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Uso indiscriminado de antibióticos contribui para superbactérias
Prescrição inadequada e automedicação são alguns dos fatores que fortalecem as bactérias. Anvisa registra quase 10 mil casos em 2012.
É procedimento de guerra biológica. Quando as bactérias desenvolvem resistência a antibióticos, as principais armas da batalha são água e sabão.
“Elas têm facilidade de adesão a superfícies. Consequentemente, a higienização, a limpeza, é o único meio eficaz de erradicá-las”, ensina o médico infectologista Hugo Noal.
Em Chapecó, Santa Catarina, há duas semanas o Hospital Regional do Oeste descobriu que dois pacientes graves da UTI, que vieram de outros hospitais da região, estavam contaminados com uma superbactéria. Rapidamente, testou os outros que estavam ou estiveram na UTI.
“Foram realizados mais de 200 exames microbiológicos para que a gente possa separar aqueles que estão colonizados pelo germe”, conta Noal.
Nessa varredura, mais seis pacientes contaminados foram isolados. Quatro tiveram alta nos últimos dias.
O perigo aqui é a Acinetobacter baumanii. Em pessoas saudáveis, ela não causa infecção. Mas em doentes que estão com o sistema imunológico enfraquecido, internados em UTI, que respiram por aparelhos, podem causar infecção generalizada.
Em Fortaleza, no Ceará, a mesma bactéria resistente contaminou a UTI do Hospital de Messejana. A Acinetobacter agravou o quadro de saúde de sete pacientes, e eles morreram. Um infectado continua em observação.
Uso indiscriminado de antibióticos preocupa
Só em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, registrou quase 10 mil casos de bactérias resistentes a remédios nas UTIs do país.
Já foram encontradas aqui todas as bactérias que constam de um alerta da Organização Mundial da Saúde: elas provocam de pneumonia e diarreia até a gonorreia, uma doença sexualmente transmissível. A OMS afirma que o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a um retrocesso.
Fantástico: A gente pode voltar no tempo e ficar sem antibiótico para combater infecção, com criança morrendo por pneumonia?
Alberto Chebabo, presidente da Sociedade de Infectologia do RJ: A gente hoje tem infecções em que não consegue tratar com antibiótico, a gente voltou à era pré-antibiótico em 1950. E existe uma grande chance de, nos próximos 10, 15 anos, se nada for feito, a gente perder esses antibióticos para tratamento de várias infecções, de várias bactérias resistentes.
Denise teve uma infecção no seio, chamada de mastite, logo depois que o primeiro filho nasceu. “Eram dores horríveis, direto. Fiquei mais de um mês tomando antibiótico e não fazia efeito nenhum”, conta ela.
Não fazia efeito porque a bactéria era resistente a antibióticos. Identificada a bactéria, ela teve que fazer uma cirurgia e remover todo o pedaço infectado na mama. Denise ficou completamente curada. E pôde amamentar o segundo filho.
Como as bactérias ficam tão fortes
Mas como essas bactérias ficam tão fortes? A primeira causa é o uso exagerado de antibióticos. Trilhões de bactérias circulam no corpo humano. Estão na pele, em todos os órgãos. No intestino, por exemplo, ajudam na digestão. Elas só provocam doenças se a pessoa fica com a imunidade baixa. Há também bactérias que podem fazer mal, nos objetos, nos alimentos, na água contaminada.
Quando a gente toma antibiótico, todas as bactérias, boas e ruins, diminuem. As mais frágeis morrem primeiro. Se o tratamento é interrompido antes do prazo, as bactérias mais fortes continuam lá - e ficam mais perigosas, porque nelas, o antibiótico não fará mais efeito.
“Então a bactéria pode ter resistência a um antibiótico, a dois antibióticos, ou a vários antibióticos e se tornar uma bactéria difícil de tratar”, explica Chebabo.
Trecho de reportagem do Programa Fantástico. Disponível em: <http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/05/uso-indiscriminado-de antibioticos-contribui-para-superbacterias.html> Acesso em: 26 de maio de 2014.
