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Foram encontradas 50 questões.

236145 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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A formação de gotas e o seu tamanho estão em função do tipo de bico, bem como da energia utilizada pelo equipamento de pulverização. Das alternativas abaixo, assinale o melhor sistema para ser empregado em ambientes fechados.
 

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236144 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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A propagação por meristemas é uma das formas existentes de multiplicação de plantas. Com relação a essa técnica de propagação de plantas, identifique as afirmativas a seguir como verdadeiras (V) ou falsas (F).

( ) As plantas originadas a partir da propagação por meristemas não possuem nenhum tipo de juvenilidade e, por isso, podem produzir plantas que levam mais tempo para florescer.

( ) Esse sistema de propagação de plantas utiliza algumas células chamadas de células pronto-meristemáticas.

( ) A principal característica das células que possilitam a propagação por meristemas é a ausência do complexo golgiense e a presença de glioxissoma.

( ) Os meristemas utilizados para esse tipo de multiplicação vegetal são encontrados em partes jovens das plantas como no interior de gemas e raízes que estejam em crescimento.

( ) O sistema de propagação por meristemas apresenta a vantagem de produzir mudas diferentes da planta mãe, sendo, por isso, muito utilizada em programas de melhoramento.

A seguir, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta das respostas.

 

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236143 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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A colheita e o beneficiamento são considerados as operações mais críticas em relação a injúrias mecânicas em sementes, podendo provocar danos com efeitos imediatos ou latentes. Verifica-se que, em qualquer dessas operações, a umidade das sementes exerce influência direta sobre a intensidade dos prejuízos causados. Tem-se constatado que:
 

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236142 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Durante a condução de campos destinados à produção de sementes, a operação do “roguing” é imprescindível e de fundamental importância técnica para a garantia da qualidade das sementes que serão produzidas. Tal operação (“roguing”), consiste:
 

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236141 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Os agroquímicos são fabricados apresentando várias formulações. Das formulações apresentadas a seguir, indique aquela que mais causa desgaste à ponteira do bico de um pulverizador.
 

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236140 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Atualmente, tem sido aplicado a culturas, como em algumas hortícolas e frutícolas, o conceito de produção integrada. Sobre os princípios da produção integrada, analise as sentenças a seguir:

(1) Deve ser aplicada de forma holística, pois está baseada na formulação de normas levando em consideração as características próprias de cada ecossistema e a importância do bem-estar e da exploração racional dos recursos naturais.

(2) Equilibrar os ciclos de nutrientes, reforçar a diversidade biológica local, minimizar perdas, propor o manejo ótimo dos recursos naturais e de técnicas utilizadas na agricultura;

(3) Utilizar métodos que fomentem o aumento e a conservação da fertilidade intrínseca do solo;

(4) Não podem ser aplicados quaisquer produtos químicos, porque a agricultura integrada segue, em linhas gerais, os princípios da agricultura orgânica.

São princípios básicos desse conceito de produção:

 

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236139 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Plantas com superprodução de citocinina exibem várias características que indicam seu papel na fisiologia e no desenvolvimento vegetal. Quais das características abaixo são associadas à superprodução de citocininas: 1) Os meristemas apicais das partes aéreas apresentam mais folhas; 2) Plantas atrofiadas com entrenós muito curtos; 3) As folhas possuem baixo nível de clorofila e geralmente são mais amareladas; 4) O enraizamento de estacas caulinares é reduzido, assim como a taxa de crescimento da raiz; 5) A dominância apical é muito elevada. Assinale a opção correta.
 

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235788 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa em que a concordância verbal está conforme a norma gramatical como em “...cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano”.

 

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235784 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

A palavra “hecatombe” significa:

 

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235783 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

O objetivo central do texto é:

 

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