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Marque a alternativa que contém o método de identificação de compostos orgânicos tido como o mais específico, sendo capaz de diferenciar mesmo pequenas alterações na estrutura química da amostra.
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Ao preparar uma suspensão extemporânea a partir das cápsulas de nitrofurantoína 100 mg, para obter concentração de 5 mg/mL, foi utilizado o conteúdo de 5 cápsulas, 40 g de sacarose, 0,12 g de metilparabeno, 0,02 g de propilparabeno, 0,2 g de goma xantana e 0,25 g de polvaroma de abacaxi. Como profilaxia de infecção urinária foi prescrito o uso de 1 mg/kg/dia, duas vezes ao dia, durante 6 meses, para criança de 30 kg de peso corporal. Marque a alternativa que traz, nesta mesma sequência, o volume a ser administrado da suspensão a cada tomada, o número total de cápsulas para todo o tratamento, considerando a necessidade de pequeno excesso devido a perdas, e a função exercida ao mesmo tempo pela sacarose e pela goma xantana na preparação acima descrita.
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Dispõe-se comercialmente de álcool etílico na concentração de 46º INPM e 92º INPM, com os quais se pretende preparar álcool desinfetante na concentração de 70º INPM. Admitindo que a concentração do álcool desinfetante pode variar de 69,5º a 70,5º INPM, a proporção dos dois álcoois cuja combinação resulta mais economicamente viável e que atende à especificação acima é:
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As cápsulas de macrodantina (Cosmed) possuem os seguintes excipientes, segundo a bula contida no bulário da Agência Nacional de Vigilância Santiária (ANVISA): amido, talco e lactose monoidratada. As cápsulas de nitrofurantoína (Teuto), registradas como genérico, possuem os seguintes excipientes: lactose monoidratada, amido, croscarmelose sódica e talco. Sabendo que o fármaco é classificado como possuindo baixa solubilidade e alta permeabilidade (BCS 2), como se poderia justificar a diferença entre a composição das cápsulas dos dois fabricantes?
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Com o grande progresso e ampliação do uso de recursos biotecnológicos, tem se tornado cada vez maior a necessidade de se contar com ações de biossegurança e de biosseguridade, visando o máximo controle para minimizar os riscos em todas as operações com os microrganismos e seus derivados.
Dentre as ações, marque a alternativa que é diretamente relacionada à biosseguridade.
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Probenecida é fármaco com propriedade uricosúrica, que atua promovendo a excreção renal do ácido úrico ao impedir sua reabsorção tubular. Além disso, tem a capacidade de elevar os níveis sanguíneos de diversos fármacos, como antibióticos penicilínicos e cefalosporínicos, que ocorre provavelmente devido a uma inibição competitiva pela secreção tubular, mas é possível que haja a participação de outros mecanismos. Para que este último efeito venha a ocorrer, é necessário que sejam usadas doses elevadas de probenecida e que sejam administradas concomitantemente ao antibiótico, que pode resultar em aumento de 30 a 100% na concentração sistêmica e da meia-vida, e redução de 30 a 60% do clearence do antibiótico.
Pacientes em crise de gota, mesmo tomando probenecida, terão a necessidade de utilizar de algum medicamento analgésico / anti-inflamatório, tal como o cetoprofeno (C16H14O3 – PM 254,28 g/mol) (70 mg, 3 vezes ao dia). O que se espera ocorrer quando o cetoprofeno é administrado a um paciente que também faz uso concomitante de probenecida é:
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Paciente do sexo feminino com apenas 2 anos de idade, 10 kg de peso corporal, com infecção generalizada, é polimedicada, e foi acrescida ao seu tratamento a infusão intravenosa de cálcio (na forma de gliconato), magnésio (na forma de sulfato) e sódio (na forma de cloreto). A composição de cada medicamento é solução de gliconato de cálcio a 10%, apresentada em ampola de 10 mL, em que o teor de cálcio é expresso como 0,465 mEq/mL; solução de sulfato de magnésio heptahidratado a 10%, apresentada em ampola de 10 mL, em que o teor de magnésio é de 0,81 mEq/mL; solução de cloreto de sódio a 0,9% apresentada em bolsas com 100 mL e até 1000 mL.
