Magna Concursos

Foram encontradas 139 questões.

2693252 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Texto I

A língua do Brasil amanhã

(Mário Perini)

Ouvimos com frequência opiniões alarmantes a respeito do futuro da nossa língua. Às vezes se diz que ela vai simplesmente desaparecer, em benefício de outras línguas supostamente expansionistas (em especial o inglês, atual candidato número um a língua universal); ou vai se “misturar” com o espanhol, formando o “portunhol”; ou, simplesmente, que vai se corromper pelo uso da gíria e das formas populares de expressão (do tipo: o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado). Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento, muito menos de mistura. Por outro lado (e não é possível agradar a todos) acredito que nossa língua está mudando, e certamente não será a mesma dentro de vinte, cem ou trezentos anos.

(...)

O que é que poderia ameaçar a integridade, ou a existência de nossa língua? O primeiro fator, frequentemente citado, é a influência do inglês – o mundo de empréstimos que andamos fazendo para nos expressarmos sobre certos assuntos.

Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; empréstimos são um fato da vida, e sempre existiram. Hoje pouca gente sabe disso, mas avalanche, alfaiate, tenor e pingue-pongue são palavras de origem estrangeira; hoje já se naturalizaram, e certamente ninguém vê ameaça nelas.

(...)

Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam. O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais; para isso pode aceitar empréstimos (...) – e também pode criar palavras a partir de seus próprios recursos – como computador, ecologia, poluição – ou então estender o uso de palavras antigas a novos significados – executivo ou celular, que significam coisas hoje que não significavam há vinte anos. Isso está acontecendo a todo tempo com todas as línguas e nunca levou nenhuma delas à extinção. (...)

(PERINI, M. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios, SP: Parábola, 2004, p.11-14)

Leia o fragmento seguinte para responder à questão.

“Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; ...” (linhas 13-14)

O pronome “isso” tem função coesiva e retoma
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693251 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF
Na busca por aferir à frase “o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado” o devido grau de formalismo, característico da linguagem culta, modalidade escrita, deve-se reescrevê-la como em:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693250 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

“Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam.” (linhas 18-20)

O vocábulo “aliás” expressa uma ideia de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693249 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF
O enunciado do texto de Mário Perini em que a palavra sublinhada é substituída pelo termo entre parênteses, sem grande comprometimento do sentido original, é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693248 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Texto I

A língua do Brasil amanhã

(Mário Perini)

Ouvimos com frequência opiniões alarmantes a respeito do futuro da nossa língua. Às vezes se diz que ela vai simplesmente desaparecer, em benefício de outras línguas supostamente expansionistas (em especial o inglês, atual candidato número um a língua universal); ou vai se “misturar” com o espanhol, formando o “portunhol”; ou, simplesmente, que vai se corromper pelo uso da gíria e das formas populares de expressão (do tipo: o casaco que cê ia sair com ele tá rasgado). Aqui pretendo trazer uma opinião mais otimista: a nossa língua, estou convencido, não está em perigo de desaparecimento, muito menos de mistura. Por outro lado (e não é possível agradar a todos) acredito que nossa língua está mudando, e certamente não será a mesma dentro de vinte, cem ou trezentos anos.

(...)

O que é que poderia ameaçar a integridade, ou a existência de nossa língua? O primeiro fator, frequentemente citado, é a influência do inglês – o mundo de empréstimos que andamos fazendo para nos expressarmos sobre certos assuntos.

Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; empréstimos são um fato da vida, e sempre existiram. Hoje pouca gente sabe disso, mas avalanche, alfaiate, tenor e pingue-pongue são palavras de origem estrangeira; hoje já se naturalizaram, e certamente ninguém vê ameaça nelas.

(...)

Quero dizer que não há o menor sintoma de que os empréstimos estrangeiros estejam causando lesões na língua portuguesa: a maioria, aliás, desaparece em pouco tempo, e os que ficam se assimilam. O português, como toda língua, precisa crescer para dar conta das novidades sociais, tecnológicas, artísticas e culturais; para isso pode aceitar empréstimos (...) – e também pode criar palavras a partir de seus próprios recursos – como computador, ecologia, poluição – ou então estender o uso de palavras antigas a novos significados – executivo ou celular, que significam coisas hoje que não significavam há vinte anos. Isso está acontecendo a todo tempo com todas as línguas e nunca levou nenhuma delas à extinção. (...)

(PERINI, M. A língua do Brasil amanhã e outros mistérios, SP: Parábola, 2004, p.11-14)

Leia o fragmento seguinte para responder à questão.

“Não se pode negar que o fenômeno existe: o que mais se faz hoje em dia é surfar, deletar ou tratar do marketing. Mas isso não significa o desaparecimento da língua portuguesa; ...” (linhas 13-14)

A mudança feita no enunciado em questão que ALTERA o seu sentido é a seguinte:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693247 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Texto II

Enunciado 3404858-1

A questão deve ser respondidas com base no Texto II.

Na oração “Porque, entre nós, imperam a civilidade, a gentileza ...”, a função sintática dos termos sublinhados é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693246 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Texto II

Enunciado 3404857-1

A questão deve ser respondidas com base no Texto II.

Nos quadrinhos 1 e 3 do Texto II, a opção pelo emprego dos termos “uma” e “tal”, nesta indica a passagem de
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2693245 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Texto II

Enunciado 3404856-1

A questão deve ser respondidas com base no Texto II.

No quadrinho 2, apresenta-se uma justificativa para a suposta falta da palavra “bullying” em português. Na verdade, usa-se “bullying” em português porque a palavra correspondente – “iniquícia” – é
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
São contratados 24 profissionais para que uma determinada tarefa fique pronta em 5 dias. Se a mesma tarefa tivesse que ficar pronta em 3 dias, com a mesma jornada diária de trabalho, o número necessário de profissionais a mais que deveriam ser contratados é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
982144 Ano: 2016
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: UFF
Orgão: HUAP-UFF

Numa sequência numérica infinita os quatro primeiros termos são:

1/2, 5/6, 7/6 e 3/2.

Com relação a essa sequência conclui-se que

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas