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235782 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

TEXTO

Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa em que o termo grifado se classifica como adjetivo em função de núcleo do predicativo.

 

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235775 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa em que a forma sublinhada exerce função de objeto direto.

 

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235762 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Ao comparar as mortes por poluição às mortes ocorridas na Segunda Grande Guerra, o texto conclui que:

 

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235759 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, a causa mais comum de morte pela poluição do ar é:

 

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235758 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Da leitura do terceiro parágrafo, conclui-se que a estabilização dos valores é dramática, porque mostra que:

 

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235757 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFC
Orgão: UFC

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Sete milhões de mortes por ano! A letalidade de nosso insustentável estilo de vida merece comparação. A única hecatombe que matou mais pessoas no planeta foi a Segunda Grande Guerra (1939 – 1945). Em seus seis anos, ela levou à morte cerca de 50 milhões de pessoas, para algumas fontes, e até 85 milhões para outras. Mas ninguém diverge que este foi o conflito mais mortal da Terra. E, no entanto, se multiplicarmos 7 (milhões de pessoas) por 6 (anos), teremos 42 milhões de pessoas mortas por poluição no mesmo período! Um vergonhoso (quase) ‘empate’ macabro com as estimativas mais conservadoras da Segunda Guerra. Os dados são incontestáveis. Foram publicados pela Organização Mundial da Saúde em relatório que analisa o ano de 2016, recém-publicado: poluição mata, e muito!

Não há um único canto da Terra livre da poluição. Não escapam o mais alto, o Everest (+8.848 m), nem o mais profundo, a Fossa das Marianas (- 11 mil). No Everest, depois da ‘glória’ de chegar ao topo, o ser humano descarta seus resíduos sem piedade da montanha que ‘foi conquistar’. No local mais profundo da Terra, 11 mil metros abaixo do nível do mar, foram constatadas ‘concentrações extremamente altas’ de PCB (bifenilos policlorados), e PBDE (éteres difenílicos polibromados), venenos usados mais de 30 anos atrás para tornar materiais têxteis e plásticos resistentes ao fogo. Nem o Ponto Nemo, o mais ermo do planeta, está livre da chaga. Ali foi encontrado alto teor de partículas de microplástico. Nada de novo. Seguimos céleres na tarefa de tornar a Terra inabitável.

María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, põe o dedo na ferida: “O mais dramático é que os valores estabilizaram. Apesar das melhorias alcançadas e dos esforços postos em prática, a imensa maioria da população mundial, 92%, respira ar contaminado em níveis muito perigosos para a saúde”. A OMS estima que cerca de 7 milhões de pessoas morrem a cada ano de exposição a partículas finas em ar poluído que penetram profundamente nos pulmões e no sistema cardiovascular, causando doenças como derrame, doenças cardíacas, câncer de pulmão, doenças pulmonares obstrutivas crônicas e infecções respiratórias, incluindo pneumonia.

Mais de 90% das mortes relacionadas à poluição do ar ocorrem em países de baixa e média renda, principalmente na Ásia e na África, seguidos pelos países de renda baixa e média da região do Mediterrâneo Oriental, Europa e Américas. Em 2016 no Brasil, diz a OMC, morreram 633 crianças.

A OMS reconhece que a poluição do ar é um fator de risco crítico para doenças não transmissíveis (DCNT), causando cerca de um quarto (24%) de mortes por doenças cardíacas, 25% de acidente vascular cerebral, 43% de doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% de câncer de pulmão.

MESQUITA, J. Lara. Poluição mata sete milhões de pessoas por ano, diz OMC. Disponível em:

<https://marsemfim.com.br/poluicao-mata-sete-milhoes-de-pessoas/>. Acesso em 30 out. 2018.

Assinale a alternativa em que a vírgula está empregada pelo mesmo motivo que em:

“María Neira, Diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS (...)”.

 

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236177 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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No manejo agrossilvopastoril, a organização e operação das atividades agrícolas, assim como o seu planejamento e desenvolvimento, deve ser feito de maneira criteriosa, tendo em vista o cumprimento das várias etapas do processo. Acerca do manejo agrossilvopastoril, julgue as sentenças a seguir:

(1) Os pequenos produtores, especialmente do Norte e Nordeste do Brasil, devem iniciar o manejo agrossilvopastoril com a semeadura de espécies de ciclo curto, como milho, arroz e feijão, que servem como produtos de subsistência. Simultaneamente, o produtor deve plantar fruteiras perenes como pupunha, açaí, graviola, entre outras, que iniciarão a produzir comercialmente no terceiro ano. Em seguida, deverão ser plantadas espécies de ciclo longo, geralmente espécies florestais, podendo ser madeireiras, que deverão iniciar sua produção com aproximadamente 15 anos. Completando o sistema com animais, o produtor poderá introduzir animais silvestres, como paca, tamanduá, tatu e cutia.

