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2270095 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
O celular que escraviza
Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?
Estamos viciados. Em qualquer lugar, a qualquer momento do dia, não conseguimos deixar de lado o objeto de nossa dependência. Dormimos ao lado dele, acordamos com ele, o levamos para o banheiro e para o café da manhã – e se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo. Somos incapazes de ficar mais de um minuto sem olhar para ele. É através dele que nos conectamos com o mundo, com os amigos, com o trabalho. Sabemos da vida de todos e informamos a todos o que acontece por meio dele. Os neurocientistas dizem que ele nos fornece pequenos estímulos prazerosos dos quais nos tornamos dependentes. Somos 21 milhões – número de brasileiros com mais de 15 anos que têm smartphones, os celulares que fazem muito mais que falar. Com eles, trocamos e-mails, usamos programas de GPS e navegamos em redes sociais. O tempo todo. Observe ao seu redor. Em qualquer situação, as pessoas param, olham a tela do celular, dedilham uma mensagem. Enquanto conversam. Enquanto namoram. Enquanto participam de uma reunião. E – o pior de tudo – até mesmo enquanto dirigem.
“É uma dependência difícil de eliminar.”, diz o psiquiatra americano David Greenfield, diretor do Centro para Tratamento de Vício em Internet e Tecnologia, na cidade de West Hartford. “Nosso cérebro se acostuma a receber essas novidades constantemente e passa a procurar por elas a todo instante.”. O pai de todos os vícios, claro, é o Facebook, maior rede social do mundo, onde publicamos notícias sobre nós mesmos como se alimentássemos um grande jornal coletivo sobre a vida cotidiana. Depois dele, novas redes foram criadas e apertaram o nó da dependência. Programas de troca de fotos como o Instagram conectam milhões de pessoas por meio das imagens feitas pela câmeras cada vez mais potentes dos celulares. Os aplicativos de troca de mensagem, como o Whatsapp, promovem bate-papos escritos que se assemelham a uma conversa na mesa do bar. O final dessa história pode ser dramático. Interagir com o aparelho – e com centenas de amigos escondidos sob a tela de cristal – tornou-se para alguns uma compulsão tão violenta que pode colocar a própria vida em risco.
Parece exagero? Pense na história da garota americana Taylor Sauer, de 18 anos. Em janeiro, Taylor dirigia numa rodovia interestadual que liga os Estados de Utah e Idaho quando bateu a 130 quilômetros por hora na traseira de um caminhão. Ela trocava mensagens com um amigo sobre um time de futebol americano. Uma a cada 90 segundos. Seu último post foi: “Não posso discutir isso agora. Dirigir e escrever no Facebook não é seguro! Haha.” Se não estivesse teclando, provavelmente teria avistado o veículo à frente, que andava a meros 25 quilômetros por hora.
(...) No Brasil não é diferente – pelo menos é a impressão dos profissionais que trabalham na área. “Minha experiência sugere que essa é a quarta maior causa de acidentes, só atrás do excesso de velocidade, uso de álcool e drogas e cansaço”, diz Dirceu Júnior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. Não custa lembrar que dirigir usando celular é passível de multa, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, de 1997. A gravidade da infração é média: R$ 85,13 no bolso e 4 pontos na carteira de habilitação. Mas a punição não inibe os dependentes do celular. Mais de 1.600 pessoas são multadas todo dia por esse motivo só no Estado de São Paulo.
(...) Quando a multa sobre usar celular no trânsito foi criada, não existiam os smartphones. Se dirigir falando ao celular era perigoso, com os smartphones o perigo se multiplicou. Teclar é incompatível com guiar um carro. A área do cérebro encarregada da concentração necessária para escrever, o lobo frontal, é a mesma responsável por manter a atenção na pista e nos veículos à frente. O cérebro só faz bem uma coisa ou outra. Um estudo do Instituto de Transportes da Universidade Tecnológica da Virgínia, nos Estados Unidos, revela a magnitude da distração causada por esse hábito. Dirigir falando ao telefone duplica o risco de um acidente. Quando se tecla, o risco se multiplica por 23.
Dirigir mexendo no celular é mais perigoso até do que sob o efeito do álcool ou drogas, segundo o Institute of Advanced Motorists, entidade de segurança do trânsito do Reino Unido. Os pesquisadores usaram um simulador para medir a reação dos motoristas em diferentes circunstâncias. Quem estava distraído com redes sociais no celular teve uma reação 38% mais lenta a um imprevisto, como a freada abrupta de um carro à frente. Quem fuma maconha ficou com 21% mais lento. Os reflexos daqueles que beberam entre três e quatro latas de cerveja foram atrasados em 12%.
(BARIFOUSE, Rafael. O celular que escraviza. Revista Época, 11 de junho de 2012. Com adaptações)
Após a leitura do texto, é possível afirmar que o autor NÃO
 

