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De acordo com os critérios de consenso do Departamento Científico de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento, da Academia Brasileira de Neurologia, a Demência é uma condição clínica caracterizada pelo comprometimento de funções cognitivas ou comportamentais. Na intervenção fonoaudiológica com esse paciente, devemos orientar familiares e cuidadores para que realizem as atividades cognitivas diariamente, o que potencializa os resultados da terapia. Quanto à comunicação, devemos considerar:
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A afasia pode ser descrita como um distúrbio adquirido decorrente de lesão de áreas de linguagem do sistema nervoso central, tendo como possíveis consequências déficits na linguagem e na comunicação oral e escrita. A avaliação de afásicos é um processo que inclui componentes da comunicação, de forma integrada. Esses componentes são de natureza cognitiva, linguística e pragmática. Em relação às propostas de reabilitação na linha neurobiológica, podemos destacar quatro vertentes. Quais são elas?
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A Comunicação Suplementar e Alternativa (CSA) vem ganhando espaço na atuação fonoaudiológica com indivíduos que apresentam ausência ou comprometimento da linguagem oral e/ou escrita. No Brasil, inicialmente, o trabalho era realizado em clínicas e instituições especializadas. Atualmente, a área vem se expandindo e a CSA passou a figurar também no ambiente hospitalar e principalmente no contexto educacional. Sobre a CSA o que podemos afirmar?
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Sobre as microcirurgias de laringe, o repouso vocal absoluto em período pós-operatório não protege contra a ocorrência de alterações vocais quando comparado à fonoterapia. O repouso vocal simplesmente elimina a função fonatória, quando o objetivo de uma abordagem comportamental, em mau uso e abuso vocal, é modificar esta função. Qual a única condição para repouso vocal absoluto em pós-operatórios de microcirurgias laríngeas?
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A fim de se propiciar a melhor decisão terapêutica fonoaudiológica dirigida ao paciente disfágico adulto com doença neurológica, é fundamental a realização de uma avaliação clínica completa. Além disso, cabe uma avaliação instrumental, considerados padrão-ouro de análise da deglutição. A avaliação da deglutição deve auxiliar também na determinação do melhor momento de intervenção terapêutica, bem como da indicação ou não de fonoterapia. Com base nessas informações, podemos afirmar:
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Quando a via nasal não possibilita a passagem de ar, este passa a ser captado por meio da boca. Se a respiração nasal não é restabelecida, instala-se a respiração oral por princípio de adaptação patológica. As causas mais frequentes da respiração oral são as obstruções nasais e/ou faríngeas, mas também podem estar associadas a fatores de natureza não-obstrutiva como a amamentação materna insuficiente e hábitos orais prolongados. Quais características um indivíduo com respiração oral pode apresentar?
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As disfonias neurológicas compõem as manifestações do subsistema fonatório nas disartrofonias. Esse termo, ao invés de disartria, descreve melhor o comprometimento dos diversos subsistemas nas alterações neurológicas e, mesmo constituindo um grupo heterogêneo de transtornos de fala, apresentam algumas características comuns. Quais são as características comuns as disartrofonias?
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O câncer, no Brasil, ganha relevância pelo seu perfil epidemiológico, por seu impacto social e peso global decorrentes dos custos econômicos e sociais envolvidos na sua prevenção, tratamento e reabilitação. O conhecimento sobre essa doença possibilita estabelecer prioridades e alocar recursos de forma direcionada para a modificação positiva do cenário da população acometida e suscetível a essa etiologia. Dentre os fatores de risco do câncer de cabeça e pescoço, podemos afirmar que:
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O grupo de doenças conhecidas como “distúrbios do movimento” ou “síndromes extrapiramidais” é caracterizado por movimentos involuntários anormais ou por uma redução dos chamados movimentos normais. Pode ser dividido em dois grandes grupos: as síndromes hipocinéticas e as síndromes hipercinéticas. A única representante do grupo das síndromes hipocinéticas é a síndrome parkinsoniana, ou parkinsonismo. De que são constituídas as síndromes hipercinéticas?
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As apraxias, em geral, são divididas em apraxia motora, ideomotora e ideatória. Os dois principais tipos são apraxia ideatória e apraxia ideomotora. A primeira consiste na inabilidade de fazer uso de um objeto ou gesto, devido à perda do conhecimento de suas funções. A outra, se refere ao distúrbio na performance dos movimentos necessários para o uso de objetos, para a realização de gestos ou uma sequência de movimentos isolados. A apraxia ideomotora divide-se em três subcategorias. Sobre elas é correto afirmar:
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