com a dívida. Isso significa pagar 12% da fatura do primeiro mês, ou seja, 120 reais. O restante, R$ 880,00, será acrescido de 10% de juros, e João terá uma surpresa ao receber no mês seguinte uma fatura de 968 reais, com pagamento mínimo de 116 reais.
José tem a mesma surpresa, mas pensa diferente. Decide pagar 120 reais todo mês até quitar a dívida.
Depois de 15 meses pagando 120 reais por mês, José receberá em casa uma fatura de 105 reais. Ele paga essa fatura e quita a dívida. Depois de 15 meses, ele pagou 785 reais de juros por causa da dívida de 1.000 reais. No mesmo mês em que José pagou sua última parcela, João recebe uma fatura de 634 reais. Ele paga o mínimo, 76 reais, e recebe no mês seguinte uma fatura de 614 reais. Nesse ritmo, João leva 92 meses para pagar sua dívida. Desembolso total: 3.586 reais em quase oito anos.
É para João arrancar os cabelos. Mas piora. José, assim que quitou a dívida, passou a depositar os 120 reais numa aplicação que rende 0,5% ao mês. Ao longo dos 77 meses em que José depositava 120 reais na aplicação e João pagava a parcela mínima do cartão de crédito, José poupa 11.237 reais. É o tipo de coisa que acaba com uma amizade.
Fonte: Cálculo – Matemática para todos. Ano 1, n. 1, Novembro de 2010.
Sobre tipo textual, é correto afirmar que, no texto,
 

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