É uma característica típica do gênero reportagem que pode ser reconhecida no texto:
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A Fiscalização é a atividade exercida de modo sistemático pelo Contratante e seus prepostos, objetivando a verificação do cumprimento das disposições contratuais, técnicas e administrativas, em todos os seus aspectos. Dentre as diretrizes gerais de Fiscalização, assinale a alternativa correta.
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Uso indiscriminado de antibióticos contribui para superbactérias
Prescrição inadequada e automedicação são alguns dos fatores que fortalecem as bactérias. Anvisa registra quase 10 mil casos em 2012.
É procedimento de guerra biológica. Quando as bactérias desenvolvem resistência a antibióticos, as principais armas da batalha são água e sabão.
“Elas têm facilidade de adesão a superfícies. Consequentemente, a higienização, a limpeza, é o único meio eficaz de erradicá-las”, ensina o médico infectologista Hugo Noal.
Em Chapecó, Santa Catarina, há duas semanas o Hospital Regional do Oeste descobriu que dois pacientes graves da UTI, que vieram de outros hospitais da região, estavam contaminados com uma superbactéria. Rapidamente, testou os outros que estavam ou estiveram na UTI.
“Foram realizados mais de 200 exames microbiológicos para que a gente possa separar aqueles que estão colonizados pelo germe”, conta Noal.
Nessa varredura, mais seis pacientes contaminados foram isolados. Quatro tiveram alta nos últimos dias.
O perigo aqui é a Acinetobacter baumanii. Em pessoas saudáveis, ela não causa infecção. Mas em doentes que estão com o sistema imunológico enfraquecido, internados em UTI, que respiram por aparelhos, podem causar infecção generalizada.
Em Fortaleza, no Ceará, a mesma bactéria resistente contaminou a UTI do Hospital de Messejana. A Acinetobacter agravou o quadro de saúde de sete pacientes, e eles morreram. Um infectado continua em observação.
Uso indiscriminado de antibióticos preocupa
Só em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, registrou quase 10 mil casos de bactérias resistentes a remédios nas UTIs do país.
Já foram encontradas aqui todas as bactérias que constam de um alerta da Organização Mundial da Saúde: elas provocam de pneumonia e diarreia até a gonorreia, uma doença sexualmente transmissível. A OMS afirma que o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a um retrocesso.
Fantástico: A gente pode voltar no tempo e ficar sem antibiótico para combater infecção, com criança morrendo por pneumonia?
Alberto Chebabo, presidente da Sociedade de Infectologia do RJ: A gente hoje tem infecções em que não consegue tratar com antibiótico, a gente voltou à era pré-antibiótico em 1950. E existe uma grande chance de, nos próximos 10, 15 anos, se nada for feito, a gente perder esses antibióticos para tratamento de várias infecções, de várias bactérias resistentes.
Denise teve uma infecção no seio, chamada de mastite, logo depois que o primeiro filho nasceu. “Eram dores horríveis, direto. Fiquei mais de um mês tomando antibiótico e não fazia efeito nenhum”, conta ela.
Não fazia efeito porque a bactéria era resistente a antibióticos. Identificada a bactéria, ela teve que fazer uma cirurgia e remover todo o pedaço infectado na mama. Denise ficou completamente curada. E pôde amamentar o segundo filho.
Como as bactérias ficam tão fortes
Mas como essas bactérias ficam tão fortes? A primeira causa é o uso exagerado de antibióticos. Trilhões de bactérias circulam no corpo humano. Estão na pele, em todos os órgãos. No intestino, por exemplo, ajudam na digestão. Elas só provocam doenças se a pessoa fica com a imunidade baixa. Há também bactérias que podem fazer mal, nos objetos, nos alimentos, na água contaminada.
Quando a gente toma antibiótico, todas as bactérias, boas e ruins, diminuem. As mais frágeis morrem primeiro. Se o tratamento é interrompido antes do prazo, as bactérias mais fortes continuam lá - e ficam mais perigosas, porque nelas, o antibiótico não fará mais efeito.