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2270094 Ano: 2012
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
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A Ideal Ltda passou por um exaustivo trabalho de redefinição da estrutura, migrando de uma configuração eminentemente funcional para um modelo de Gestão de Pessoas compartilhado, descentralizado e integrado. Percebeu-se, então, a necessidade de criar um modelo baseado na aprendizagem e no conhecimento. Segundo o levantamento dos gestores da organização, esse modelo objetiva:
 

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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei nº 9.394/1996) NÃO inclui, como finalidade do ensino superior:
 

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2270092 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Dada as seguintes proposições, sobre endereços IP especiais, marque a(s) correta(s):
I- Um endereço de broadcast nunca deve aparecer como um endereço de origem.
II- O endereço 0.0.0.0 não deve ser usado depois de um host completar o procedimento de inicialização e obter um endereço IP.
III- Os endereços especiais são reservados e nunca devem ser atribuídos a hosts.
Está(ão) correta(s):
 

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2270091 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
O celular que escraviza
Eles roubam nosso tempo, atrapalham os relacionamentos e podem até causar acidentes de trânsito. Quando é a hora de desligar?
Estamos viciados. Em qualquer lugar, a qualquer momento do dia, não conseguimos deixar de lado o objeto de nossa dependência. Dormimos ao lado dele, acordamos com ele, o levamos para o banheiro e para o café da manhã – e se, por enorme azar, o esquecemos em casa ao sair, voltamos correndo. Somos incapazes de ficar mais de um minuto sem olhar para ele. É através dele que nos conectamos com o mundo, com os amigos, com o trabalho. Sabemos da vida de todos e informamos a todos o que acontece por meio dele. Os neurocientistas dizem que ele nos fornece pequenos estímulos prazerosos dos quais nos tornamos dependentes. Somos 21 milhões – número de brasileiros com mais de 15 anos que têm smartphones, os celulares que fazem muito mais que falar. Com eles, trocamos e-mails, usamos programas de GPS e navegamos em redes sociais. O tempo todo. Observe ao seu redor. Em qualquer situação, as pessoas param, olham a tela do celular, dedilham uma mensagem. Enquanto conversam. Enquanto namoram. Enquanto participam de uma reunião. E – o pior de tudo – até mesmo enquanto dirigem.
“É uma dependência difícil de eliminar.”, diz o psiquiatra americano David Greenfield, diretor do Centro para Tratamento de Vício em Internet e Tecnologia, na cidade de West Hartford. “Nosso cérebro se acostuma a receber essas novidades constantemente e passa a procurar por elas a todo instante.”. O pai de todos os vícios, claro, é o Facebook, maior rede social do mundo, onde publicamos notícias sobre nós mesmos como se alimentássemos um grande jornal coletivo sobre a vida cotidiana. Depois dele, novas redes foram criadas e apertaram o nó da dependência. Programas de troca de fotos como o Instagram conectam milhões de pessoas por meio das imagens feitas pela câmeras cada vez mais potentes dos celulares. Os aplicativos de troca de mensagem, como o Whatsapp, promovem bate-papos escritos que se assemelham a uma conversa na mesa do bar. O final dessa história pode ser dramático. Interagir com o aparelho – e com centenas de amigos escondidos sob a tela de cristal – tornou-se para alguns uma compulsão tão violenta que pode colocar a própria vida em risco.
Parece exagero? Pense na história da garota americana Taylor Sauer, de 18 anos. Em janeiro, Taylor dirigia numa rodovia interestadual que liga os Estados de Utah e Idaho quando bateu a 130 quilômetros por hora na traseira de um caminhão. Ela trocava mensagens com um amigo sobre um time de futebol americano. Uma a cada 90 segundos. Seu último post foi: “Não posso discutir isso agora. Dirigir e escrever no Facebook não é seguro! Haha.” Se não estivesse teclando, provavelmente teria avistado o veículo à frente, que andava a meros 25 quilômetros por hora.
