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Uma loja faz uma promoção na compra de um de seus produtos, dando um desconto de \( (x/2)\% \) quando o cliente compra \( x \) unidades do produto. Porém, esse desconto só é oferecido para compras de até 143 unidades desse produto. O menor valor de para o qual se pode comprar mais de \( x \) unidades do produto gastando-se a mesma quantia de dinheiro é igual a
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João faz uma prova de múltipla escolha com 5 questões, sendo que cada questão tem 5 alternativas. Em cada questão, ele escolha aleatoriamente a alternativa como sendo a correta. A probabilidade de que ele acerte exatamente duas questões da prova é igual a
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Vinte e um meninos possuem juntos \( x \) selos. O maior valor possível para \( x \) de modo que se tenha certeza de que existem, pelo menos, 4 desses meninos com a mesma quantidade de selos é igual a
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações(I, IV, VI) destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas(III, VII).
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso(II, V). Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Considerando o uso do termo “que”, analise as afirmativas a seguir:
I. Em “[...] a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações [...].”, o termo “que” introduz uma restrição aos seus referentes.
II. Em “Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso.” , o termo “que” introduz uma estrutura complexa com a função de explicar o sentido relacionado à expressão “sabe-se”.
III. Em “A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.”, o termo “que” introduz uma explicação sobre o termo antecedente.
IV. Em “[...] a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações [...].”, o termo “que” introduz uma estrutura para completar o sentido dos respectivos referentes.
V. Em “Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso.”, o termo “que” promove a integração de uma estrutura complexa com a função de completar o sentido da expressão “sabe-se”.
VI. Em “[...] a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações [...].”, o termo “que” estabelece a coesão ao explicar seus termos antecedentes.
VII. Em “A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.”, o termo “que” incorpora ao termo antecedente uma restrição.
É CORRETO o que se afirma em
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente(1). Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior(2).
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Considerando os enunciados (1) “A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente.” e (2) “Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.”, é INCORRETO afirmar:
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
O prefixo “im–”, em geral, produz um sentido contrário ao da palavra à qual se afixa, como ocorre em “impenetrável”. Esse sentido NÃO está presente em
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Leia o texto a seguir e responda à questão.
NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já(I) se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade(II), justamente as(II) que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já(I) no mercado. Atualmente(III), as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios(IV) e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos(IV), um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele(V) pode ser impenetrável para o público(V) com menor formação. E como substitui-lo(V) sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Considerando os elementos referenciais utilizados no texto, analise as afirmativas a seguir:
I. O termo “já”, em ambas as ocorrências, veicula um sentido locativo e aponta para fatos.
II. O termo “as” retoma a expressão “pessoas de maior idade” e mantém a coesão textual.
III. O termo “atualmente” introduz uma circunstância temporal e incide sobre toda a frase subsequente.
IV. A expressão “os segundos” retoma o nome “remédios” e contribui com a clareza textual.
V. Os termos “ele” e “–lo” referem-se ao termo “público” e o substitui.
É CORRETO o que se afirma em
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NOVAS BULAS
Na linguagem popular, a expressão “como bula de remédio” já se tornou sinônima de texto difícil de ler, seja pelas letras pequenas seja pela linguagem obscura. É especialmente cruel o fato de que as letras mínimas causam especial embaraço às pessoas de maior idade, justamente as que mais tendem a precisar de medicamentos.
É, portanto, mais do que bem-vinda a iniciativa da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) de modificar as regras para a confecção de bulas, visando a facilitar a vida do consumidor. A oportunidade do empreendimento não o torna, porém, mais simples ou mesmo factível.
Dentro em breve, a pessoa que comprar um medicamento na farmácia receberá apenas a bula que contém explicações destinadas ao paciente. As informações técnicas – dirigidas aos médicos – constarão de um bulário on-line da Anvisa e de fármacos utilizados em hospitais, além, é claro, dos diversos dicionários de remédios já no mercado. Atualmente, as bulas trazem tanto informações ao paciente como as destinadas aos profissionais de saúde.
Com as novas regras, será possível aproveitar melhor o espaço para aumentar o tamanho da letra. A separação dos textos também evitará a duplicação de informações, que freqüentemente gera dúvidas.
A principal dificuldade é encontrar a linguagem ideal para a bula ao paciente. Tomam remédios e deveriam ser capazes de entender suas instruções desde o semi-analfabeto até pessoas com formação superior.
Se, para os segundos, um termo como “crise epilética” não oferece maiores problemas de compreensão, ele pode ser impenetrável para o público com menor formação. E como substitui-lo sem sacrificar em demasia a precisão técnica?
Não há resposta pronta. Sabe-se apenas que ela passa pelo bom senso. Infelizmente, como certa vez proclamou um sábio, o bom senso não foi muito bem repartido entre todos os seres humanos.
Fonte: Folha de S. Paulo, 25 mar. 2004, p. 2.
(Disponível em:
<http://acervo.folha.com.br/leitor.do?numero=16026&anchor=5185592&origem=busca&originURL=&pd=08f4021dec82e53391bc8830585429a9>.
Acesso em 10 fev. 2022)
Sobre o texto, é CORRETO afirmar:
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Disciplina: Direito Cultural, Desportivo e da Comunicação
Banca: UFES
Orgão: UFES
São impostos e tributos sobre os quais incidem incentivos fiscais previstos nas leis de incentivo à cultura:
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Quando Macedo et al (2015) apresentam seu projeto de extensão “Terapia Ocupacional e os jovens Guarani do Espírito Santo”, a etnia apontada como majoritária no município de Aracruz-ES é a
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