“Então a bactéria pode ter resistência a um antibiótico, a dois antibióticos, ou a vários antibióticos e se tornar uma bactéria difícil de tratar”, explica Chebabo.
Trecho de reportagem do Programa Fantástico. Disponível em: <http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/05/uso-indiscriminado-de antibioticos-contribui-para-superbacterias.html> Acesso em: 26 de maio de 2014.
Quanto à linguagem utilizada no texto da reportagem, percebe-se:
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Artur Casagrande padronizou o ensaio do Limite de Liquidez, mecanizando o primitivo processo de Atterberg. Trata-se de um aparelho provido de um recipiente de cobre, em forma de concha, ligado a um suporte com manivela, que faz cair a cápsula sobre uma base padronizada. Com um gabarito, corta-se uma ranhura na massa do solo colocada na concha. Girando-se a manivela o excêntrico fará com que o recipiente se eleve a uma altura constante de um centímetro para, em seguida, cair chocando-se contra a base. O esforço do choque da concha na base, corresponde a um esforço de cisalhamento que leva o solo lateral à ranhura e a mover-se fechando-a. Sobre o ensaio de Limite de Liquidez, assinale a alternativa correta.
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Uso indiscriminado de antibióticos contribui para superbactérias
Prescrição inadequada e automedicação são alguns dos fatores que fortalecem as bactérias. Anvisa registra quase 10 mil casos em 2012.
É procedimento de guerra biológica. Quando as bactérias desenvolvem resistência a antibióticos, as principais armas da batalha são água e sabão.
“Elas têm facilidade de adesão a superfícies. Consequentemente, a higienização, a limpeza, é o único meio eficaz de erradicá-las”, ensina o médico infectologista Hugo Noal.
Em Chapecó, Santa Catarina, há duas semanas o Hospital Regional do Oeste descobriu que dois pacientes graves da UTI, que vieram de outros hospitais da região, estavam contaminados com uma superbactéria. Rapidamente, testou os outros que estavam ou estiveram na UTI.
“Foram realizados mais de 200 exames microbiológicos para que a gente possa separar aqueles que estão colonizados pelo germe”, conta Noal.
Nessa varredura, mais seis pacientes contaminados foram isolados. Quatro tiveram alta nos últimos dias.
O perigo aqui é a Acinetobacter baumanii. Em pessoas saudáveis, ela não causa infecção. Mas em doentes que estão com o sistema imunológico enfraquecido, internados em UTI, que respiram por aparelhos, podem causar infecção generalizada.
Em Fortaleza, no Ceará, a mesma bactéria resistente contaminou a UTI do Hospital de Messejana. A Acinetobacter agravou o quadro de saúde de sete pacientes, e eles morreram. Um infectado continua em observação.
Uso indiscriminado de antibióticos preocupa
Só em 2012, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a Anvisa, registrou quase 10 mil casos de bactérias resistentes a remédios nas UTIs do país.
Já foram encontradas aqui todas as bactérias que constam de um alerta da Organização Mundial da Saúde: elas provocam de pneumonia e diarreia até a gonorreia, uma doença sexualmente transmissível. A OMS afirma que o uso indiscriminado de antibióticos pode levar a um retrocesso.
Fantástico: A gente pode voltar no tempo e ficar sem antibiótico para combater infecção, com criança morrendo por pneumonia?
Alberto Chebabo, presidente da Sociedade de Infectologia do RJ: A gente hoje tem infecções em que não consegue tratar com antibiótico, a gente voltou à era pré-antibiótico em 1950. E existe uma grande chance de, nos próximos 10, 15 anos, se nada for feito, a gente perder esses antibióticos para tratamento de várias infecções, de várias bactérias resistentes.
Denise teve uma infecção no seio, chamada de mastite, logo depois que o primeiro filho nasceu. “Eram dores horríveis, direto. Fiquei mais de um mês tomando antibiótico e não fazia efeito nenhum”, conta ela.