(...) No Brasil não é diferente – pelo menos é a impressão dos profissionais que trabalham na área. “Minha experiência sugere que essa é a quarta maior causa de acidentes, só atrás do excesso de velocidade, uso de álcool e drogas e cansaço”, diz Dirceu Júnior, diretor da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego. Não custa lembrar que dirigir usando celular é passível de multa, segundo o Código de Trânsito Brasileiro, de 1997. A gravidade da infração é média: R$ 85,13 no bolso e 4 pontos na carteira de habilitação. Mas a punição não inibe os dependentes do celular. Mais de 1.600 pessoas são multadas todo dia por esse motivo só no Estado de São Paulo.
(...) Quando a multa sobre usar celular no trânsito foi criada, não existiam os smartphones. Se dirigir falando ao celular era perigoso, com os smartphones o perigo se multiplicou. Teclar é incompatível com guiar um carro. A área do cérebro encarregada da concentração necessária para escrever, o lobo frontal, é a mesma responsável por manter a atenção na pista e nos veículos à frente. O cérebro só faz bem uma coisa ou outra. Um estudo do Instituto de Transportes da Universidade Tecnológica da Virgínia, nos Estados Unidos, revela a magnitude da distração causada por esse hábito. Dirigir falando ao telefone duplica o risco de um acidente. Quando se tecla, o risco se multiplica por 23.
Dirigir mexendo no celular é mais perigoso até do que sob o efeito do álcool ou drogas, segundo o Institute of Advanced Motorists, entidade de segurança do trânsito do Reino Unido. Os pesquisadores usaram um simulador para medir a reação dos motoristas em diferentes circunstâncias. Quem estava distraído com redes sociais no celular teve uma reação 38% mais lenta a um imprevisto, como a freada abrupta de um carro à frente. Quem fuma maconha ficou com 21% mais lento. Os reflexos daqueles que beberam entre três e quatro latas de cerveja foram atrasados em 12%.
(BARIFOUSE, Rafael. O celular que escraviza. Revista Época, 11 de junho de 2012. Com adaptações)
Assinale a alternativa em que o sentido do trecho sublinhado está indicado corretamente.
 

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2270090 Ano: 2012
Disciplina: Música
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Harmonicamente, uma Semicadência é caracterizada quando a frase conclui no grau:
 

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2270088 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Utilizando-se analogia eletrônica que modele o comportamento de sistemas físicos, é possível, dentro de uma grande variedade de casos, melhorar o tratamento desses modelos no que diz respeito ao seu ensino mesmo reconhecendo suas limitações. Nesses projetos, o principal componente utilizado é o amplificador operacional. A figura mostra o circuito genérico com amplificadores desse tipo.
Enunciado 2623299-1
Em relação às características do amplificador operacional e ao funcionamento do circuito genérico mostrado, é INCORRETO afirmar que
 

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2270087 Ano: 2012
Disciplina: Medicina Legal
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Para conservarmos peças anatômicas sem imersão em líquido, devemos:
 

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2270086 Ano: 2012
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
Provas:
As reações verticais nos apoios A e B do pórtico isostático da figura são:
Enunciado 2620423-1
 

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2270085 Ano: 2012
Disciplina: Biologia
Banca: UFCG
Orgão: UFCG
“Favorece o crescimento de microrganismos aeróbios, pela dissolução do oxigênio no meio, através da agitação da mesa, em movimentos rotatórios”. Este termo define:
 

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