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Foram encontradas 60 questões.

282305 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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A desnutrição em pacientes HIV/AIDS está associada a vários mecanismos, tais como infecções oportunistas, baixa ingestão calórico-proteica, alterações metabólicas e diarréias, entre outras. Os objetivos nutricionais são:

I evitar ou reverter a desnutrição, fornecendo níveis adequados de macro e micronutrientes;
II minimizar os sintomas de má absorção;
III aumentar a absorção de nutrientes;
IV promover melhor qualidade de vida;
V estimular a prática de atividade física aeróbica.

NÃO são compatíveis com o objetivo nutricional do tratamento as afirmativas:
 

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282304 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Os riscos à saúde da criança alimentada por leite de vaca são:

I deficiências nutricionais;
II alergias alimentares;
III crescimento excessivo;
IV distúrbios cardíacos;
V alterações respiratórias

Dos itens acima mencionados, estão corretos apenas:

 

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282303 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Assumir responsabilidade técnica como nutricionista não é permitido para profissionais que:

I estejam regulares com o Conselho;
II trabalhem como fiscais do CRN;
III possuam compatibilidade de carga horária semanal e diária com as atribuições específicas do profissional;
IV tenham concluído o curso Técnico em Nutrição;
V estejam habilitados, com compromisso profissional e legal na execução de suas atividades.

Dos itens acima mencionados, estão corretos apenas:

 

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282302 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Segundo a legislação, os rótulos dos alimentos com tamanho acima de enunciado 282302-1 devem, no mínimo, possuir as seguintes informações:
 

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282301 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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É indicação de uma alimentação saudável, segundo o Ministério da Saúde, para crianças menores de 2 anos:
 

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282300 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Para calcular a capacidade de um caldeirão, usa-se a fórmula V = enunciado 282300-1 (altura). Considerando-se que o caldeirão possui 1 metro de diâmetro e 0,50 cm de altura, a capacidade média em litros é:
 

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282299 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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No diagnóstico nutricional de gestantes, o SISVAN atualmente preconiza como índices e parâmetros:
 

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282298 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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As causas modificáveis do Diabetes Tipo 2 são alimentação inadequada (qualidade e quantidade) e inatividade física. Portanto, não é de surpreender que mudanças positivas no estilo de vida, quando realizadas, sejam tão efetivas na prevenção e controle do diabetes tipo 2. A única opção que NÃO deve ser seguida como orientação a ser dada aos pacientes sobre alimentação e atividade física é que a:
 

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282297 Ano: 2009
Disciplina: Nutrição
Banca: UFF
Orgão: UFF
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Um produto possui quantidades menores de 4 kcal, 0,5 gramas de açúcares simples e 5 mg de sódio por 100 gramas. A afirmativa mais completa e correta para definir este alimento é:
 

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Leia o texto abaixo e responda às questões
propostas.


