Foram encontradas 55 questões.
Respondida
O cinema, o aparelho cinematográfico, é
uma tecnologia de gênero porque
Respondida
Teresa de Lauretis, em “A tecnologia do gênero”,
escreve, ao concordar com Monique Wittig, sobre a
recuperação do sentido da opressividade do poder,
enquanto imbricada nos conhecimentos e nos
produtos culturais como forma de controlar as
representações. Nesse contexto, a questão de
construção de narrativas dissidentes
Respondida
No contexto contemporâneo, diversas
formas de produção e realização, antes separadas, são experimentadas em conjunto, como
projeções multimídia, áudio, visual, teatro, dança,
fotografia etc. Esses estados híbridos
Respondida
A fotografia, principalmente a partir do final
do século XX e início do XXI, com a popularização
de câmeras, smartfones e outras formas de
fotografia, torna-se uma poderosa ferramenta de
representação e construção de mundos,
A
quando outros atores sociais e culturais,
vinculados às questões de raça, gênero e
sexualidade, passam a se representar, a
fotografar seus próprios ambientes, cotidianos e vivências, rompendo com a cultura de
representações fotográficas sempre de fora.
B
quando outros atores sociais e culturais,
vinculados às questões de raça, gênero e
sexualidade, passam a ser fotografados
como exóticos, reforçando as estruturas
culturais e mantidos às margens das
participações sociais.
C
quando outros atores sociais e culturais,
vinculados às questões de raça, gênero e
sexualidade, passam a circular em outros
ambientes, inaugurando, assim, outras
possibilidades de representações a partir de
olhares e vivências exteriores.
D
quando outros atores sociais e culturais,
principalmente da elite, passam a registrar e
documentar suas vidas de dentro para fora,
possibilitando novas e empáticas visões
dessas vidas antes invisíveis.
E
quando outros atores sociais e culturais, não
necessariamente vinculados às questões de
raça, gênero e sexualidade, passam a
circular em outros ambientes, inaugurando,
assim, outras possibilidades de representações a partir de olhares e vivências
exteriores.
Respondida
A produção artística, na era das redes
sociais, se encontra pulverizada e plural,
descentralizada. Nesse contexto,
A
é imprescindível que a métrica seja
quantitativa, tomando como questão central o
alcance dos artistas nas redes sociais, com a
certeza do retorno de público e capital.
B
não se faz necessária a realização de
cartografias ética e politicamente engajadas,
uma vez que não importa a formação de um
terreno plural, múltiplo e diverso, equilibrando,
quando for o caso, artistas e produções de
diversas regiões do país, compreendendo o
alcance, relevância e visibilidade das criações,
pesquisas e experiências.
C
é imprescindível que a métrica seja qualitativa,
tomando como questão central o alcance dos
artistas nas redes sociais, com a certeza do
retorno de público e capital.
D
é necessária a realização de cartografias éticas
e politicamente engajadas para a formação de
um terreno plural, múltiplo e diverso,
equilibrando, quando for o caso, artistas e
produções de diversas regiões do país,
compreendendo o alcance, relevância e
visibilidade das criações, pesquisas e
experiências.
E
é imprescindível que a métrica seja tanto
qualitativa quanto quantitativa, tomando como
questão central o alcance dos artistas nas
redes sociais, sendo isso mais relevante que a
qualidade do trabalho, garantindo a certeza do
retorno de público e capital.
Respondida
Nas discussões sobre as participações de
artistas nos processos de gestão e produção
cultural, percebemos que
A
há um entendimento de que a criação
artística é considerada antagônica à gestão
e produção, mas há também possibilidades
atuais de núcleos abertos que consideram
gestão, produção e criação como processos
horizontais e participativos.
B
há um entendimento de que a criação
artística é superior à gestão e produção, e
não há possibilidades atuais que consigam
manejar esse entendimento, cristalizando,
assim, a relação entre artista, criador e
pesquisador versus produtor e gestor.
C
há um desentendimento de que a criação
artística não é antagônica à gestão e
produção, e as possibilidades atuais de
núcleos abertos de trabalho que operam
nessa lógica, mantendo a distância necessária entre os criadores e os produtores.
D
há um entendimento de que a criação
artística e gestão e produção constituem um
único bloco de ação, sem a necessidade de
pensar possibilidades de núcleos abertos
que consideram gestão, produção e criação
como processos horizontais e participativos.
