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Foram encontradas 100 questões.

1628798 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Constituem-se responsabilidades do município habilitado na condição de Gestão Plena da Atenção Básica, com exceção de:
 

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1627821 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
Julgue como Verdadeiras (V) ou Falsas (F) as seguintes afirmações:
I - As vírgulas que intercalam “pois”, no 4º parágrafo, realçam um item lingüístico que introduz uma conclusão.
II - As ocorrências de vírgulas antes e depois de “o Brasil”, nos 2º e 4º parágrafos, intercalam adjuntos de natureza adnominal.
III – As duas últimas ocorrências de dois pontos no 4º parágrafo separam explicações de fatos antes enunciados.
A seqüência correta é:
 

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1627720 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Atualmente quatro procedimentos de esterilização são utilizados no campo farmacêutico, EXCETO:
 

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1624608 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Sobre concordância nominal e verbal, no texto, é INCORRETO afirmar:
 

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1623654 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Os antimicrobianos são classificados com base na estrutura química e no mecanismo de ação proposto. NÃO pertence a este sistema de classificação:
 

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1620891 Ano: 2008
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Com a criação do Sistema Único de Saúde – SUS, a saúde teve um expressivo reconhecimento, a partir dos princípios de:
 

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1620485 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
Acerca das relações de sentido, no texto, são feitas as seguintes afirmações:
I – A palavra “Essa”, antes de “é uma verdade”, no primeiro parágrafo, retoma a afirmação do período anterior.
II – As estruturas “podem nem notar” e “não se dão conta”, no primeiro parágrafo, estão usadas com sentidos diferentes.
III – A palavra “educação”, no último parágrafo, retoma a idéia da especialização apresentada no primeiro parágrafo.
Está(ão) corretas:
 

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1620453 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto II
Texto II
Qualificação profissional, como ela faz falta!
Existe uma unanimidade no mercado de trabalho: qualificação faz muita falta. Essa é uma verdade sentida na pele tanto por profissionais quanto por empregadores. Os profissionais podem nem notar, talvez imaginando que “apenas um diploma basta” – pode até mesmo ser um diploma de nível superior. No entanto, muitos não se dão conta de que chegariam mais longe em suas carreiras e conseguiriam salários mais atrativos se investissem, direta (pagando do próprio bolso, na medida do possível) ou indiretamente (buscando apoio das empresas em que trabalham), na própria especialização.
As empresas também sentem, talvez mais diretamente, os efeitos da falta de qualificação. No final do ano passado, o IPEA – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – divulgou um estudo que revela que apenas 18% dos desempregados brasileiros têm requisitos necessários para serem absorvidos pelo mercado de mão-de-obra especializada. A realidade aponta que há oportunidades, mas falta gente preparada para aproveitá-las.
Há, porém, casos notáveis de programas mantidos por empresas, especialmente de grande porte, visando à qualificação da mão-de-obra. Essas empresas utilizam-se de institutos que formam profissionais capacitados para seu negócio ou formam parcerias com instituições de ensino.
A educação, que é a mãe da qualificação, é a chave de um ciclo virtuoso que inevitavelmente resulta no crescimento do país e na redução das abismais desigualdades sociais. O caminho é esse, inevitavelmente.
(Jornal da Paraíba – Caderno Concursos e Empregos, domingo, 4 de maio de 2008, p. 1). Com adaptação.
A alternativa que melhor parafraseia o texto é:
 

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1620314 Ano: 2008
Disciplina: Farmácia
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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NÃO faz parte dos requisitos para implantação do sistema de distribuição por dose unitária.
 

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1614278 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
Segundo as idéias apresentadas no texto, a reforma educacional empreendida no Uruguai visava
 

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