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Foram encontradas 100 questões.

1705333 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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A taxa de contagem de uma amostra radioativa é 2000 c/min (contagens por minuto) em t = 0. Sabendo-se que o tempo de meia-vida da amostra radioativa é de 2min, pode-se assegurar que as taxas de contagens após 4min,6min e 8min são respectivamente:
 

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1703560 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Para medir a eficiência do motor de seu carro , movendo-se com velocidade média de 80 km/h, um engenheiro fez a seguinte experiência: inicialmente, com o tanque do carro cheio, colocou-o em movimento a uma velocidade de 85 km/h numa estrada horizontal e plana. Quando o carro estava mantendo esta velocidade o pôs em ponto morto e verificou que sua velocidade baixou para 77 km/h num intervalo de tempo \( Δ t = 3,0 \,s \), aproximadamente.
Sabendo que o peso do carro, incluindo o motorista, é aproximadamente 8.000 N, conclui-se que a força média de resistência ao movimento, medida na primeira parte da experiência, foi cerca de
 

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1697180 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Dois corpos de mesma capacidade térmica C, inicialmente às temperaturas \( T_1 \) e \( T_2 \), são colocados em contato térmico mútuo e isolados do resto do universo . O aumento da entropia decorrente da termalização entre os dois corpos é dado por
 

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1689684 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
O uso da expressão “anemia cívica”, no texto, sugere:
 

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1689675 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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As Universidades costumam terceirizar serviços tais como reformas e construção civil, para aplicação das exigências contidas na NR4 quanto ao serviço especializado de segurança e medicina do trabalho, é considerado como estabelecimento:
 

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1683647 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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A figura abaixo mostra uma agulha de tungstênio cuja ponta tem raio de curvatura de 0,01 \( μ \) m, próxima de uma placa condutora. Entre a placa e a agulha existe uma diferença de potencial de 10 V. Usando-se o principio eletrostático conhecido como “efeito das pontas”, pode-se estimar que a intensidade do campo na superfície da ponta da agulha é aproximadamente:
Enunciado 1683647-1
 

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1681942 Ano: 2008
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Dentre os EPIs abaixo, os utilizados em atividades que envolvam a manipulação de produtos quimicos são:
 

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1681900 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Um tubo de um potente laser, na superfície da Terra, gira com velocidade angular Enunciado 1681900-1 V=0 volts \( ω = 1,0 \) rad/s, num plano que passa pelo centro da Lua. Sabendo-se que a velocidade da luz é c = 300.000 km/s e que a distância Terra-Lua é de 380.000 km, pode-se afirmar que, na superfície da Lua, bem defronte à Terra, a mancha iluminada pelo feixe:
 

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1681814 Ano: 2008
Disciplina: Física
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Um circuito RC é formado por um resistor de resistência R, um capacitor de capacitância C e uma fonte cuja força eletromotriz é \( ε \) Fechando-se a chave, no instante \( t = 0 \), a carga q no capacitor como função do tempo é dada por
Enunciado 1681814-1
\( q=Cε(1-e^{\large{-t \over RC}}) \)
Considerando a corrente no circuito, pode-se afirmar que para:
 

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1674163 Ano: 2008
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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Responda a questão, com base no Texto I
Texto I
Subnutrição intelectual, anemia cívica
Uma das anedotas do folclore político brasileiro contava que, nas áreas de fronteira do Brasil com o Uruguai, não definidas pelos chamados acidentes naturais, o único método seguro para saber se havíamos deixado solo gaúcho era estar atento ao aparecimento de prédios escolares. Triste anedota que, ao menos, fazia justiça a um experimento empreendido pela pequena e notável República Oriental do Uruguai no final do século 19: a reforma educacional. Implantada por José Pedro varela, intelectual e estadista uruguaio, a reforma de 1877 baseou-se nas teses de seu principal livro – La educación del pueblo (1974) – e tinha como objetivo constituir uma identidade nacional através da educação.
Para efeito de comparação histórica, o Brasil, a essa altura, ainda debatia sobre os perigos de uma abolição do trabalho escravo, se feita de modo abrupto e impensado. A moderadíssima Lei do Ventre Livre havia sido promulgada apenas três anos antes (em 1871) e levaríamos ainda muitos anos para banir a escravidão (1888).
Com Varela, o Uruguai pôde experimentar a aplicação dos princípios da escola laica, pública e voltada, mais do que para a proficiência educacional, para a formação de cidadãos. Em suma, a reforma introduzida estabeleceu as bases de uma formação cívica, até hoje visível nos hábitos políticos e culturais daquele país.
O pessimismo da anedota pode ser refutado por um indicador aparentemente invencível: hoje, no Brasil, 97% dos jovens de 7 a 14 anos estão na escola. Uma filigrana estatística afasta-nos, pois, da universalidade de cobertura do ensino público fundamental. Há, portanto, escolas do lado de cá. No entanto, estamos diante de um fenômeno grave: a ampla cobertura educacional convive com o fato de a escola ter baixa importância na vida desses jovens. Em outros termos, seu tempo de permanência nas escolas é pífio: em média, 4,3 horas por dia.
Com efeito, é possível infelizmente reproduzir um padrão de baixa escolaridade, associado à universalização do ensino. Basta manter as crianças por poucas horas, desvalorizar material e simbolicamente a profissão dos educadores e comemorar índices enganadores. Na sombra, continuam a proliferar a subnutrição intelectual e a analfabetismo científico, ingredientes indispensáveis para a anemia cívica.
(Renato Lessa. Revista Ciência Hoje. Outubro de 2006, p. 1. Com cortes)
A idéia encadeada pela expressão “No entanto”, no 4º parágrafo,
 

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