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O termo NOMENCLATURAS significa:
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O juazeiro (Zizyphus joazeiro Mart.) é uma árvore típica do Nordeste brasileiro, de médio porte, com ramos tortuosos protegidos por espinhos. Entretanto, a espécie se adapta bem a locais mais úmidos. Suas folhas são inteiras, alternas, com estípula pequena. Suas flores são pequenas, branco-amareladas, pentâmeras, hermafroditas, actinomorfas. Essa planta pertence a família botânica:
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Segundo a Organização Mundial de Saúde, NÃO é indicador da Atenção Primária em Saúde:
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- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Art. 7º: Princípios e Diretrizes
A redistribuição das responsabilidades relativas às ações e serviços de saúde entre os governos Federal, Estadual e Municipal, com reforço na municipalização da saúde, é caracterizada no SUS como princípio da:
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A taxonomia utiliza nomes em latim, para denominar os organismos e facilitar a comunicação científica. Os seguintes táxons Commelinales, Poaceae e Zea mays representam categorias taxonômicas.
Assinale a alternativa que indica a seqüência correta das categorias taxonômicas, respectivas aos táxons citados (Commelinales, Poaceae e Zea mays):
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
O uso da expressão “anemia cívica”, no texto, sugere:
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Com base nas normas internacionais de nomenclatura botânica, assinale a opção correta.
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É uma coleção científica, composta por amostras de plantas secas, provenientes dos diversos ecossistemas, servindo como registro e referência sobre a vegetação e flora de uma determinada região.
Considerando o texto, trata-se de:
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
A idéia encadeada pela expressão “No entanto”, no 4º parágrafo,
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
As aspas em “apenas um diploma basta” destacam um(a):
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