(2) O manejo agrossilvopastoril poderá ser feito em região de criação de bovinos com a introdução e plantio de espécies produtoras de biocombustíveis, como a macaúba consorciada com pastagens, utilizando espaçamentos adensados em áreas com grande quantidade de árvores que ofereçam elevado sombreamento, fundamental para o bem-estar animal.

(3) O manejo agrosilvopastoril sustentável poderá ser executado racionalmente por produtores do semiárido brasileiro que adotarem práticas agrícolas que causem o menor impacto ambiental, com preparo do solo adequado, plantio adequado da mamona para produção de biocombustível e recuperação dos solos degradados com adubação orgânica verde, rotação de cultura, manejo racional da caatinga e uso da ovinocaprinocultura.

(4) agrossilvipastoril integra os componentes agrícola, pecuário e florestal em rotação, consórcio ou sucessão, na mesma área. O componente "lavoura" restringe-se, exclusivamente, à fase inicial de implantação do componente florestal.

Verifica-se que:

Questão Anulada

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236154 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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O processo de maturação da cana-de-açúcar pode ser definido como o processo fisiológico que envolve a formação de açúcares nas folhas e seu deslocamento e armazenamento no colmo. A esse respeito, considere as afirmações abaixo.

(1) O armazenamento e a translocação do açúcar se processam aos poucos, desde os primeiros meses de crescimento da cana-de-açúcar até o completo desenvolvimento de seus colmos.

(2) A maturação da cana-de-açúcar se dá do ápice do colmo para a sua base, determinando que uma planta imatura apresente grande diferença nos teores de sacarose entre os extremos de seus colmos.

(3) Os maturadores classificados como não estressantes não interferem no ritmo de crescimento da planta, e sua ação libera o etileno, que ajuda a acumular sacarose nos colmos da cana.

Está correto o que se afirma em:

Questão Anulada

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236149 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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Com objetivo de obtenção de elevada produtividade das fruteiras, associada à alta qualidade dos seus frutos e ao cuidado com o meio ambiente, cada espécie frutífera recebe manejo específico. Dessa forma, sabe-se que a(o):

(1) Sexagem do mamoeiro é realizada eliminando-se os frutos originários de flores femininas.

(2) Poda do maracujazeiro amarelo é realizada nos meses de maio a julho, quando a planta está em repouso.

(3) Floração artificial do abacaxizeiro é feita com a pulverização de carboneto de cálcio nas folhas das plantas.

(4) Controle efetivo do Greening (Huanglongbing) em citros somente pode ser conseguido com a eliminação frequente de plantas com sintomas da doença.

(5) Manejo de touceiras em bananeiras é realizado selecionando-se duas brotações originadas na planta mãe.

É correto o que se afirma:

Questão Anulada

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236147 Ano: 2018
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFC
Orgão: UFC
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O cultivo consorciado de uma ou mais culturas numa mesma área é uma prática muito frequente no semiárido nordestino, onde predomina a exploração de pequenas propriedades rurais e a mão-de-obra familiar. Entre os sistemas de produção mais utilizados no meio rural nordestino está o consórcio feijão e milho, principalmente o feijão-caupi (Vigna unguiculata L.), base protéica da região. Sobre cultivos consorciados entre milho e feijão, considere as assertivas a seguir:

(1) No consórcio entre essas duas espécies, além de o feijão contribuir na dieta protéica do agricultor, a sua capacidade de fixação biológica de nitrogênio pode suprir as necessidades nutricionais do milho e, principalmente, a manutenção da sustentabilidade do solo.

(2) Inúmeros indicadores agroeconômicos têm sido utilizados para avaliar os sistemas consorciados, mas o índice de uso de eficiência da terra (UET) ainda é a variável mais importante na determinação da eficiência da consorciação. Para Willey (1979), o UET pode ser definido como a área relativa sob cultivo consorciado na qual se espera obter rendimento equivalente ao monocultivo, ou seja, possibilita comparar os rendimentos das culturas no consórcio em relação ao cultivo solteiro, sendo representado pela área de terra necessária com as culturas em monocultivo para proporcionar rendimento equivalente ao obtido com as culturas consorciadas.

(3) A distribuição espacial e temporal de culturas resulta numa maior diversidade de nichos e recursos que estimulam a biodiversidade dos solos.

Está correto o que se afirma:

Questão Anulada

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