E
não há entendimento entre a criação
artística e gestão e produção, e dessa forma
é importante manter os dois espaços
separados para que não haja contaminações estilísticas entre criadores e
produtores.
Respondida
É importante que a realização de projetos
culturais seja plural e inclusiva, sentindo a temperatura
dos tempos, ou seja, percebendo as questões políticas
que marcam os dramas sociais. Nesse sentido, a
realização de editais pode ser elaborada
A
seguindo as diretrizes do edital, mas
adotando um viés subjetivo, do ponto de
vista do artista e da criação.
B
a partir de um viés subjetivo e objetivo, em
texto marcado pela teoria, com o uso formal
da língua em trechos acadêmicos e com o
uso informal para estabelecer diálogo em
trechos subjetivos.
C
seguindo as diretrizes do edital, a partir de
questões objetivas, atuais, com explicações
práticas e teóricas nítidas que deixem claros
os objetivos, público de destino, ações, pré-produção, produção, pós-produção, sempre
com o uso formal da língua.
D
a partir de um viés subjetivo, em texto
marcado pela teoria, com o uso informal da
língua para estabelecer diálogo.
E
a partir de questões subjetivas, não
necessariamente atuais, com explicações
práticas e teóricas, sem a certeza prévia de
público de destino, deixando em aberto
questões relativas à produção, sempre com
o uso formal e informal da língua.
Respondida
A importância da presença, contratação e
participação de pessoas historicamente excluídas,
invisibilizadas e silenciadas, pertinentes em
projetos culturais, principalmente aqueles projetos
que tratam de temas relativos a essas experiências, se dá na
A
intenção de um apaziguamento político entre
forças antagônicas.
B
intenção de provocar politicamente os públicos
para que, com isso, seja possível pressionar
governos para a equidade social, representatividade e inclusão.
C
intenção de manutenção de situações
históricas, sem considerar os dados que
comprovam as desigualdades sociais nos
campos de raça, gênero, sexualidade e classe.
D
intenção tanto de uma reparação histórica,
construção de equidade social e representatividade cultural, quanto de um alargamento da
inclusão de atores sociais na construção de
narrativas.
E
intenção tanto de uma reparação histórica,
construção de equidade social, representatividade cultural, quanto de um estreitamento da
inclusão de atores sociais na construção de
narrativas.
Respondida
O audiovisual, na cultura contemporânea, é um
dos meios mais importantes no sentido de produção
de pedagogias visuais sobre a alteridade das
vivências, experiências e gramáticas afetivas uma vez
que
A
mobiliza os afetos das pessoas espectadoras,
cancelando as possibilidades de engajamentos
sensórios éticos, estéticos e políticos.
B
mobiliza os afetos das pessoas espectadoras,
abrindo possibilidades de engajamentos
sensórios éticos, estéticos e políticos.
C
a velocidade das imagens em movimento
anestesia as pessoas espectadoras, cancelando as possibilidades de engajamentos
sensórios éticos, estéticos e políticos.
D
impossibilita a reação afetiva das pessoas
espectadoras, abrindo possibilidades de
engajamentos sensórios éticos, estéticos e
políticos.
E
desmobiliza os afetos das pessoas espectadoras, impedindo assim as possibilidades de
engajamentos sensórios éticos, estéticos e
políticos.
Respondida
Durante a produção e realização de projetos
culturais que trabalhem questões de diferença,
principalmente relativas à sexo, gênero, raça e
classe, é imprescindível a presença ativa de
realizadores, pensadores e atores sociais
A
que tenham vivido, mesmo que de forma
experimental e não participativa, sem
vínculos éticos ou políticos, vivências
relativas aos projetos.
B
que conheçam intimamente pessoas que
passaram ou passam por experiências que
serão abordadas, sem a necessidade de
participação ativa delas.
C
que tenham experiências encarnadas, ou
seja, inscritas no corpo, sobre os temas.
D
que tenham pesquisado, mesmo sem a
necessidade de experiências encarnadas,
ou seja, inscritas no corpo, sobre os temas.
E
que tenham uma posição e um lugar de fala,
mesmo questionável e ambíguo, marcados
por intelectualidade, sobre o tema.