Não fazia efeito porque a bactéria era resistente a antibióticos. Identificada a bactéria, ela teve que fazer uma cirurgia e remover todo o pedaço infectado na mama. Denise ficou completamente curada. E pôde amamentar o segundo filho.
Como as bactérias ficam tão fortes
Mas como essas bactérias ficam tão fortes? A primeira causa é o uso exagerado de antibióticos. Trilhões de bactérias circulam no corpo humano. Estão na pele, em todos os órgãos. No intestino, por exemplo, ajudam na digestão. Elas só provocam doenças se a pessoa fica com a imunidade baixa. Há também bactérias que podem fazer mal, nos objetos, nos alimentos, na água contaminada.
Quando a gente toma antibiótico, todas as bactérias, boas e ruins, diminuem. As mais frágeis morrem primeiro. Se o tratamento é interrompido antes do prazo, as bactérias mais fortes continuam lá - e ficam mais perigosas, porque nelas, o antibiótico não fará mais efeito.
“Então a bactéria pode ter resistência a um antibiótico, a dois antibióticos, ou a vários antibióticos e se tornar uma bactéria difícil de tratar”, explica Chebabo.
Trecho de reportagem do Programa Fantástico. Disponível em: <http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2014/05/uso-indiscriminado-de antibioticos-contribui-para-superbacterias.html> Acesso em: 26 de maio de 2014.
De acordo com o texto, algumas bactérias criam resistência a antibióticos quando:
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O sistema tradicional de drenagem urbana deve ser considerado como composto por dois sistemas distintos que devem ser planejados e projetados sob critérios diferenciados: o sistema de macrodrenagem e o sistema de microdrenagem. Em relação aos dois sistemas e seus componentes com suas características, assinale a alternativa correta.
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As NBR 13300, 13301, 13726, 13727 e 13822 regulamentam a execução do projeto de instalações telefônicas e rede interna em edificações, descrevendo procedimentos e critérios, assim como especificações de peças que compõem as instalações telefônicas. Sobre estas instalações, assinale a alternativa correta.
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A materialização do projeto no terreno, a partir da determinação da situação em que a edificação ou elemento construtivo ocupará o local, definirá a locação. Assim, é fundamental que a Fiscalização da Contratante acompanhe passo a passo este processo, que necessariamente contará com os recursos da topografia e sua instrumentação. Dentre as assertivas abaixo apresentadas, escolha a correta.
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A execução de aterros reforçados com contenção no sistema de Terra Armada, de acordo com as determinações da NBR 9286, são incorporados ao solo materiais que possuam elevada resistência à tração, visando aumentar os parâmetros de resistência do maciço e restringir as deformações desenvolvidas devido às solicitações de peso próprio do aterro e as oriundas da aplicação de carregamento externo. A utilização deste processo possibilita a execução de taludes íngremes, inclinados e verticais, determinando assim soluções de estabilização mais viáveis e mais econômicas. De acordo com as figuras abaixo e os parâmetros apresentados calcule a força de atrito total das tiras de aço de galvanizado, o empuxo ativo horizontal e o coeficiente de segurança ao tombamento do conjunto, dizendo se o mesmo é estável:

Desenho Explicativo:

Elementos:
H altura da parede de contenção em terra armada;
B comprimento calculado das fitas metálicas;
T força de atrito entre a massa de solo sobre o conjunto de fitas metálicas por camada;
Eah empuxo ativo horizontal;
Kah coeficiente de empuxo ativo horizontal;
a distância entre as camadas limitadas por conjunto de fitas metálicas;
b largura de cada fita metálica;
μ coeficiente de atrito entre o aço e o solo considerando um ângulo de 26,5o;
ϴa ângulo da superfície de deslizamento;
ϕ ângulo de atrito interno do solo;
B comprimento calculado das fitas metálicas;
T força de atrito entre a massa de solo sobre o conjunto de fitas metálicas por camada;
Eah empuxo ativo horizontal;
Kah coeficiente de empuxo ativo horizontal;
a distância entre as camadas limitadas por conjunto de fitas metálicas;
b largura de cada fita metálica;
μ coeficiente de atrito entre o aço e o solo considerando um ângulo de 26,5o;
ϴa ângulo da superfície de deslizamento;
ϕ ângulo de atrito interno do solo;
l é a diferença entre B e a abcissa da superfície de deslizamento por camada;
q é a carga causada pelo peso de solo proveniente do talude inclinado;
h é a ordenada determinada por cada abcissa da superfície de deslizamento por camada;
γ é o peso específico do solo;
L é o comprimento da linha da superfície de deslizamento;
q é a carga causada pelo peso de solo proveniente do talude inclinado;
h é a ordenada determinada por cada abcissa da superfície de deslizamento por camada;
γ é o peso específico do solo;
L é o comprimento da linha da superfície de deslizamento;
Valores:
H = 7,00m;
B = 5,60m;
a = 1,00m;
b = 0,10m;
L = 8,19m;
Cos 58,75º= 0,5187;
Sem 58,75º= 0,8549;
Cos 31,25º= 0,8549;
B = 5,60m;
a = 1,00m;
b = 0,10m;
L = 8,19m;
Cos 58,75º= 0,5187;
Sem 58,75º= 0,8549;
Cos 31,25º= 0,8549;
Parâmetros do solo:
Tipo SC, areia argilosa com LL abaixo de 35, e boa compactação:
γ = 1.800kgf/m3;
ϕ = 27,5º;
δ = 26,5º;
μ = 0,5;
Kah = 0,368;
q = 2.700,00kgf/m3;
γ = 1.800kgf/m3;
ϕ = 27,5º;
δ = 26,5º;
μ = 0,5;
Kah = 0,368;
q = 2.700,00kgf/m3;
Fórmulas:
!$ \theta \alpha = { \begin{pmatrix} 45^\circ + { \large \varphi \over 2} \end{pmatrix}} !$
!$ T = \sum ( \gamma. h + q) . \mu. 2.l, { \large b \over a} !$
!$ E_{ah} = { \begin{pmatrix} \gamma. { \large H^2 \over 2} + q.H \end{pmatrix}}. K_{ah} !$
!$ n = { \large T \over E_{ah}} > 2,0 !$
| 1 | 2 | 3 | 4 | 5 | 6 | 7 | 8 | 9 | 10 | 11 | 12= 6*11 |
| H | h | !$ \gamma !$ | !$ \gamma.h !$ | q | !$ \gamma h + q !$ | !$ \mu !$ | b/a | !$ l_1 = 1- \triangle l !$ | !$ \triangle l !$ | !$ 2 \mu l_1 b/a !$ | T |
| 1 | 1,00 | 1.800 | 1.800 | 2.700 | 0,5 | 5,60 | 0,61 | 0,56 | |||
| 2 | 2,00 | 1.800 | 3.600 | 2.700 | 0,5 | 4,99 | 0,61 | 0,49 | |||
| 3 | 3,00 | 1.800 | 5.400 | 2.700 | 0,5 | 4,38 | 0,61 | 0,43 | |||
| 4 | 4,00 | 1.800 | 7.200 | 2.700 | 0,5 | 3,77 | 0,61 | 0,37 | |||
| 5 | 5,00 | 1.800 | 9.000 | 2.700 | 0,5 | 3,16 | 0,61 | 0,31 | |||
| 6 | 6,00 | 1.800 | 10.800 | 2.700 | 0,5 | 2,55 | 0,61 | 0,25 | |||
| 7 | 7,00 | 1.800 | 12.600 | 2.700 | 0,5 | 1,94 | - | 0,19 | |||
| TOTAL |
(*) l1 = l - Δl
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A Engenharia Legal compreende todas as atividades do engenheiro que tendem a solucionar problemas jurídicos que dependem de conhecimentos técnicos, os quais normalmente não são inerentes aos advogados e magistrados, traduzindo especialmente a função do perito judicial em matéria de engenharia. Sobre as definições abaixo apresentadas, assinale a alternativa correta.
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