1 Entender a saúde como grau zero de malestar
permitiu uma grande invenção do século XX,
que foi a previdência social. Se a saúde é a nãodoença,
então sabemos exatamente do que cada
qual necessita para curar-se. A sociedade, assim,
se responsabiliza por tais tratamentos de saúde.
Isso é moral e justificável. Aliás, é quase consenso
que uma das maiores falhas dos Estados Unidos é
não terem um sistema de saúde como o europeu e
o canadense.
2 Contudo, com os avanços da medicina e a
nova idéia de saúde surgem problemas. Antes de
mais nada, até onde vai minha responsabilidade
pela saúde dos outros? Se alguém adoece ou se
fere por decisão própria, deve a sociedade arcar
com suas despesas? Não penso no caso da
tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de
um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a
sociedade tratar não só os danos físicos, mas a
causa íntima deles. No entanto, no caso de quem
fuma ou bebe, deve a sociedade custear as
doenças que ele terá a mais do que o não-fumante
ou o não-alcoólico? Ou deveriam essas pessoas,
alertadas há anos dos custos que despejam sobre
seus concidadãos, arcar com eles ou com um
pagamento suplementar de seguro-saúde? É
possível, hoje, estabelecer melhor que no passado
o grau de responsabilidade de cada pessoa nas
mazelas sociais. Vemos isso nos seguros de carro:
os rapazes de 18 a 24 anos são os maiores
causadores de acidentes, portanto quem está nessa
faixa paga um prêmio maior. Todavia, se ao fim de
um ano ou dois ele mostrar que não gerou custos
para a seguradora, provavelmente começará a
ganhar bônus. Esse modelo possivelmente se
ampliará para a saúde.
3 O segundo problema está ligado à expansão
da saúde para um a mais. Uma coisa é curar ou
sarar, outra é dar vantagens - como o que se
chama wellness - que as pessoas antes não
tinham ou que não estão na previsão usual de
nossa vida e de sua qualidade. Aqui, para além do
valor altamente moral da saúde como não-doença,
entram elementos que podem ser da ordem da
vaidade, ou do gosto pelo próprio corpo, ou de certa
felicidade. É difícil separar o que é vaidade, o que é
felicidade, e talvez se esmerar em distingui-los
indique apenas uma atitude moralista no pior
sentido do termo. Mas cada vez mais pessoas hão
de querer não apenas realizar cirurgias plásticas,
como também ampliar seu tempo de vida
sexualmente ativa, sua capacidade física e outras
qualidades que, longe de nos reconduzirem à média
zero do histórico humano, vão nos levar - permitam
a citação de Toy Story - "para o infinito e além".
Ora, se a "medicina da cura" tem custos diferentes
conforme o perfil de saúde e doença dos pacientes,
a "medicina do mais" tem custos diferentes
conforme o que o indivíduo almeja. Naquele caso, o
custo depende de onde se parte; neste, de aonde
se quer chegar. Podemos modelar nosso corpo e
nossa vida, mais que no passado. E quem paga por
isso?
4 Aqui, a ideia de um custeio social - que na
verdade é um rateio, porque como contribuintes
pagamos aquilo que vamos desfrutar como
cidadãos - fica mais difícil. Uma coisa é ratearmos
o custo de operações de câncer, de tratamento de
doenças caras. Outra é ratearmos o sonho de corpo
de cada um. O rateio funciona quando o desejo se
reduz ao de zerar a dor. Esse desejo baixo, mínimo
("só quero parar de sentir dor") admite que,
moralmente, todos paguemos por ele. Entretanto,
alguém de nós aceitaria ratear uma operação para
alguém que quer ampliar o busto, aumentar o pênis
ou simplesmente ter uma condição física superior à
média? Não creio.
5 O melhor exemplo é o do Viagra. É
perfeitamente legítimo um Estado de bem-estar
social, como os europeus, fornecê-lo a idosos que
sentem dificuldade em ter ou manter a ereção. Mas
quantos comprimidos azuis por semana? Por que
um e não dois, três, sete? Não há mais medida,
porque nosso metro moral e previdenciário era o
zero, a não-dor. O orgasmo não se encaixa nesse
modelo. Por melhor que uma relação sexual seja
para a saúde das pessoas, não sabemos qual
número seria o adequado.
6 O caso do sexo tem um elemento irônico,
ademais. Quase todos sabem como é forte, no
desejo sexual, a transgressão. Daí a atração do
fruto proibido. E como fica se o Estado me fornece
os meios de ter relações sexuais? Não se
burocratiza o imaginário em torno do sexo? "O sr. já
recebeu seus comprimidos do mês. O próximo, por
favor!" Talvez o Viagra só funcione de verdade se
for comprado ou, como dizem os baianos sobre as
fitas do Bonfim, se você o ganhar de alguém - ou
roubar
enunciado 282005-1
A substituição de palavra ou construção sintática que altera fundamentalmente o sentido de: "Não penso no caso da tentativa de suicídio, porque esta pode decorrer de um sofrimento psíquico tão intenso que justifica a sociedade tratar não só os danos físicos, mas a causa íntima deles" (2º parágrafo) encontra-se proposta em:
 

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