Uma das incompatibilidades descritas para a solução de gliconato de cálcio é com sulfatos solúveis, com os quais poderia formar sulfato de cálcio com formação de precipitado. A solubilidade do sulfato de cálcio anidro e dihidratado em água a 20oC é 0,27% e 0,21% p/v, respectivamente.
Então, a solução obtida:
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Paciente do sexo feminino com apenas 2 anos de idade, 10 kg de peso corporal, com infecção generalizada, é polimedicada, e foi acrescida ao seu tratamento a infusão intravenosa de cálcio (na forma de gliconato), magnésio (na forma de sulfato) e sódio (na forma de cloreto). A composição de cada medicamento é solução de gliconato de cálcio a 10%, apresentada em ampola de 10 mL, em que o teor de cálcio é expresso como 0,465 mEq/mL; solução de sulfato de magnésio heptahidratado a 10%, apresentada em ampola de 10 mL, em que o teor de magnésio é de 0,81 mEq/mL; solução de cloreto de sódio a 0,9% apresentada em bolsas com 100 mL e até 1000 mL.
Ao preparar a mistura para infusão intravenosa, composta por 2 ampolas de gliconato de cálcio, 1 ampola de sulfato de magnésio em 500 mL de solução de cloreto de sódio, o farmacêutico informou que a mistura possuía:
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A furosemida é um fármaco diurético apresentado nas formas farmacêuticas de comprimido, contendo 40 mg, e de solução injetável 10 mg/mL com pH entre 8 e 9,3 em ampolas de 2 mL. Em outros países, existe também a forma líquida para administração por via oral, nas concentrações de 10 mg/mL e 40 mg/5 mL, contendo os excipientes carbonato de potássio, propilenoglicol, sorbitol, sacarina sódica, corantes, flavorizantes e água. A concentração de sorbitol na preparação líquida é 50% p/v. Em indivíduos em jejum, a biodisponibilidade da solução de furosemida é 60%, e a biodisponibilidade relativa dos comprimidos em relação à solução é 107%. A solução injetável pode ser administrada por via IV ou IM. Por via IV, pode ser administrada diretamente de forma lenta, ou diluída e administrada numa velocidade de 4 mg/minuto em adultos e 0,5 mg/kg/min em crianças.
Para uso em tratamento contínuo em domicílio, é prescrito o uso de 10 mg de furosemida para crianças, quer seja como diurético ou como complemento no tratamento de hipertensão. Diante da não disponibilidade de forma farmacêutica líquida destinada ao uso oral e considerando o sabor bastante desagradável da furosemida, a recomendação é:
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A furosemida é um fármaco diurético apresentado nas formas farmacêuticas de comprimido, contendo 40 mg, e de solução injetável 10 mg/mL com pH entre 8 e 9,3 em ampolas de 2 mL. Em outros países, existe também a forma líquida para administração por via oral, nas concentrações de 10 mg/mL e 40 mg/5 mL, contendo os excipientes carbonato de potássio, propilenoglicol, sorbitol, sacarina sódica, corantes, flavorizantes e água. A concentração de sorbitol na preparação líquida é 50% p/v. Em indivíduos em jejum, a biodisponibilidade da solução de furosemida é 60%, e a biodisponibilidade relativa dos comprimidos em relação à solução é 107%. A solução injetável pode ser administrada por via IV ou IM. Por via IV, pode ser administrada diretamente de forma lenta, ou diluída e administrada numa velocidade de 4 mg/minuto em adultos e 0,5 mg/kg/min em crianças.
O que explica a diferença de biodisponibilidade entre as formas farmacêuticas de uso oral é:
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